<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612</id><updated>2011-11-06T08:32:47.381-08:00</updated><title type='text'>Peixes do Maranhão</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>92</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-451486342385459130</id><published>2010-10-03T11:34:00.000-07:00</published><updated>2010-10-03T11:40:48.686-07:00</updated><title type='text'>Mais um mau exemplo: País não cumpre meta nacional de proteção à biodiversidade marinha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjN9AKuOsI/AAAAAAAAAao/PvLIXleRXpo/s1600/004_geografia_03.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 304px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjN9AKuOsI/AAAAAAAAAao/PvLIXleRXpo/s320/004_geografia_03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523891390870600386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="abody" class="articlebody"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Às vésperas da divulgação do maior estudo global já feito sobre a  biodiversidade dos mares e faltando apenas duas semanas para o início  da mais importante conferência sobre a biodiversidade do planeta, o  Brasil ainda enfrenta enormes dificuldades para conhecer e proteger seus  vastos ecossistemas oceânicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estima-se que menos de 10% das espécies marinhas brasileiras  sejam conhecidas. E apenas 1,5% dos ecossistemas costeiros e marítimos  do País está protegido por lei - muito abaixo da meta de 10% estipulada  para este ano. 'De fato, houve pouco avanço', reconhece o secretário de  Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Braulio Dias.  'A zona marinha é a que tem a menor proporção de áreas protegidas no  Brasil.'&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A meta de 10% foi estipulada em dezembro de 2006 pela Comissão  Nacional de Biodiversidade (Conabio), como parte do esforço brasileiro  para o cumprimento dos objetivos da Convenção sobre Diversidade  Biológica (CDB) das Nações Unidas, que realizará sua décima Conferência  das Partes (COP 10) no fim deste mês, em Nagoya, no Japão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A meta para a Amazônia (30%) foi cumprida. Mais de 40% da  floresta está sob alguma forma de proteção, dentro de terras indígenas  ou unidades de conservação estaduais e federais. Mas a da 'Amazônia  Azul', como se costuma chamar os 4,2 milhões de quilômetros quadrados do  território brasileiro que estão cobertos de água, afundou no  esquecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A maior parte do 1,5% protegido está, na verdade, em ambientes  terrestres associados à zona costeira, como restingas, praias e  manguezais. E, ainda assim, a lacuna de proteção é grande.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo o Panorama da Conservação dos Ecossistemas Costeiros e  Marinhos no Brasil, um estudo inédito que deverá ser lançado pelo  Ministério do Meio Ambiente (MMA) até o fim do ano, somente 18% dos  estuários (áreas onde os rios encontram o mar), por exemplo, estão em  áreas protegidas. Esse índice cai para quase zero (0,2%) quando se  considera apenas as unidades de proteção integral, onde não são  permitidas atividades de exploração econômica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No caso dos manguezais, um ecossistema crítico para a reprodução  de várias espécies marinhas, o porcentual total de proteção chega a  animadores 75%, incluindo áreas de proteção ambiental (APAs) ocupadas  por fazendas de camarão e outras atividades comerciais. Mas cai para  desanimadores 13% quando se considera apenas as unidades de preservação  integral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No ambiente estritamente marinho, a proteção é mínima, sempre  limitada às áreas próximas da costa ou ao entorno de ilhas. Não há  nenhuma unidade de conservação 100% marinha. Segundo o relatório do MMA,  o bioma marinho representa 'a grande lacuna' do Sistema Nacional de  Unidades de Conservação (Snuc), 'demandando medidas urgentes visando ao  planejamento de sua conservação'.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O único consolo, talvez, é que o Brasil não está sozinho nessa  história. Globalmente, também, menos de 1% dos oceanos está protegido,  apesar da meta da Organização das Nações Unidas de chegar a 10% até  2012.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lacuna científica. O problema não é só político. A falta de  informações científicas sobre o que vive debaixo d'água também dificulta  a elaboração de estratégias e políticas de proteção marinha. 'Fazer  conservação sem informação é muito complicado', diz a bióloga Monica  Peres, especialista na avaliação de espécies marinhas ameaçadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com 10,8 mil quilômetros de costa, estendendo-se desde 4 graus de  latitude norte até 34 graus de latitude sul, o Brasil tem uma das  maiores e mais diversificadas combinações de ecossistemas costeiros e  marítimos do planeta. Apesar disso, sua biodiversidade marinha conhecida  é relativamente pobre, comparada à de outros países.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo o biólogo Antonio Marques, porém, a maior falta não é de  espécies, mas de pesquisas e pesquisadores suficientes para estudá-las.  Proporcionalmente, segundo ele, o Brasil tem cerca de 15% das espécies  conhecidas de vertebrados no mundo e 13% das de insetos. No grupo dos  'invertebrados não insetos' - a maioria dos quais vive no mar, como  águas-vivas, polvos, lulas, caranguejos, lagostas, mariscos, esponjas e  corais - essa proporção cai para 6%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;'Seis por cento das espécies do mundo num único país não é pouca  coisa, mas não há como negar que a nossa biodiversidade marinha é  amplamente desconhecida', afirma Marques, do Instituto de Biociências da  Universidade de São Paulo. 'Eu considero isso uma vergonha.'&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O conhecimento disponível, segundo ele, além de insuficiente,  está altamente concentrado no litoral de São Paulo, Rio e Santa  Catarina. 'Sobre o Nordeste ainda sabemos muito pouco. E sobre o Norte,  quase nada.'&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estudos mostram que a composição de espécies marinhas pode variar  muito de uma área para outra, mesmo entre regiões próximas da costa,  por causa de variações de corrente, temperatura, composição química da  água e tipo de substrato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;'Temos muitas espécies, certamente. O que não temos é uma  concentração tão forte quanto a que ocorre em outros locais, como no  Caribe', avalia Antonio Solé-Cava, diretor do Instituto de Biologia da  Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span class="author"  style="font-size:100%;"&gt;         &lt;cite&gt;Por Herton Escobar,  estadao.com.br, &lt;/cite&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span class="date"  style="font-size:100%;"&gt;Atualizado: 3/10/2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="date"  style="font-size:100%;"&gt;Figura: &lt;/span&gt;&lt;span class="txt_pequeno"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt; Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-451486342385459130?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/451486342385459130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=451486342385459130' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/451486342385459130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/451486342385459130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/10/mais-um-mau-exemplo-pais-nao-cumpre.html' title='Mais um mau exemplo: País não cumpre meta nacional de proteção à biodiversidade marinha'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjN9AKuOsI/AAAAAAAAAao/PvLIXleRXpo/s72-c/004_geografia_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3967154910207252341</id><published>2010-10-03T11:21:00.000-07:00</published><updated>2010-10-03T11:31:05.547-07:00</updated><title type='text'>Declínio do pescado brasileiro: 80% dos estoques de pesca estão perto do colapso</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjLl7cHvsI/AAAAAAAAAag/YlWk-FvQPqM/s1600/sardinha5.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjLl7cHvsI/AAAAAAAAAag/YlWk-FvQPqM/s320/sardinha5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523888795441151682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;As espécies marinhas mais estudadas - e mais ameaçadas- costumam  ser as de maior valor comercial. Entre 1995 e 2006, o Brasil realizou o  Programa de Avaliação do Potencial dos Recursos Vivos da Zona Econômica  Exclusiva (Revizee), uma espécie de versão nacional do Censo da Vida  Marinha internacional. O programa foi mais voltado para a avaliação de  estoques pesqueiros do que para o conhecimento da biodiversidade, mas o  resultado foi alarmante para ambas as áreas. Cerca de 80% das populações  de espécies pescadas comercialmente foram consideradas sobre-exploradas  ou plenamente exploradas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: arial;" id="abody" class="articlebody"&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;'Em outras palavras, ou está no limite, ou já passou do limite do  que essas populações são capazes de repor naturalmente', diz o  pesquisador Jose Angel Alvarez Perez, do Grupo de Estudos Pesqueiros da  Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, que participou do  Revizee e do Censo da Vida Marinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De 2006 para cá, segundo ele, a situação não melhorou. Os  resultados do Revizee, apesar de alarmantes, não resultaram em políticas  públicas eficientes de manejo e controle da pesca, que poderiam  garantir a recuperação desses estoques. 'A gestão pesqueira no Brasil  está um caos', resume Perez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enquanto o Ministério da Pesca dá incentivos para a ampliação e  modernização da frota pesqueira, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) se  esforça para controlar a intensidade da pesca e proteger a reprodução  das espécies. As regulamentações são confusas. 'O pescador não sabe que  regras ele precisa seguir', diz Perez. 'Na dúvida, ele continua  pescando.'&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O secretário de Biodiversidade do MMA, Braulio Dias, reconhece  que há interesses conflitantes no governo. 'Se quisermos recuperar os  estoques para ter mais peixe no futuro, temos de ampliar os esforços de  conservação, não os de pescaria', argumenta. 'No curto prazo, isso  significa impor restrições à pesca, mas é muito difícil a indústria  aceitar isso.'&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;'A criação de áreas protegidas é fundamental, tanto para a pesca  quanto para a biodiversidade', diz a coordenadora da Campanha de Oceanos  do Greenpeace Brasil, Leandra Gonçalves.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na região dos Abrolhos, no litoral sul da Bahia, a criação de  áreas protegidas fez a população de badejos triplicar em apenas quatro  anos. Não só dentro das reservas, mas fora delas também. 'Há um efeito  de transbordamento desses estoques para as áreas de entorno, onde é  permitido pescar', aponta Guilherme Dutra, diretor do Programa Marinho  da ONG Conservação Internacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Predadores. As espécies que mais sofrem são as de grande porte,  como as garoupas, os chernes e tubarões. São os predadores 'topo de  cadeia', que, além de grandes, costumam ter vida longa e produzir poucos  filhotes a cada ano. 'Essas espécies são extremamente vulneráveis  porque, uma vez pescadas, leva muito tempo para recompor sua população',  explica Monica Peres, coordenadora científica das avaliações de peixes  marinhos junto ao ICMBio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" class="author" &gt;&lt;cite&gt;estadao.com.br, &lt;/cite&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span class="date"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Atualizado: 3/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3967154910207252341?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3967154910207252341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3967154910207252341' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3967154910207252341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3967154910207252341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/10/declinio-do-pescado-brasileiro-80-dos.html' title='Declínio do pescado brasileiro: 80% dos estoques de pesca estão perto do colapso'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TKjLl7cHvsI/AAAAAAAAAag/YlWk-FvQPqM/s72-c/sardinha5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6431856008321814602</id><published>2010-07-26T17:48:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T08:12:09.264-07:00</updated><title type='text'>Ataques de tubarão: jornal de ontem, notícia de anteontem...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TE42y-8pjII/AAAAAAAAAaI/HEqLMbQNO3k/s1600/barbatana.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 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Será mesmo que existe, ou será que é falta de conhecimento. Enfim, em histórias que são contadas sempre há o fator macro, aquele que distorce a versão original por aumento dos fatos e buscando um efeito incrementador, sensacionalista, maximizador, enfeitador. Sendo assim, é mais apelativo, chama mais atenção e dá mais respaldo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em muitas situações de óbito nas praias de São Luís, aquele que tem o dedo queimado é a principal vítima das circunstâncias. Como disse acima, a falta de certeza leva a várias especulações. A conclusão é sempre a mesma, foi ataque de tubarão e ponto final!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em meados dos anos 90 era um jovem adolescente e gostava de esportes radicais, nesta mesma época andava de skate e iniciava manobras de surf. Mas um evento chamou minha atenção. Houve três casos de ataque de tubarões à surfistas. Você acha que continuei treinando para aprender a surfar? Alí mesmo abandonei um novo rebento. Recordo que essas ocorrências foram muito significativas na minha vida, deste momento em diante comecei a me interessar pelos seláquios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois de muitos anos acompanhando os elasmobrânquios no Maranhão não pude perceber os mesmo fatos que acompanhei na minha adolescência. Pois os mesmo haviam sido registrados por grandes especialistas, o Dr. Ricardo Rosa e o seu então aluno Otto Bismarck Gadig, que se tornou em grande referência sobre ataques no Brasil. Pois acidentes acontecidos depois da década de 90 nunca tiveram algo consistente a que viessem corroborar os referidos ataques costeiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A minha crítica não tem inclinação para a preservação dos tais peixes, mas sim às análises equivocadamente premeditadas. Pode acontecer ataques de tubarão na costa do Maranhão? Claro que pode e existem grande probabilidades, mas por que quando há esses supostos ataques ninguém vê a pluma de sangue na água? Será que o afogamento não seria grande vilão? Alguém se lembra das correntes de maré? E a definição de corrente de retorno? Vejam quantos elementos podem ser levados em consideração antes de uma sentença conclusiva!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por fim, viram tubarões nas praias da Ilha do Maranhão. Que bom! Onde mais esses animais poderiam ser vistos? Pergunto, se estamos em uma época em que todo mundo tem uma câmera fotográfica em mãos onde estão as fotos? Por favor, quem tiver esses registros enviem-me por e-mail.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nota: A fauna de tubarões do Maranhão é uma das mais estudadas do país e atualmente apresenta cerca de 37 espécies de Elasmobrânquios, entre tubarões e raias. Maiores informações estarão brevemente disponíveis no livro Peixes Marinhos do Maranhão que se encontra em fase de conclusão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;FORTES, R. &amp;amp; GALVÃO, M. 2006. Ataque ou instinto de sobrevivência? pp. 46-59. In: ALMEIDA, Z. &amp;amp; FORTES, R (Orgs.). Elasmobrânquios da costa Maranhense. São Luís: UEMA. 86p.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;NUNES, J.L.S. ; ALMEIDA, Z.S. &amp;amp; PIORSKI, N.M. 2005. RAIAS CAPTURADAS PELA PESCA ARTESANAL EM ÁGUAS RASAS DO MARANHÃO - BRASIL. Arquivos de Ciências do Mar, Fortaleza, 38: 49-54.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;NUNES, J.L.S. &amp;amp; SANTOS, N.B. Dos tubassauros até os tubarões modernos: história evolutiva.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; pp. 11-27.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; In: ALMEIDA, Z. &amp;amp; FORTES, R (Orgs.). Elasmobrânquios  da costa Maranhense. São Luís: UEMA. 86p.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/06/29/tubaroes-aparecem-em-praias-de-sao-luis-assustam-banhistas-no-maranhao-917009546.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/06/29/tubaroes-aparecem-em-praias-de-sao-luis-assustam-banhistas-no-maranhao-917009546.asp&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6431856008321814602?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6431856008321814602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6431856008321814602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6431856008321814602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6431856008321814602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/ataques-de-tubarao-jornal-de-ontem.html' title='Ataques de tubarão: jornal de ontem, notícia de anteontem...'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TE42y-8pjII/AAAAAAAAAaI/HEqLMbQNO3k/s72-c/barbatana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6451256590805771848</id><published>2010-07-24T04:34:00.000-07:00</published><updated>2010-07-24T04:44:35.072-07:00</updated><title type='text'>Idade e crescimento do tubarão figuinho, Rhizoprionodon lalandii e do tubarão rabo seco, Rhizoprionodon porosus (Elasmobranchii, Carcharhinidae) no MA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErSCCYREcI/AAAAAAAAAaA/8obEoSauSHw/s1600/Rlallandi.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErSCCYREcI/AAAAAAAAAaA/8obEoSauSHw/s320/Rlallandi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497437227599335874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErQ7CfXDlI/AAAAAAAAAZ4/Wqs64-CnmiE/s1600/Carcharhinus+porosus.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErQ7CfXDlI/AAAAAAAAAZ4/Wqs64-CnmiE/s320/Carcharhinus+porosus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497436007858376274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Por:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;ROSANGELA LESSA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;FRANCISCO M. SANTANA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;ZAFIRA DA S. DE ALMEIDA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A idade e o crescimento de R. lalandii e R. porosus foram estimados à partir da contagem de anéis etários presentes nas vértebras. Valores de incremento marginal estimados mostraram uma tendência de formação anual do anel, para ambas as espécies. Não houve diferença significativa no crescimento entre os sexos, e os parâmetros estimados foram: L∞ = 78,10 cm; k = 0,301; t0 = -1,463 anos para R. lalandii e L∞ = 112,99 cm; k = 0,171; t0 = -1,751 anos para R. porosus. As idades variaram entre 1 e 6 anos para R. lalandii, com uma idade de primeira maturação (tmat) de 2,6 anos, e a maioria da amostra formada por indivíduos adultos (61,9%). Já para R. porosus, foram amostrados indivíduos com menos de um ano (0+) até 5 anos de idade, e tmat = 3,3 anos, e a maior parte da amostra formada por indivíduos jovens (72,4%). O L∞ estimado para R. porosus foi muito superior ao comprimento máximo da espécie na amostra (85,5 cm). Tal fato parece estar vinculado à seletividade da rede de emalhar, onde esta rede captura indivíduos em todas as classes de idade para R. lalandii e até os 5 anos de idade para R. porosus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Palavras-chave: Vértebra, Estrutura etária, Idade de primeira maturação, Idade máxima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Lessa, R.; Santana, F.M. &amp;amp; Almeida, Z.S. 2009. Age and growth of the Brazilian sharpnose shark, Rhizoprionodon lalandii and Caribbean sharpnose shark, R. porosus (Elasmobranchii, Carcharhinidae) on the northern coast of Brazil (Maranhão). Pan-American Journal of Aquatic Sciences, 4(4): 532-544.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;http://www.panamjas.org/pdf_artigos/PANAMJAS_4%284%29_532-544.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6451256590805771848?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6451256590805771848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6451256590805771848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6451256590805771848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6451256590805771848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/idade-e-crescimento-do-tubarao-figuinho.html' title='Idade e crescimento do tubarão figuinho, Rhizoprionodon lalandii e do tubarão rabo seco, Rhizoprionodon porosus (Elasmobranchii, Carcharhinidae) no MA'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErSCCYREcI/AAAAAAAAAaA/8obEoSauSHw/s72-c/Rlallandi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2919884415615027186</id><published>2010-07-24T04:07:00.000-07:00</published><updated>2010-07-24T04:25:44.814-07:00</updated><title type='text'>CONTRIBUIÇÃO À CONSERVAÇÃO E MANEJO DO PEIXE SERRA Scomberomorus brasiliensis (COLLETTE RUSSO &amp; ZAVALLA-CAMIN, 1978) (OSTEICHTYES, SCOMBRIDAE) NO ESTA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNe5D8C6I/AAAAAAAAAZw/JSDIKgtlytM/s1600/Cavala.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNe5D8C6I/AAAAAAAAAZw/JSDIKgtlytM/s320/Cavala.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497432225756220322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNZ8BVv6I/AAAAAAAAAZo/oimTTIObIQU/s1600/Pesca.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNZ8BVv6I/AAAAAAAAAZo/oimTTIObIQU/s320/Pesca.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497432140651282338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNSh_CkHI/AAAAAAAAAZg/atpWX_iqYok/s1600/Embarca%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNSh_CkHI/AAAAAAAAAZg/atpWX_iqYok/s320/Embarca%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497432013403230322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Zafira da Silva de Almeida&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Clara Maria Lima da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Adriana do Nascimento Cavalcante&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Alexsandra Câmara Paz &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Nayara Barbosa Santos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fernanda Silva Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Este estudo teve por objetivo caracterizar o Sistema de Produção Pesqueira do peixe serra (SPP-serra) no município da Raposa (Maranhão) abordando os aspectos sociais, econômicos, tecnológicos, ecológicos e o manejo que envolve a atividade, a partir da metodologia de estudo de caso. Esse sistema utiliza rede de emalhar do tipo serreira como arte de pesca e embarcações de grande porte, o que confere autonomia de 15 dias de pesca. Foram identificados 10 atores sociais envolvidos no SPP-serra, 7 processos e 14 componentes. Os pescadores demonstram percepção ambiental e etnoconhecimento satisfatórios em relação à espécie capturada. A escolaridade dos pescadores do sistema é baixa, assim como a renda obtida nas pescarias. A organização social mostra-se reduzida e fragmentada. A comercialização do pescado é feita resfriado com destino para São Luís, Fortaleza e Recife, onde é comercializado para posterior beneficiamento. Há relatos de conflitos entre pescadores do SPP-serra do Maranhão e de outros estados pela sobreposição de pesqueiros, além dos conflitos entre a instituição representativa dos pescadores, a Colônia, e os órgãos públicos. Não há legislação específica que regulamente áreas, tamanho mínimo e períodos de pesca de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Scomberomorus brasiliensis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, embora haja entre os pescadores desse sistema consciência da necessidade de implementar medidas de ordenamento da pescaria.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chave: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Scomberomorus brasiliensis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, conservação, manejo, comercialização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para conhecer mais: &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almeida, Z.S.; Silva, CM.L.; Cavalcante, A.N.; Paz, A.C.; Santos, N.N.B.;  Gonçalves, F. S. 2007. CONTRIBUIÇÃO À CONSERVAÇÃO E MANEJO DO PEIXE  SERRA S&lt;span style="font-style: italic;"&gt;comberomorus brasiliensis&lt;/span&gt; (COLLETTE RUSSO &amp;amp; ZAVALLA-CAMIN,  1978) (OSTEICHTYES, SCOMBRIDAE)  NO ESTADO DO MARANHÃO, BRASIL. Bol. Téc. Cient. CEPENE, Tamandaré, 15(2): 87-97.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;amp;id_arq=182&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2919884415615027186?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2919884415615027186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2919884415615027186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2919884415615027186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2919884415615027186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/contribuicao-conservacao-e-manejo-do.html' title='CONTRIBUIÇÃO À CONSERVAÇÃO E MANEJO DO PEIXE SERRA Scomberomorus brasiliensis (COLLETTE RUSSO &amp; ZAVALLA-CAMIN, 1978) (OSTEICHTYES, SCOMBRIDAE) NO ESTA'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TErNe5D8C6I/AAAAAAAAAZw/JSDIKgtlytM/s72-c/Cavala.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7590999956566779779</id><published>2010-07-22T14:02:00.000-07:00</published><updated>2010-07-23T03:18:49.721-07:00</updated><title type='text'>MOVIMENTO IPSILATERAL DE Entomacrodeus vomerinus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-4ea6170a69a115d2" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v12.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D4ea6170a69a115d2%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330354023%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B5121A96D662B10D8551FF7999EE5A1C623F73E.33353DA8947F38104DFA8B551517D23D6106109D%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D4ea6170a69a115d2%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhSGNopUGNfdFn9y1X1LaivjAzBQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v12.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D4ea6170a69a115d2%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330354023%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B5121A96D662B10D8551FF7999EE5A1C623F73E.33353DA8947F38104DFA8B551517D23D6106109D%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D4ea6170a69a115d2%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhSGNopUGNfdFn9y1X1LaivjAzBQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Este filme foi feito na praia Forno da Cal em Itamaracá, Pernambuco, Brasil. Mostra a espécie Entomacrodus vomerinus saltando entre as poças de marés usando um atifício muito interessante: o movimento ipsilateral do corpo para promover sua propulsão no deslocamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; O equipamento utilizado foi uma câmera fotográfica digital doméstica FujiFilme modelo FinePix 610 com edição no programa Movie Maker desenvolvido pela Microsoft.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Filmado e produzido por Jorge L S Nunes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7590999956566779779?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7590999956566779779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7590999956566779779' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7590999956566779779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7590999956566779779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/movimento-ipsilateral-de-entomacrodeus.html' title='MOVIMENTO IPSILATERAL DE Entomacrodeus vomerinus'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5976030279806041863</id><published>2010-07-22T03:38:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T04:06:04.348-07:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Peprilus paru (Linnaeus, 1758)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEgf0NQzBJI/AAAAAAAAAZY/0JbGV_LQ8HQ/s1600/Peprilus+paru.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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São peixes encontrados em ambientes costeiros como ilhas costeiras, sobre a plataforma continental e manguezais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como aspectos da sua morfologia, são discóides, comprimidos, dorso azulado, flancos e ventre prateados típicos peixes pelágicos, embora seja considerado bentopelágico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O curioso é que peixes juvenis possuem associação com medusas e os adultos podem utilizar cnidários como item alimentar, a exemplo de peixes pequenos, vermes e crustáceos. Outra curiosidade é que estes peixes são comumente capturados em currais e apresentam grande importância comercial por possuir uma saborosa carne.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para conhecer mais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/7220575466585169" target="blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;color:#000000;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; PIORSKI, N.M.; SERPA, S.S. &amp;amp; NUNES, J.L.S. 2009. Análise comparativa da pesca de curral da Ilha do Maranhão, Maranhão - Brasil. Arquivos de Ciências do Mar, 42: 65-71.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Eds.). 2010. FishBase. World Wide Web electronic publication. www.fishbase.org, version (05/2010). http://www.fishbase.org/Summary/speciesSummary.php?ID=28143&amp;amp;genusname=Peprilus&amp;amp;speciesname=paru&amp;amp;lang=Portuguese&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5976030279806041863?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5976030279806041863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5976030279806041863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5976030279806041863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5976030279806041863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/conheca-especie-peprilus-paru-linnaeus.html' title='Conheça a espécie Peprilus paru (Linnaeus, 1758)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEgf0NQzBJI/AAAAAAAAAZY/0JbGV_LQ8HQ/s72-c/Peprilus+paru.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2601502480162572830</id><published>2010-07-21T15:03:00.001-07:00</published><updated>2010-07-21T15:23:15.945-07:00</updated><title type='text'>Leporinus fasciatus (Bloch, 1794): aracú-flamengo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEduwvDq73I/AAAAAAAAAZM/sDmq6sLfzDI/s1600/Leporinus+fasciatus.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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Pode se alimentar de invertebrados como insetos, crustáceos e vermes além de matéria vegetal. São ictiófagos ocasionais e a maturidade sexual é atingida com cerca de 15cm de comprimento. Não apresenta importância comercial para o consumo, mas é vendido para alimentação e possui potencial ornamental.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como curiosidade a espécie foi introduzida na Oceania e no Havaí.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;GARAVELLO, J.C. &amp;amp; BRITSKI, H.A.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; 2003 Anostomidae (Headstanders). p. 71-84. In: R.E. Reis, S.O. Kullander  and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South  and Central America. &lt;/span&gt;Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;FERREIRA, E.J.G. ; ZUANON, J. &amp;amp; DOS SANTOS,G.M.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; 1996 A list of commercial fish species from Santarém, State of Pará, Brazil. &lt;/span&gt;Naga ICLARM Q. 19(3):41-44.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2601502480162572830?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2601502480162572830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2601502480162572830' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2601502480162572830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2601502480162572830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/leporinus-fasciatus-bloch-1794-aracu.html' title='Leporinus fasciatus (Bloch, 1794): aracú-flamengo'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEduwvDq73I/AAAAAAAAAZM/sDmq6sLfzDI/s72-c/Leporinus+fasciatus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-9038226854154922636</id><published>2010-07-21T14:13:00.000-07:00</published><updated>2010-07-21T14:50:51.983-07:00</updated><title type='text'>Caenotropus  labyrhinthicus (Kner, 1858)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEdqSGWNpOI/AAAAAAAAAY8/dvBSqwM7AtU/s1600/Caenotropus+labyrinthicus.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt; 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 &lt;/div&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sua distribuição geográfica é restrita à América do Sul nas bacias do rio Orinoco e do rio Amazonas, sendo encontrados do Surimane até o Piauí. É um peixe demersal de ambiente tropical e com pouca importância comercial, sendo descartado no baixo rio Solimões&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Eds.).  2010. FishBase. World Wide Web electronic publication. www.fishbase.org,  version (05/2010)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; http://www.fishbase.org/Summary/SpeciesSummary.php?id=25639&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;BATISTA, V.S. &amp;amp; FREITAS, V.S. 2003. O DESCARTE DE PESCADO NA PESCA COM REDE DE&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; CERCO NO BAIXO RIO SOLIMÕES, AMAZÔNIA CENTRAL. Acta Amazonica, 33(1): 127-143.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-9038226854154922636?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/9038226854154922636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=9038226854154922636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/9038226854154922636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/9038226854154922636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/07/caenotropus-labyrhinthicus-kner-1858.html' title='Caenotropus  labyrhinthicus (Kner, 1858)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/TEdqSGWNpOI/AAAAAAAAAY8/dvBSqwM7AtU/s72-c/Caenotropus+labyrinthicus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-685951553059056840</id><published>2010-05-15T16:34:00.000-07:00</published><updated>2010-05-15T16:41:31.191-07:00</updated><title type='text'>BIOLOGIA REPRODUTIVA DE Anableps anableps (LINNAEUS, 1758) (CYPRINODONTIFORMES, ANABLEPIDAE) NA BAÍA DE SÃO MARCOS - MARANHÃO.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8w-tnK_MI/AAAAAAAAAY0/WqagRjbMhmc/s1600/Anableps.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 192px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8w-tnK_MI/AAAAAAAAAY0/WqagRjbMhmc/s320/Anableps.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471645926232358082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Orientanda: Adriana do Nascimento Cavalcanti&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Orientadora: Zafira da Silva de Almeida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie vivípara &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Anableps anableps&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (tralhoto) representa um importante componente da ictiofauna estuarina da costa maranhense, uma vez que tem sido constante citada como espécie de alta representatividade e constância na área. Dessa forma o presente trabalho teve como objetivo descrever a biologia reprodutiva dessa espécie na Baía de São Marcos. No período de maio de 2007 a março de 2008 foram capturados 267 espécimes de tralhoto, dos quais 214 (80,14%) fêmeas e 53 (19,86%) machos ( 2=92,31). Os valores das amplitudes do comprimento total (CT) e peso total (PT) foram: 117 a 216 mm e 16,76g a 82,31g para machos e de 135 a 282 mm e 18,37g a 200g para as fêmeas. A relação peso-comprimento não difere entre os sexos, sendo caracterizada como espécie de alometria negativa. O comprimento de primeira maturação sexual foi de 38,75 mm para os machos, 147,78 mm para fêmeas e 31,15 mm para os sexos agrupados. A fecundidade média para fêmeas de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;A. anableps&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; foi de 12,86 embriões/gestação, sendo as maiores proles obtidas quando atingem comprimento total variando de 205 a 264 mm. A desova é do tipo assincrônica, ocorrendo durante todo o ano, com picos de desova nos bimestre de setembro e março para os machos e maio e setembro para as fêmeas. Foram identificados sete estádios de desenvolvimento embrionário para a espécie sendo que os estádios de maior desenvolvimento, quando os embriões estão prestes a nascerem, coincidem com o pico reprodutivo das fêmeas. A ocorrência de embriões em diferentes estádios de desenvolvimento indica o fenômeno da superfetação para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;A. anableps&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte da fotografia: http://animal-world.com/encyclo/fresh/livebearers/images/AnablepsFoureyesWFLi_Ap4AAf1.jpg&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-685951553059056840?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/685951553059056840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=685951553059056840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/685951553059056840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/685951553059056840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/biologia-reprodutiva-de-anableps.html' title='BIOLOGIA REPRODUTIVA DE Anableps anableps (LINNAEUS, 1758) (CYPRINODONTIFORMES, ANABLEPIDAE) NA BAÍA DE SÃO MARCOS - MARANHÃO.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8w-tnK_MI/AAAAAAAAAY0/WqagRjbMhmc/s72-c/Anableps.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8644197684253277839</id><published>2010-05-15T15:34:00.000-07:00</published><updated>2010-05-15T15:38:26.326-07:00</updated><title type='text'>VOCÊ SABE O QUE É ECOMORFOLOGIA? SERÁ QUE PODEMOS UTILIZAR EM PEIXES?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8h9Of31TI/AAAAAAAAAYs/qIZjAJWdnSU/s1600/Esquema+Gymnotiformes.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 168px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8h9Of31TI/AAAAAAAAAYs/qIZjAJWdnSU/s320/Esquema+Gymnotiformes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471629408025957682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A ecomorfologia é uma abordagem ecológica que se baseia na idéia de que  as diferenças morfológicas observadas entre as espécies estão  relacionadas à ação das diferentes pressões ambientais e biológicas às  quais estão sujeitos os indivíduos.&lt;br /&gt;Assim, vale lembrar que  abordagens ecomorfológicas podem ser aplicadas a quaisquer espécies de  animais, nos mais diversos ambientes, ou mesmo, servindo para  comparações na eficiência de determinada estratégia na utilização do  habitat entre espécies diferentes utilizando-se como referência as  diferenças ecomorfológicas.&lt;br /&gt;Essas diferenças podem ser estudadas  através do emprego de índices morfo-biométricos denominados atributos  ecomorfológicos, que são padrões que expressam características do  indivíduo em relação ao seu meio e podem ser interpretados como  indicadores de hábitos de vida ou de adaptações das espécies à ocupação e  utilização maximizada dos habitats.&lt;br /&gt;No Brasil os estudos de  ecomorfologia são recentes e foram iniciados na década de 90 aplicados  principalmente às comunidades de peixes de água doce. No maranhão, os  estudos sobre ecomorfologia também são recentes, mas tem contribuído  para trazer à luz aspectos da ecologia de peixes dulcícolas de rios,  riachos e lagos, marinhos e estuarinos. Podemos citar os estudos que  foram realizados na Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense,  Estuário do rio Anil e Parque Estadual Marinho Parcel de Manuel Luiz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEAUMORD, A.C. &amp;amp; PETRERE-JR., M. 1994. Comunidades de peces del  rio Manso, Chapada dos Guimarães, MT, Brasil. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Acta Biológica  Venezolana,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;  FERRITO, V., MANNINO, M.C., PAPPALARDO, A.M., TIGANO,  C. 2007. Morphological variation among populations Aphanius fasciatus  Nardo, 1827 (Teleostei, Cyprinodontidae) from the Mediterranean. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;J.  Fish Biol. &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;70: 1-20  GATZ, A. J. Jr. 1979. Communities Organization  in fishes as indicated by morphological features. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Ecology&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, 60  (4): 711-718  JERRY, D.R., CAIRNS, S.C. 1998. Morphological variation in  the catadromous Australian bass, from seven geographically distinct  riverine drainages. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;J. Fish Biol&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. 52: 829-843  KEAST, A. 1985.  The piscivore feeding guild of fishes in small freshwater ecosystems. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Env.  Biol. Fish&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. 12: 119-129  MACHADO, M. R. B. 2000. Aspectos  ecomorfológicos das comunidades de peixes em dois ambientes da Baixada  Maranhense, Nordeste do Brasil. Monografia – Universidade Federal do  Maranhão.  PIORSKI, N.M., ALVES, J.R.L., MACHADO, M.R.B., CORREIA,  M.M.F. 2005. Alimentação e ecomorfologia de duas espécies de piranhas  (Characiformes: Characidae) do Lago de Viana, Estado do Maranhão,  Brasil. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Acta Amazônica &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;35 (1): 63-70.  SMITH, W.E. 1999. A  ecomorfologia de peixes no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Boletim da Sociedade Brasileira de  Ictiologia&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. 56: 8-12.   VARI, R. P. &amp;amp; WEITZMAN, S. H. (1990). A  review of phylogenetic biogeography of the freshwater fishes of South  America. In: Peters, G. &amp;amp; Hutterer, R. Vertebrates in the tropics.  Proceedings of the international symposium on vertebrate biogeography  and systematics in the tropics. Bonn, Alexander Koening zoological  research institute and zoological museum. pp. 381-393.  WATSON, D.J.  &amp;amp; BALON, E.K. 1984. Ecomorphological analysis of fish taxocenes in  rainforest streams of northern Borneo. J. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Fish Biol&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. 25:371-384. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;    Por: Diego Sousa Campos&lt;br /&gt;Graduando de Ciências Biológicas&lt;br /&gt;Universidade Federal do Maranhão&lt;br /&gt;Laboratório de Organismos Aquáticos   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8644197684253277839?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8644197684253277839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8644197684253277839' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8644197684253277839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8644197684253277839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/ecomorfologia-e-uma-abordagem-ecologica.html' title='VOCÊ SABE O QUE É ECOMORFOLOGIA? SERÁ QUE PODEMOS UTILIZAR EM PEIXES?'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S-8h9Of31TI/AAAAAAAAAYs/qIZjAJWdnSU/s72-c/Esquema+Gymnotiformes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7087126946127051796</id><published>2010-05-02T15:22:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T15:43:17.417-07:00</updated><title type='text'>A PRÁTICA DA PESCA ENTRE GRUPOS INDÍGENAS DAS BACIAS DOS RIOS PINDARÉ E TURIAÇU, NO ESTADO DO MARANHÃO,</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93-uEO1dXI/AAAAAAAAAX0/eFqG7YZAaF8/s1600/timb___.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466805590061053298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93-uEO1dXI/AAAAAAAAAX0/eFqG7YZAaF8/s320/timb___.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S9391s9hyVI/AAAAAAAAAXs/Gu6TOUHqG1Q/s1600/EN_peixes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466804621741771090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S9391s9hyVI/AAAAAAAAAXs/Gu6TOUHqG1Q/s320/EN_peixes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Autores:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nivaldo Magalhães Piorski&lt;br /&gt;Antônio Carlos Leal de Castro&lt;br /&gt;Cláudio Urbano Bittencourt Pinheiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foram avaliadas as práticas de pesca dos povos indígenas Tenetehara/Guajajara, Ka’apor e Awá/Guajá em aldeias localizadas nas terras do Pindaré, Alto Turiaçu e Caru, bem como as espécies de peixes mais utilizadas por eles. Na coleta de dados sobre a pesca foram realizadas entrevistas informais, onde o número de entrevistas correspondia ao número de aldeias visitadas (13), obtendo assim informações sobre a arte da pesca e sobre o processamento do pescado. As espécies de peixes utilizadas pelos indígenas foram apresentadas e identificadas imediatamente, com o auxilio de bibliografia especializada, sendo catalogadas 36 espécies de peixes, distribuídas em seis ordens e 17 famílias. Dentre as espécies descritas, foram encontradas espécies endêmicas, que juntamente com a presença de espécies de pequeno porte sugerem a ocorrência de espécies novas na área. Os materiais de pesca utilizados pelos índios tendem a variar entre os povos, sendo que os mais utilizados são o arco e flecha, o anzol e o timbó (Leguminosae: Derris sp.), de onde pode ser extraída a rotenona, substância que produz efeitos tóxico em peixes. Os peixes capturados são conservados pelos Ka’apor e Awá/Guajá através de um processo de defumação em que o peixe fica “moqueado”, enquanto que os Guajajara utilizam o método de salga e secagem ao sol, além do uso de gelo para conservação do pescado. Este trabalho trouxe alternativas do uso do ambiente, com ênfase na piscicultura tencionando a melhoria da vida dos indígenas da região onde foi realizado o estudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fotografias: &lt;a href="http://pibmirim.socioambiental.org/en/node/118"&gt;http://pibmirim.socioambiental.org/en/node/118&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Piorski, N.M.; Castro, A.C.L. &amp;amp; Pinheiro, C.U.B. 2003. A prática da pesca entre grupos indígenas das bacias dos rios Pindaré e Turiaçu, no estado do Maranhão, Nordeste do Brasil. Boletim do Laboratório de Hidrobiologia, 16: 67-74.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7087126946127051796?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7087126946127051796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7087126946127051796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7087126946127051796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7087126946127051796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/pratica-da-pesca-entre-grupos-indigenas.html' title='A PRÁTICA DA PESCA ENTRE GRUPOS INDÍGENAS DAS BACIAS DOS RIOS PINDARÉ E TURIAÇU, NO ESTADO DO MARANHÃO,'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93-uEO1dXI/AAAAAAAAAX0/eFqG7YZAaF8/s72-c/timb___.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5140153268730129135</id><published>2010-05-02T14:54:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T15:20:47.579-07:00</updated><title type='text'>Aspectos da piranha caju Pygocentrus nattereri Kner, 1858</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S936ncusAsI/AAAAAAAAAXk/VwLQ5cBzSe0/s1600/piranha+caju.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466801078331507394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S936ncusAsI/AAAAAAAAAXk/VwLQ5cBzSe0/s320/piranha+caju.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As piranhas são membros da família Characidae, uma família de mais de 1200 espécies, pertencendo a sub-família Serrasalmidae, um nome baseado no fato de que todos os membros têm uma quilha afiada que torna o nado mais rápido, que é dividida em gêneros distintos: &lt;em&gt;Pygocentrus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Serrasalmus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Pristobrycon&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Pygopristis&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Catoprion&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Metynnis&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Colossoma&lt;/em&gt; e mais alguns. São peixes de água doce, muito utilizados comercialmente, vivem em rios, lagoas e represas, desde o norte da Amazônia até a costa oeste do Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das espécies de piranhas habitam uma zona térmica que varia de 25°C até 30°C, e o pH ideal seria de 5.5 até 7.0, tendo pequenas variações de espécie para espécie. Na natureza o comprimento varia entre 15-30cm, porém algumas espécies podem atingir até 45cm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à reprodução as piranhas são vivíparas, com cuidado parental, praticado apenas pelos machos ou fêmeas solitárias, ou de ambos e até mesmo sem cuidado parental. As piranhas têm um período de reprodução definido, embora sua a desova seja prolongada começando no início das cheias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No Maranhão as espécies mais comuns são &lt;em&gt;Pygocentrus nattereri&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Serrasalmus brandtii&lt;/em&gt;. Vulgarmente chamadas de piranha vermelha ou piranha caju (&lt;em&gt;P. nattereri&lt;/em&gt;) e pirambeba (&lt;em&gt;S. brandtii&lt;/em&gt;). &lt;em&gt;Pygocentrus nattereri&lt;/em&gt; é caracterizada por apresentar perfil dorsal convexo, focinho curto e arredondado com mandíbula volumosa e prognata. O corpo tem um perfil geral arredondado e padrão de colorido cinza-prateado, com o dorso mais escuro e região antero-ventral de alaranjada a avermelhada. &lt;em&gt;Serrasalmus brandtii&lt;/em&gt;, por sua vez, apresenta perfil dorsal côncavo na região occipital. O corpo é mais alongado e mais baixo do que &lt;em&gt;Pygocentrus nattereri&lt;/em&gt;, sendo o padrão de colorido cinza-prateado com manchas escuras dispersas pelos flancos. Geralmente piranhas do gênero &lt;em&gt;Serrasalmus&lt;/em&gt; são peixes solitários ao contrário das do gênero &lt;em&gt;Pygocentrus&lt;/em&gt; que vivem em grandes cardumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em peixes, a composição da dieta pode apresentar variações sazonais. Estas variações podem ocorrer devido a alterações na disponibilidade de alimentos provocada por mudanças nos habitats disponíveis para forrageamento, mudanças devido a padrões biológicos dos organismos – presa e mudanças provocadas pelas atividades alimentares dos peixes em si. Piranhas são peixes com estrutura dentária adaptada para arrancar pedaços de suas vítimas, que são engolidas sem mastigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos recentes têm demonstrado que diversas espécies de piranhas apresentam grande variedade de hábitos alimentares. Foi observado nas lagoas do rio São Francisco que &lt;em&gt;Serrasalmus brandtii&lt;/em&gt; apresentou aumento no consumo de insetos aquáticos durante a estação chuvosa. Frutos e sementes são dois itens bastante necessários à dieta de piranhas. Em estômagos de outra espécie do mesmo gênero, &lt;em&gt;Serrasalmus altuvei&lt;/em&gt;, foram observados peixes inteiros, matéria vegetal, escamas, insetos adultos, ovos e larvas de insetos. Com uma dieta alimentar muito variada, sendo consumidos animais, insetos até vegetais, as piranhas podem ser classificadas como onívora com tendência à piscivoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus predadores naturais também são bem variados, incluindo outras piranhas, peixes maiores, jacarés, cobras, tartarugas, aves, lontras, onças, botos e humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para conhecer mais: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;AGOSTINHO, C. S. 1997. O Impacto da invasão da piranha &lt;em&gt;Serrasalmus marginatus&lt;/em&gt; sobre a População de &lt;em&gt;Serrasalmus spilopleura&lt;/em&gt; não do Alto Rio Paraná. Tese de Doutorado, Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de São Carlos, 59p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AZUMA, H. 1990. Produzindo a piranha de ouro, &lt;em&gt;Serrasalmus gibbus&lt;/em&gt;. Trop. Fish Hobb. , 38: 64-69.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOULDING, M. 1980. The fishes and the forest exploration in Amazonian natural history. Berkeley: University of California Press. 280pp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOULDING, M.; CARVALHO, M. L.; FERREIRA, E. G. 1988. Rio Negro: rich life in poor water. SBC Academic Publishing. The Hague, 200pp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEÃO, E. L. M.; LEITE, R. G.; CHAVES, P. T. C.; FERRAZ, E. 1991. Aspectos da reprodução, alimentação e parasitofauna de uma espécie rara de piranha, &lt;em&gt;Serrasalmus altuvei&lt;/em&gt; Ramírez, 1965 (Pisces, Serrasalmidae) do baixo Rio Negro. Revista Brasileira de Biologia, 51: 545-553.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PIORSKI, N. M.; ALVES, J. de R. L.; MACHADO, M. R. B.: CORREIA, M. M. F. 2005. Alimentação e ecomorfologia de duas espécies de piranhas (Characiformes: Characidae) do lago de Viana, estado do Maranhão, Brasil. Acta Amazônica, Vol. 35(1) 2005: 63 - 70&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POMPEU, P. S. 1999. Dieta da pirambeba, &lt;em&gt;Serrasalmus brandtii&lt;/em&gt; Reinhardt (Teleostei, Characidae), em quatro lagoas marginais do Rio São Francisco, Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, 16 (supl. 2): 19-26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAZIMA, I.; MACHADO, F. A. 1990. Underwater observations of piranhas in western Brazil. Environmental Biology of Fishes, 28: 17-31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WOOTTON, R. J. 1990. Ecology of teleost fishes. New York: Chapman and Hall. 404 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por: Maurilene Sousa Costa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Graduanda de Ciências Biológicas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Universidade Federal do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5140153268730129135?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5140153268730129135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5140153268730129135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5140153268730129135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5140153268730129135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/aspectos-da-piranha-caju-pygocentrus.html' title='Aspectos da piranha caju Pygocentrus nattereri Kner, 1858'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S936ncusAsI/AAAAAAAAAXk/VwLQ5cBzSe0/s72-c/piranha+caju.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3361449327883772255</id><published>2010-05-02T14:33:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T14:54:11.303-07:00</updated><title type='text'>Piau cabeça gorda Leporinus frederici (Bloch, 1794): uma importante fonte de alimento no Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93zSTF64WI/AAAAAAAAAXc/bFSogRbF3R8/s1600/Piau.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466793018385949026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93zSTF64WI/AAAAAAAAAXc/bFSogRbF3R8/s320/Piau.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os piaus possuem grande valor comercial e pertencem a família Anostomidae é um grupo de peixes da ordem Characiformes, com cerca de 110 espécies, restrito a América do Sul e com representante em todas as bacias hidrográficas do Brasil. No Maranhão são encontradas algumas espécies dessa família, sendo que as mais comuns são &lt;em&gt;Leporinus frederici&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Schizodon vitatum&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os peixes do gênero &lt;em&gt;Leporinus&lt;/em&gt;, possuem corpo fusiforme, boca de pequena amplitude, com no máximo oito dentes em cada maxila e posição terminal (&lt;em&gt;L. friderici&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;L. octofasciatus&lt;/em&gt;) ou subinferior (&lt;em&gt;L. amblyrhynchus&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;L. elongatus&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;Costumam habitar remansos dos rios, margens com vegetação, lagoas e pequenos afluentes próximos a galhadas, esses peixes podem atingir peso de 2kg e comprimento de 40cm. A maioria é caracterizada por apresentarem o corpo prateado, com três manchas escuras nos seus flancos e nadadeiras ligeiramente douradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Leporinus friderici&lt;/em&gt; (Bloch, 1794) vive em ambiente lótico, caracteristicamente migradora, porém pode reproduzir-se em ambientes lênticos e semilóticos. Costuma viver de sete a nove anos, atingindo um comprimento máximo de 38cm e as fêmeas podem viver até 13 anos, atingindo um comprimento máximo de 45cm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu período reprodutivo é relativamente curto, peixe de desova total e comportamento migratório com desovando de novembro a janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os peixes desse gênero apresentam grande importância para a economia das comunidades ribeirinhas que o utilizam como fonte de renda e de alimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Por: Maura Sousa Costa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Graduanda de Ciências Biológicas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Universidade Federal do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3361449327883772255?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3361449327883772255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3361449327883772255' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3361449327883772255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3361449327883772255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/piau-cabeca-gorda-leporinus-frederici.html' title='Piau cabeça gorda Leporinus frederici (Bloch, 1794): uma importante fonte de alimento no Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93zSTF64WI/AAAAAAAAAXc/bFSogRbF3R8/s72-c/Piau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-647426450886353873</id><published>2010-05-02T14:27:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T15:45:11.219-07:00</updated><title type='text'>PEIXE INVASOR NATURAL DO INDO-PACÍFICO DOMINA POÇAS DE MARÉS NA ILHA DO MARANHÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93vV1zNhrI/AAAAAAAAAXU/_CG37j5ajYA/s1600/Omopunc1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466788681195816626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93vV1zNhrI/AAAAAAAAAXU/_CG37j5ajYA/s320/Omopunc1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O fenômeno da bioinvasão constitui na introdução de espécies exóticas em comunidades naturais nas quais elas não existiam, afetando a biodiversidade dos ecossistemas e interações ecológicas entre as populações a ela pertencentes. A localização litorânea da ilha do Maranhão e alta atividade portuária propiciaram a introdução de espécies invasoras nos ecossistemas marinhos locais e muitos trabalhos verificaram que nos últimos anos houve um aumento na ocorrência de bioinvasão em ecossistemas aquáticos de todo o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Omobranchus punctatus é uma espécie de peixe marinho costeiro que pode ser encontrada em água salobra habitando áreas rochosas e de manguezais. Pertence à família Bleniidae, que engloba cerca de 360 espécies de peixes marinhos tropicais e subtropicais. Assim como muitos dos representantes desta família, este peixe possui dois raios segmentados na nadadeira pélvica e cirros ausentes na cabeça; raios da nadadeira caudal não-ramificados; abertura branquial restrita à região lateral da cabeça, acima do nível extremo dorsal da base da nadadeira peitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição original da espécie O. punctatus restringia-se aos oceanos Índico e Pacífico. No entanto, a partir dos anos 60, registros de sua ocorrência em outras áreas, além da sua distribuição original, começaram a ser relatados. No Maranhão O. punctatus foi encontrada pela primeira vez no ano de 2005 em poças de maré na Praia do Araçagy. Recentemente a presença desta espécie foi verificada também nas poças de maré das praias de São Marcos e Calhau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos trabalhos estudaram o efeito da população de O. punctatus sobre a ictiofauna nativa. Barbosa-Filho, em 2006 demonstrou que a praia do Araçagy constitui o principal sítio de habitação da espécie invasora O. punctatus na Ilha do Maranhão, onde para cada indivíduo de espécie nativa é encontrado cerca de cinco indivíduos invasores. Devido à introdução do bioinvasor O. punctatus nas poças de maré e a conseqüente alteração nas interações ecológicas com a ictiofauna local, este trabalho ainda relacionou diferenças na proporção e densidade desta espécie e de peixes nativos com características das poças de maré da zona intertidal da praia do Araçagy. Em um estudo mais recente, ainda não publicado, foi verificado que existem diferenças significativas na proporção e densidade de indivíduos da espécie O. punctatus em poças de maré, indicando que há preferência pelas poças rochosas àquelas de arenosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BARBOSA FILHO, I.J. 2006. Ecologia da espécie invasora &lt;em&gt;Omobranchus punctatus&lt;/em&gt; em poças de marés da Ilha do Maranhão, Maranhão – Brasil. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Centro Universitário do Maranhão – UNICEUMA. São Luis, Brasil.&lt;br /&gt;CARLTON, J.T, 1985. Transoceanic and inter–oceanic dispersal of coastal marine organisms: the biology of ballast water. Oceanogr. Mar. Biol. Rev. 23:313–317.&lt;br /&gt;GOLANI, D., 2004. First record of the muzzled blenny (Osteichthyes: Blenniidae: &lt;em&gt;Omobranchus punctatus&lt;/em&gt;) from the Mediterranean, with remarks on ship-mediated fish introduction. J. Mar. Biol. Assoc. U.K., 84: 851-852.&lt;br /&gt;GERHARDINGER, L.C.; FREITAS, M.O.; ANDRADE, A.B. &amp;amp; RANGEL, C.A., 2006. &lt;em&gt;Omobranchus punctatus&lt;/em&gt; (Teleostei: Blenniidae), an exotic blenny in the Southwestern Atlantic. Biol. Inv.s, 8 (4):1–6.&lt;br /&gt;LASSO-ALCALÁ, O.; NUNES, J.L.S.; LASSO, C.; POSADA, J.; PIORSKI, N.M.; ROBERTSON, R.; TASSELL, J.V.; GONDOLO, G. F. &amp;amp; GIARRIZZO, T, 2009. Invasão do blênio focinhudo &lt;em&gt;Omobranchus punctatus&lt;/em&gt; (Perciformes, Blenniidae) nas costas da América Central e da América do Sul. Resumo. Anais do I Congresso Brasileiro sobre Bioinvasão, São Luís, Brasil.&lt;br /&gt;ZACHARIAS, M. A. &amp;amp; ROFF, J. C., 2001. Explanations of patterns of intertidal diversity at regional scales. J. Biog., 28, 471-483. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por: Priscila Marlys Sá Rivas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Graduanda de Ciências Biológicas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Universidade Federal do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-647426450886353873?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/647426450886353873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=647426450886353873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/647426450886353873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/647426450886353873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2010/05/peixe-invasor-natural-do-indo-pacifico_02.html' title='PEIXE INVASOR NATURAL DO INDO-PACÍFICO DOMINA POÇAS DE MARÉS NA ILHA DO MARANHÃO'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/S93vV1zNhrI/AAAAAAAAAXU/_CG37j5ajYA/s72-c/Omopunc1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8515660891959233802</id><published>2009-12-18T11:59:00.000-08:00</published><updated>2009-12-18T12:23:01.292-08:00</updated><title type='text'>ESTRUTURA POPULACIONAL DE Hippocampus reidi (TELEOSTEI: SYNGNATHIDAE) NA REGIÃO ESTUARINA DO PONTAL DO CAJUEIRO, TUTÓIA – MA, BRASIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Syvkjt7qObI/AAAAAAAAAWI/CAUMChcYkxU/s1600-h/Femea+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416674279119534514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Syvkjt7qObI/AAAAAAAAAWI/CAUMChcYkxU/s320/Femea+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SyvkIaJDShI/AAAAAAAAAWA/k_JmnTSY6Lg/s1600-h/Coleta+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416673809950525970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SyvkIaJDShI/AAAAAAAAAWA/k_JmnTSY6Lg/s320/Coleta+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Autora: Rosana Sousa de Oliveira Pinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Orientador: Antonio Carlos Leal de Castro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os cavalos-marinhos são peixes ósseos possuidores de biologia e ecologia peculiares que facilitam sua pesca predatória e acidental com redes não-seletivas, sofrendo também com a destruição dos habitats costeiros. Devido à ausência de informações sobre cavalos-marinhos no Maranhão, este estudo objetivou obter dados sobre a estrutura populacional de &lt;em&gt;H. reidi&lt;/em&gt; baseada no estágio de vida, sexo, estado reprodutivo, padrão de coloração e altura, no estuário do Pontal do Cajueiro, Tutóia – MA. As coletas foram realizadas mensalmente de abril a setembro de 2009, em maré vazante. Os animais eram capturados em visualizações na superfície da água percorrendo-se uma distância de 200 m às margens dos pontos amostrais. Informações sobre o sexo, estágio de vida e estado reprodutivo de cada espécime foram registradas, além de sua coloração e altura. Os exemplares eram marcados e devolvidos ao mesmo local onde foram capturados. Medidas de salinidade, pH, oxigênio dissolvido, transparência e profundidade dos locais de coleta foram determinadas in situ. Durante o estudo, foram encontrados 119 indivíduos e 39 recapturas, com uma baixa densidade média de 0,05 ind./m². A maior densidade foi registrada no primeiro trimestre (estação chuvosa), porém não houve diferença significativa para as médias de densidade ao longo dos meses de estudo (p = 0, 42). Possivelmente o pequeno número de pontos amostrais tenha interferido neste resultado. Os adultos representaram 98% da população amostrada, com o pico de fêmeas na estação chuvosa (junho) e também de machos reprodutivamente maduros, sugerindo um pico reprodutivo neste período. A razão sexual, em geral, foi de 1: 0,49 (machos : fêmeas), com diferença significativa (p = 0,02). Este desequilíbrio pode ser resultante da pressão de pesca exercida sobre as fêmeas e/ou o fato destas possuírem uma área vital superior a dos pontos amostrais. A variação cromática e a presença de pontos pretos e marrons, estrias brancas e apêndices cutâneos caracterizaram os padrões de coloração na camuflagem dos cavalos-marinhos segundo o meio. Obteve-se uma altura média da população (x = 14,7 cm ± 2,08) com diferença significativa entre os meses (p = 0, 009) e o segundo trimestre registrando os maiores exemplares. Machos foram ligeiramente maiores do que fêmeas, não havendo diferença significativa (p = 0, 708). Isto nos leva a crer que, caso exista uma pressão de pesca sobre fêmeas, os pescadores selecionariam os exemplares de acordo com o estado reprodutivo e não pelo seu tamanho. Registrou-se a presença de indivíduos com caudas cortadas e um com ferida no corpo, podendo ser efeito da predação parcial por caranguejos e siris, doenças e/ou pesca acidental. Não foi registrada nenhuma influência estatisticamente significativa dos parâmetros ambientais na frequência de indivíduos no estuário ao longo dos meses de estudo (p = 0, 45). As principais ameaças aos cavalos-marinhos observadas no Pontal do Cajueiro foram: desmatamento dos manguezais, pesca não-seletiva (bycatch), procura por hippies e comerciantes de peixes ornamentais dos estados do Piauí e Ceará. Diante disso, medidas são necessárias para a conservação dos cavalos-marinhos neste estuário, onde se inclui: mapeamento e monitoramento das populações no estuário, proibição de sua pesca em áreas relevantes (por ex., berçários), fiscalização intensiva ao uso de redes potencialmente ameaçadoras (tarrafas, puçás) próximo às áreas de pesca proibida e implantação de projetos de educação ambiental na comunidade. Este estudo contribuiu com informações importantes sobre o estado populacional de &lt;em&gt;H. reidi&lt;/em&gt; no Pontal do Cajueiro, tendo um papel fundamental para a criação de planos de manejo e conservação da espécie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8515660891959233802?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8515660891959233802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8515660891959233802' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8515660891959233802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8515660891959233802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/12/estrutura-populacional-de-hippocampus.html' title='ESTRUTURA POPULACIONAL DE Hippocampus reidi (TELEOSTEI: SYNGNATHIDAE) NA REGIÃO ESTUARINA DO PONTAL DO CAJUEIRO, TUTÓIA – MA, BRASIL'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Syvkjt7qObI/AAAAAAAAAWI/CAUMChcYkxU/s72-c/Femea+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6512355272091823949</id><published>2009-10-19T15:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T15:24:30.600-07:00</updated><title type='text'>Orla de São Luís já passa por mudanças em seu ecossistema</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Stzm9bsBcVI/AAAAAAAAAV4/-bBIB1uSVt8/s1600-h/Mortae%2520de%2520sardinhas%2520II.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394440396761821522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Stzm9bsBcVI/AAAAAAAAAV4/-bBIB1uSVt8/s320/Mortae%2520de%2520sardinhas%2520II.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Stzm9AwD-9I/AAAAAAAAAVw/FJeMzsbAiC0/s1600-h/Morte%2520de%2520sardinhas2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394440389531007954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Stzm9AwD-9I/AAAAAAAAAVw/FJeMzsbAiC0/s320/Morte%2520de%2520sardinhas2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É consenso entre pesquisadores e leigos que a destruição ou alteração de um ecossistema em qualquer parte do planeta tem efeitos nocivos, tanto para as vítimas quanto para os autores desse desequilíbrio ambiental. E isso acontece não necessariamente no local onde o desequilíbrio foi provocado. Nas últimas semanas, a região litorânea da Ilha de São Luís tem vivenciado isso de perto. Indícios de ataques de tubarão a banhistas e o aparecimento de toneladas de sardinhas mortas em São José de Ribamar são fatos que confirmam os efeitos da ação humana no nosso litoral. Além disso, não se pode esquecer que nos últimos anos surgiram novas espécies de peixe e siris nocivos ao ecossistema marinho. Justamente em função de desequilíbrio em outras faixas litorâneas, mas que acabam também causando um desequilíbrio ecológico no Maranhão. No dia 9 deste mês, Ingled Brasil Sousa Marques, de 13 anos, foi encontrada morta na praia do Calhau sem os braços e sem as pernas, com indícios de mordidas de animais marinhos. Ela desapareceu na tarde do dia 7, na praia do Araçagi, quando brincava no mar com outros quatro amigos da igreja evangélica Assembléia de Deus, Ministério Madureira, da Liberdade. Ela era estudante de uma escola pública da Liberdade. De acordo com o professor Nivaldo Piorski, mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e professor do Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), a possibilidade de a adolescente ter sido morta após um ataque de tubarão, como chegou a ser ventilada, é pequena. Nesse caso, a hipótese mais provável é que ela tenha morrido afogada e que depois, com as correntes marinhas, ela tenha sido levada após a área de arrebentação onde normalmente vivem esses animais. E, aí sim, o animal pode ter se alimentado dos restos mortais da adolescente. Porém, com base no que já foi verificado em outros litorais como o de Recife (PE), o professor alerta que existem algumas condicionantes ligadas à ação do homem que propiciam a aproximação de tubarões, ou de peixes menores mas igualmente nocivos, das áreas de banho na costa maranhense. E que isso abre a possibilidade de ataques de tubarões a freqüentadores da orla maranhense, embora, essa hipótese, até o momento, seja um pouco distante. A primeira diz respeito à grande quantidade de navios atracados no litoral da capital maranhense, os quais normalmente lançam grande quantidade de lixo na orla marítima, atraindo animais como os tubarões. E a outra diz respeito à grande quantidade de esgoto lançado in natura nas águas da capital. Os dejetos também atraem esses animais para mais próximo das faixas de areia. Deve-se destacar que, recentemente, um estudo do Centro Universitário do Maranhão (Uniceuma) comprovou que de cinco praias pesquisadas quatro estavam impróprias para o banho justamente pela grande quantidade de esgoto lançada diretamente no mar. Para Nivaldo Piorski, os desequilíbrios ambientais na costa maranhense existem, mas ainda não foram suficientes para gerar situações como em Recife onde os ataques de tubarão a banhistas são freqüentes. "Aqui, os ataques são raros, mas é inegável que estamos vendo uma descaracterização (do ecossistema aquático). As ações de descarga de esgoto nas praias é muito grande. Além do estudo do Uniceuma, estava conversando com o pessoal da Sema (Secretaria de Meio Ambiente) e eles me disseram que praticamente em toda a Ilha as áreas de banho estão comprometidas com o lançamento in natura (de esgoto). Existe a questão dos navios que estão se aproximando mais daqui. Então, tudo isso se configura para aproximar mais esses bichos da região", explicou o professor da UFMA. Mesmo com esses fatos que favorecem a aproximação de tubarões das áreas de banho, existe um detalhe que, de certa maneira, ainda propicia que ataques, mesmo em áreas marítimas longínquas, sejam raros em São Luís. "É lógico que a nossa costa tem uma diferença muito grande em relação a Recife. A nossa plataforma é muito mais próxima. Teoricamente a superfície mais rasa dificulta o ataque de tubarão porque dificulta a locomoção do bicho. As condições da água também são importantes. Existe muito igarapé por perto e a salubridade não é ideal para a aproximação dos tubarões", analisou o professor da UFMA. Ação humana pode ser causa de morte de peixes A morte de aproximadamente 10 toneladas de sardinhas no Porto do Vieira, no município de São José de Ribamar, distante 31 km de São Luís, também é um fenômeno que pode ser explicado por uma ação antropomórfica, conforme pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão e técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Neste caso, não necessariamente existe um crime ambiental, mas, pelos indícios prévios, provavelmente a grande quantidade de sardinhas encontradas foi fruto de um ato de pesca predatória. "A gente imaginou várias hipóteses (para a morte dos peixes), falta de oxigênio, uso de timbó (veneno), uso de tapagem e aí conversando com outras pessoas da universidade avaliamos que é muito difícil detectar, nesse momento, o que de fato aconteceu. Mas um desequilíbrio ambiental não foi. Sem dúvida houve efeito antropomórfico. Pode ser mais uma ação predatória", analisou o professor Nivaldo Piorski. Nesse caso, independentemente do que tenha realmente ocasionado a morte das sardinhas, os especialistas alegam que, sem dúvida, haverá um processo de desequilíbrio ecológico na região. Principalmente porque nesse período (setembro e outubro), vários cardumes procuram outras áreas para se reproduzir e procurar alimentos como plânctons e zooplânctons. E parte da cadeia alimentar de outros peixes deve ser prejudicada em Ribamar. "Vários peixes se alimentam de sardinhas e, sem elas, também poderão morrer", afirmou a analista ambiental do Ibama, Ciclene Brito. Mas os desequilíbrios ambientais na costa maranhense não se atêm apenas a possíveis ataques de tubarão ou cardumes que aparecem mortos. Nos últimos anos, apareceram na costa maranhense novas espécies de siris e de peixes que não estavam habitados no litoral local justamente por desequilíbrios ambientais em outras costas marítimas. Um exemplo é o peixe predador Blênio Focinhudo. "Esses peixes chegam à nossa costa acompanhando os navios ou mesmo em águas de lastro. Ao chegar aqui, eles precisam se readaptar e isso causa um desequilíbrio na costa, sem dúvida", finalizou o doutor em Oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Jorge Luiz Silva Nunes. Mais O litoral maranhense é o segundo maior em extensão em todo o Brasil. São 640 km de litoral, perdendo apenas para o litoral baiano, que tem 932 km. O litoral maranhense responde por 8,7% da costa brasileira; o baiano, por 12,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="javascript:%20void%20window.open("&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://imirante.globo.com/oestadoma/noticias/2009/09/27/pagina161973.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Wilson Lima, O Estado do Maranhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fotos: Tribuna do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6512355272091823949?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6512355272091823949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6512355272091823949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6512355272091823949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6512355272091823949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/10/orla-de-sao-luis-ja-passa-por-mudancas.html' title='Orla de São Luís já passa por mudanças em seu ecossistema'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Stzm9bsBcVI/AAAAAAAAAV4/-bBIB1uSVt8/s72-c/Mortae%2520de%2520sardinhas%2520II.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2905542128092316259</id><published>2009-08-22T15:26:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T15:54:58.269-07:00</updated><title type='text'>As Reentrâncias Maranhenses</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB1HNElOtI/AAAAAAAAAVo/xSEbBWHJfqk/s1600-h/Reentr%C3%A2ncias+3.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372923122081413842" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB1HNElOtI/AAAAAAAAAVo/xSEbBWHJfqk/s320/Reentr%C3%A2ncias+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0v58_pAI/AAAAAAAAAVg/7UGRuwvCqsI/s1600-h/Reentr%C3%A2ncias+4.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372922721812325378" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0v58_pAI/AAAAAAAAAVg/7UGRuwvCqsI/s320/Reentr%C3%A2ncias+4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0iQK-YqI/AAAAAAAAAVY/uQcMUBYX0uY/s1600-h/Reentr%C3%A2ncias+5.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372922487258374818" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0iQK-YqI/AAAAAAAAAVY/uQcMUBYX0uY/s320/Reentr%C3%A2ncias+5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0WvsveVI/AAAAAAAAAVQ/HvWxiHcV4AA/s1600-h/Peixes+mortos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372922289563072850" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0WvsveVI/AAAAAAAAAVQ/HvWxiHcV4AA/s320/Peixes+mortos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0H3Lo-2I/AAAAAAAAAVI/-XEZJDr2ymU/s1600-h/Praia+2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372922033873681250" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB0H3Lo-2I/AAAAAAAAAVI/-XEZJDr2ymU/s320/Praia+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpBz1dl352I/AAAAAAAAAVA/Wlm8rmdc93I/s1600-h/Reentr%C3%A2ncias+1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372921717766743906" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpBz1dl352I/AAAAAAAAAVA/Wlm8rmdc93I/s320/Reentr%C3%A2ncias+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Conhecer as reentrâncias maranhenses realmente foi uma enorme aventura e consistiu em uma e experiência formidável. A onipotência das florestas de manguezais formada pela grande densidade árvores altíssimas; o mar encrespado que ora está cor de caldo de cana, ora verde esmeralda e um vento forte que não para dão o cartão de visita de uma região fervilhante de vida. Guarás, garças, socós, fragatas, maçaricos e gaivotas fazem parte de comitê aéreo de boas vindas. Por outro lado, os siris, caranguejos, aratus e principalmente os chama-marés costumam a protagonizar um espetáculo de coreografias distintas, talvez convidativa para o espetáculo da natureza. Na água do mar há uma escolta para formada por cardumes indóceis de sardinhas e tainhas, além de grupos de golfinhos freneticamente exibidos ciceroneando os passeios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cenários exuberantemente monótonos, por se tratar de faixas intermináveis de manguezais, mas de repente você se depara com mantos de areias bem alvas que quebram a continuidade de uma paisagem verde, verde do manguezal e verde do mar, apresentando feições repletas de dunas, restingas e falésias, quando a visita é feita logo no fim estação chuvosa se torna mais agradável, pois as lagoas funcionam como um bônus para todos que desejam se refrescar. Convenhamos, é um bônus tentador e irresistível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cenário de abundância de recursos pesqueiros a princípio é de deixar qualquer um de queixo caído, mas isso ocorre apenas nos primeiros minutos. Pois, até você saber o preço da corvina-gó, da pescada amarela, da cavala e do delicioso e graúdo camarão você não vai parar de mastigar. Uma saída de barco sem um avoado (peixe escalado preparado em fogareiro) dá sabor a epopéia. O quilo do peixe é muito barato, o peixe mais caro custa R$7,00 o quilo, no período de maio a julho os peixes estão em grande abundância, gordos e muito baratos. O camarão pode ser encontrado entre R$4,00 e R$10,00. Porém, quando peixe chega na sua mesa o valor é Infelizmente quase 100% acima, ou mais, do valor vendido ainda no barco. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa abundância elevada também tem suas outras conotações, os peixes mais apreciados são aqueles pertencentes às famílias Ariidae (bagres) e Sciaenidae (pescadas) que como foi dito acima atingem valores bem simplórios, enquanto as outras espécies que não são tão apreciados têm o valor de mercado irrisório. Contudo, a preleção por alguns tipos de pescados gerados pelo mercado consumidor até que não responde tanto no quesito desperdício quando comparado com a pesca predatória, pois mesmo pegando peixes de baixo valor o próprio pescador garante o sustento da sua família levando o subproduto da sua pescaria para sua casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O principal problema é denominado e identificado facilmente, chama-se pesca predatória. É comum encontrar muitas varas fincadas na água, às vezes é um perigo para a navegação por potencialmente poder causar acidentes, as vezes causam mesmo. Quando nos aproximamos notamos que constituem vários tipos de armadilhas, como: currais, zangaria e muruada. Os currais são armadilhas fixas com varas e arames (ou cipós) dispostas estrategicamente para aprisionar cardumes e que são despescadas na maré vazante, representa cerca de 10% da pesca artesanal do Estado. A zangaria é outra armadilha tradicional, constitui na fixação enfileirada de muitas varas que servem de suporte para uma rede com entrenós muito pequenos e com seu entalhe inferior preso às varas, sua extensão chega alcançar até 1.700m. A razão do uso da zangaria é capturar camarões, porém captura muitas espécies de peixes juvenis que são descartadas. Outra armadilha que utiliza varas e um tipo de rede grande, chamada de puçá (lembra um saco de coar café) é a muruada. Como o próprio nome sugere, há um enfileiramento longo de varas e entre seus intervalos são fixados os puçás, também constitui em uma armadilha para capturar camarões e desperdício de outras espécies marinhas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos observar com grande freqüência brilhos no mar, que correspondem a peixes prateados (coloração comum de peixes que vivem ambientes estuarinos) mortos ou bandos de urubus, caracará e gaivotas na praia se banqueteando de peixes rejeitados por pescadores de camarão. Outro problema que aumenta a realização de práticas ilegais é a falta de uma fiscalização efetiva nas pescarias do Estado. Campanhas de educação ambiental para a sensibilização sobre a reserva de estoques pesqueiros, desenvolvimento de novas tecnologias acessíveis e aconselhamento técnico são ferramentas que podem surtir alguns efeitos principalmente quando os próprios atores estão envolvidos no processo e se houver comprometimento político do Estado e dos municípios para melhor gerenciar seus recursos. Pois, os mecanismos para integrar manejos e gerenciamento estão à disposição, mas está faltando fazer acontecer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma bela viajem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;ALMEIDA, Z.S.; CASTRO, A.C.L.; PAZ, A.C.; RIBEIRO, D.; BARBOSA, N. &amp;amp; RAMOS, T. 2006. Diagnóstico da pesca artesanal no litoral do estado do Maranhão. PP. 41-65. In: ISAAC, V.J.; MARTINS, A.S.; HAIMOVICI, M. &amp;amp; ANDRIGUETTO, J.M. (Org). A pesca marinha e estuarine do Brasil no início do sécul XXI: recursos, tecnologias, aspectos socioeconômicos e institucionais. Belém: Editora Universitária UFPA. 188p.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA, Z.S.; COELHO, G.K.F; MORAIS, G.C. &amp;amp; NAHUM, V.J.I. 2007. Inventário e diagnóstico das espécies ícticas comerciais marinhas e estuarinas maranhenses. pp. 13-66. In: Silva, A.C &amp;amp; Fortes, J.L.O. Diversidade biológica, uso e conservação dos recursos naturais do Maranhão: Projetos e ações em química e biologia. Volume 2. São Luís: Editora UEMA. 366p. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;PIORSKI, N.M.; SERPA, S.S. &amp;amp; NUNES, J.L.S. 2009. Análise comparativa da pesca de curral na Ilha do Maranhão, Maranhão - Brasil. Arquivos de Ciências do Mar. 42(1):65-71. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2905542128092316259?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2905542128092316259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2905542128092316259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2905542128092316259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2905542128092316259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/08/as-reentrancias-maranhenses.html' title='As Reentrâncias Maranhenses'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SpB1HNElOtI/AAAAAAAAAVo/xSEbBWHJfqk/s72-c/Reentr%C3%A2ncias+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8300988749309098991</id><published>2009-06-01T06:07:00.000-07:00</published><updated>2009-08-23T10:46:06.187-07:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Abramites hypselonotus (Günther, 1868)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SiPTQHff62I/AAAAAAAAAU4/qCyCboznTDg/s1600-h/Abramites+hypselonotus2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342345856834071394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SiPTQHff62I/AAAAAAAAAU4/qCyCboznTDg/s320/Abramites+hypselonotus2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; É uma espécie pelágica tropical de água doce petencente à família Anastomidae que habita ambientes de águas rápidas e fundos pedregosos cuja distribuição está restrita à América do Sul: nas bacias do Amazonas, Orinoco, Paraguai e baixo rio Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas principais características morfológicas incluem o focinho notoriamente pontiagudo, corpo robusto, machas marrons na nadadeira pélvica e faixas verticais marrons nos flancos. Podem atingir até 15cm de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a categoria trófica, são onívoros. Alimentam-se vermes, crustáceos e matéria vegetal. Em aquários não dispensam alface e ervilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (edits). 2009. Fishbase. World Wide Web eletronic publication.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8300988749309098991?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8300988749309098991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8300988749309098991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8300988749309098991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8300988749309098991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/06/conheca-especie-abramites-hypselonotus.html' title='Conheça a espécie Abramites hypselonotus (Günther, 1868)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SiPTQHff62I/AAAAAAAAAU4/qCyCboznTDg/s72-c/Abramites+hypselonotus2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7870190407002166724</id><published>2009-03-12T06:51:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T07:01:32.996-07:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Isogomphodon oxyrhynchus (Müller e Henle, 1839)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SbkUd_Uc8ZI/AAAAAAAAAUo/nzMow7WA6gY/s1600-h/Ioxy2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312299740906189202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SbkUd_Uc8ZI/AAAAAAAAAUo/nzMow7WA6gY/s320/Ioxy2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SbkUUQz6LtI/AAAAAAAAAUg/1Zl6Sidh3I4/s1600-h/Ioxy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312299573802839762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SbkUUQz6LtI/AAAAAAAAAUg/1Zl6Sidh3I4/s320/Ioxy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O tubarão quati, &lt;em&gt;Isogomphodon oxyrhynchus&lt;/em&gt; (Müller e Henle, 1839) habita águas rasas do Atlântico ocidental de Trinidad até o norte do Brasil, muito abundante na costa do estado de Maranhão, podendo ser encontrados nas baías de São Marcos e Cumã, e em bancos litorais rasos. É um tubarão de pequeno porte que atinge cerca de 150cm de comprimento total e suas características morfológicas são notórias, como: o focinho protuberante e suas nadadeiras peitorais muito largas.&lt;br /&gt;A sua distribuição está associada com climas quentes, úmidos e águas altamente turvas onde predominam os manguezais. As espécies entram nas baías durante a estação seca e se mudam para os bancos rasos ao largo da costa durante a estação chuvosa. Isto provavelmente está relacionado à diminuição da salinidade.&lt;br /&gt;Durante a estação chuvosa é comum encontrar fêmeas grávidas, com ovos recentemente fertilizados ou com embriões. Por outro lado, as fêmeas não grávidas apresentam os ovários bem desenvolvidos, começo da preparação para a reprodução, as posturas ocorrerão no início da estação chuvosa, embora a gestação parece desenvolver de janeiro a dezembro. A ninhada pode ser formada por até sete embriões e há um resguardo entre dois ciclos sucessivos.&lt;br /&gt;Por fim, os tubarões quati correm sérios riscos de existência. Primeiro a espécie é endêmica, isto equivale dizer que possuem distribuição muito restrita. Há também os outros efeitos negativos, como a sobrepesca, impactos em suas áreas de reprodução além da baixa taxa de fecundidade. Estes fatores lhe indicaram a reforçar a lista vermelha dos animais ameaçados de extinção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lessa, R; Batista, V. &amp;amp; Almeida, Z. 1999. Occurrence and biology of the daggernose shark Isogomphodon oxyrhynchus (Chondrichthyes: Carcharhinidae) off the Maranhão coast (Brazil). Bulletin of marine science, 64(1): 115-128.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lessa, R., Charvet-Almeida, P., Santana, F.M. &amp;amp; Almeida, Z. 2006. Isogomphodon oxyrhynchus. In: IUCN 2008. 2008 IUCN Red List of Threatened Species. &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.iucnredlist.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.iucnredlist.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&gt;. Downloaded on 12 March 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7870190407002166724?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7870190407002166724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7870190407002166724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7870190407002166724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7870190407002166724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/03/conheca-especie-isogomphodon.html' title='Conheça a espécie Isogomphodon oxyrhynchus (Müller e Henle, 1839)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SbkUd_Uc8ZI/AAAAAAAAAUo/nzMow7WA6gY/s72-c/Ioxy2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7857268910398139633</id><published>2009-01-26T10:17:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T10:40:51.763-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Colomesus asellus (Müller &amp; Troschel, 1849)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX4DcxF58XI/AAAAAAAAAT4/HMoCIKfq-mg/s1600-h/Colomesus+asellus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295674004583608690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX4DcxF58XI/AAAAAAAAAT4/HMoCIKfq-mg/s320/Colomesus+asellus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX4DP18ex5I/AAAAAAAAATw/j5khe8yuAk4/s1600-h/Colomesus+asellus+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295673782547957650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX4DP18ex5I/AAAAAAAAATw/j5khe8yuAk4/s320/Colomesus+asellus+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O popular baiacu neotropical de água doce vive em igarapés e na calha dos rios. Seu aspecto morfológico se assemelha com seus parentes marinhos: possui o corpo arredondado, maxilas em forma de bico, constituído por dentes fundidos na base, dois dentes na parte superior e dois na porção inferior da boca. Nadadeira pélvica ausente, nadadeira dorsal única e próxima do pedúnculo caudal, alinhada com a nadadeira anal; nadadeira caudal com margem truncada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu padrão de colorido é cinza-amarelado; possui várias faixas transversais escuras e irregulares na cabeça e no dorso até a linha média do corpo. As nadadeiras peitorais possuem a margem posterior escuras; nadadeira caudal com bordas escuras; e a nadadeira dorsal e anal acinzentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua distribuição é restrita à América do Sul, somente nas bacias do Amazonas e do Tocantins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, G.M.; MÉRONA, B; JURAS, A.A. &amp;amp; JÉGU, M. 2004. Peixes do baixo Tocantins: 20 anos depois da Usina Hidrelétrica Tucuruí. Brasilia: Eletronorte. 216p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2008. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7857268910398139633?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7857268910398139633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7857268910398139633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7857268910398139633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7857268910398139633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/01/o-popular-baiacu-neotropical-de-gua.html' title='Conheça a espécie Colomesus asellus (Müller &amp; Troschel, 1849)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX4DcxF58XI/AAAAAAAAAT4/HMoCIKfq-mg/s72-c/Colomesus+asellus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3450022852042495503</id><published>2009-01-26T10:07:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T10:13:55.108-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Exodon paradoxus Müller &amp; Troschel, 1844</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX38hmRtevI/AAAAAAAAATo/Sh_nTgQY_Qs/s1600-h/Exodon+paradoxus+.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295666390998285042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX38hmRtevI/AAAAAAAAATo/Sh_nTgQY_Qs/s320/Exodon+paradoxus+.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Comumente conhecido como miguelito ou miguelzinho na bacia do Tocantins, a espécie &lt;em&gt;E. paradoxus&lt;/em&gt; é carnívora, mas pode se alimentar de escamas, insetos e outros invertebrados. Pode ser encontrado facilmente perto das margens e é comumente capturado utilizando garrafas PET com isca de farinha de mandioca ou fubá de milho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu corpo é fusiforme; sua boca terminal possui o osso maxilar longo e evidente, cujo é utilizado para retirar escamas de outros peixes quais se alimentam. Sua coloração é cinza amarelada com a parte superior da cabeça cinza escuro; ainda possui duas manchas negras, uma no flanco e a outra no pedúnculo caudal; nadadeiras amareladas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sua área de distribuição é registrada para América do Sul, ocorrendo na Guiana e no Brasil, nas bacias do Amazonas e Tocantins.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para conhecer mais:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, G.M.; MÉRONA, B; JURAS, A.A. &amp;amp; JÉGU, M. 2004. Peixes do baixo Tocantins: 20 anos depois da Usina Hidrelétrica Tucuruí. Brasilia: Eletronorte. 216p.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2008. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3450022852042495503?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3450022852042495503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3450022852042495503' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3450022852042495503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3450022852042495503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/01/conhea-espcie-exodon-paradoxus-mller.html' title='Conheça a espécie Exodon paradoxus Müller &amp; Troschel, 1844'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SX38hmRtevI/AAAAAAAAATo/Sh_nTgQY_Qs/s72-c/Exodon+paradoxus+.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1625175662910064815</id><published>2009-01-22T16:18:00.000-08:00</published><updated>2009-01-22T16:44:49.467-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Gobiesox barbatulus Starks, 1913</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SXkSdo9L7zI/AAAAAAAAATg/ZqzTO0okryE/s1600-h/Gobiesox+barbatulus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294283137370287922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SXkSdo9L7zI/AAAAAAAAATg/ZqzTO0okryE/s320/Gobiesox+barbatulus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Praticamente desconhecida pela maioria das pessoas a espécie &lt;em&gt;G. barbatulus&lt;/em&gt; é muito comum em ambientes rasos como as poças de marés e recifes costeiros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A dificuldade de visualização no ambiente em que vivem provém de seu hábito críptico que envolve sua associação com rochas. Dessa forma ficam bem aderidos através das suas nadadeiras pélvicas fundidas para se protegerem do batimento de ondas, correntes e marés. Devido a essa capacidade de se fixarem em substratos rochosos são denominados de peixe prego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por outro lado, sua coloração varia muito e faz com o indivíduo se camufle de acordo com a disposição do ambiente circundante. Sua coloração pode variar do pálido, passando pelo cinza até o marrom escuro dependendo do substrato; pigmentações escuras formam manchas estriadas nos flancos e na cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A área de distribuição desta espécie compreende o Atlântico Ocidental, dos Estados Unidos até o sudeste do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. Peixes da costa brasileira. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2008. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1625175662910064815?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1625175662910064815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1625175662910064815' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1625175662910064815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1625175662910064815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/01/conhea-espcie-gobiesox-barbatulus.html' title='Conheça a espécie Gobiesox barbatulus Starks, 1913'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SXkSdo9L7zI/AAAAAAAAATg/ZqzTO0okryE/s72-c/Gobiesox+barbatulus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7533199312103590322</id><published>2009-01-06T09:41:00.000-08:00</published><updated>2009-01-06T10:11:42.807-08:00</updated><title type='text'>Resumo: SUSTENTABILIDADE DA PESCA ARTESANAL NO LAGO DE VIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Clarissa Lobato da Costa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Orientador: Prof. Dr. Antonio Carlos Leal de Castro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Co-orientador: Prof. Dr. Claudio Urbano B. Pinheiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Programa de Pós Graduação em Sustentabilidade de Ecossistemas - Universidade Federal do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ano de defesa 2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A pesca artesanal é uma das principais atividades econômicas no município de Viana, envolvendo um contingente expressivo de pessoas que praticam diariamente esta atividade. Este estudo teve como objetivo avaliar a pesca artesanal considerando a sazonalidade regional, abordando as dimensões social, econômica e ecológica para a sustentabilidade da atividade. Para isso, foi utilizada a metodologia de aplicação de questionários e acompanhamento de desembarque pesqueiro, determinando o destino do produto da pesca. Foi utilizado também o cálculo do balanço hídrico para propor cenários de sustentabilidade da pesca. Os resultados revelaram que o pescador, embora tenha alimentação diária garantida, é o que menos ganha em termos financeiros com a atividade, tendo condições de vida precária. Foi registrada para o Lago de Viana a ocorrência de 26 espécies pertencentes a 17 famílias e 24 gêneros. As espécies &lt;em&gt;Plagioscion squamosissimus&lt;/em&gt; (pescada branca), &lt;em&gt;Pygocentrus nattereri&lt;/em&gt; (piranha) e &lt;em&gt;Prochilodus nigricans&lt;/em&gt; (curimatá) ocorreram durante o ano inteiro sendo significativas nas capturas, ao passo que &lt;em&gt;Schizodon vittatus&lt;/em&gt; (aracu) e &lt;em&gt;Pimelodus omatus&lt;/em&gt; (mandi) tiveram maior representatividade no período chuvoso. Observa-se também que &lt;em&gt;Hoplias malabaricus&lt;/em&gt; (traíra) e &lt;em&gt;Loricariichthys &lt;/em&gt;sp (viola), os chamados “peixes pretos” tiveram maior representatividade no período seco. Cenários relacionados ao represamento de água por meio de construção de pequenas barragens ou represamento de canais foram aqui colocados como alternativa para a sustentabilidade na região. Entretanto, no que diz respeito à atividade de aqüicultura, o investimento viabilizando a criação de espécies nativas em consórcios comunitários poderia ser uma alternativa para a localidade, a qual tem um hidroperíodo irregular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7533199312103590322?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7533199312103590322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7533199312103590322' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7533199312103590322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7533199312103590322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2009/01/resumo-sustentabilidade-da-pesca.html' title='Resumo: SUSTENTABILIDADE DA PESCA ARTESANAL NO LAGO DE VIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6436192995823840570</id><published>2008-12-29T03:45:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T12:02:21.703-08:00</updated><title type='text'>Tenham um feliz 2009 com muitos congressos pela frente...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A agenda está cheia para 2009, muitos eventos estarão em pauta de muitos laboratórios de ictiologia do Brasil, desde eventos mais abrangentes aos mais específicos, enveredando pelos nossos imensos bosques e vergéis floridos até o som da rumba e do merengue caribe adentro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285190648797069330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjE5JfEABI/AAAAAAAAASc/9Dgyfwk4LYE/s320/EBI+2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para acabar a ressaca do reveillon temos de imediato o &lt;strong&gt;XVIII Encontro Brasileiro de Ictiologia&lt;/strong&gt; que se realizará nos dias 25 a 30 de janeiro na Universidade Federal do Mato Grosso, veja maiores detalhes no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sbi.bio.br/ebi2009.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.sbi.bio.br/ebi2009.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjHi7_vtgI/AAAAAAAAAS8/MFFHyiW1Cy0/s1600-h/CBBI+2009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285193565753816578" style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjHi7_vtgI/AAAAAAAAAS8/MFFHyiW1Cy0/s320/CBBI+2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Seguindo nosso calendário de comemorações após a folia de Momo, 6 à 9 de abril, teremos em São Luís do Maranhão o &lt;strong&gt;I Congresso Brasileiro Sobre Bioinvasão&lt;/strong&gt; , que abordará um dos temas mais discutidos nesta época de globalização. As informações sobre o evento podem ser encontradas em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ejmutual.com.br/congresso/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://ejmutual.com.br/congresso/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285192250952878994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjGWZ-xi5I/AAAAAAAAAS0/cqvMSFzudJs/s320/CBBM+2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O &lt;strong&gt;II Congresso Brasileiro de Biologia Marinha &lt;/strong&gt;(II CBBM) será realizado no período de 24 a 28 de maio de 2009, no Hotel Atlântico Búzios, no Município de Armação de Búzios - RJ. Acesse &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uff.br/cbbm2009/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.uff.br/cbbm2009/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285194053663238978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjH_Vmaq0I/AAAAAAAAATE/FddVW0bSduw/s320/CLACM+2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E para fechar o ano com chave de ouro, o maior evento de ciências do mar da América Latina, &lt;strong&gt;XIII Congresso Latinoamericano de Ciências del Mar&lt;/strong&gt;, que acontecerá em Havana – Cuba no período de 26 a 30 de outubro. Entre em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.colacmarcuba2009.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.colacmarcuba2009.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que em todos os eventos contam seus respectivos links para maiores informações sobre prazo de inscrições e envios de resumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, tenham um feliz e produtivo 2009!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6436192995823840570?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6436192995823840570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6436192995823840570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6436192995823840570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6436192995823840570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/12/tenham-um-feliz-2009-com-muitos.html' title='Tenham um feliz 2009 com muitos congressos pela frente...'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SVjE5JfEABI/AAAAAAAAASc/9Dgyfwk4LYE/s72-c/EBI+2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3761381320100091765</id><published>2008-11-01T04:13:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T04:48:40.536-07:00</updated><title type='text'>Nova espécie de peixe, Platydoras brachylecis, é descrita para o Brasil.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SQxBguiRK8I/AAAAAAAAANA/KL5RE2TH51M/s1600-h/Novo+Patydoras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263654094992649154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SQxBguiRK8I/AAAAAAAAANA/KL5RE2TH51M/s320/Novo+Patydoras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O professor e pesquisador da Universidade Federal do Maranhão, Nivaldo Magalhães Piorski, conjuntamente com os pesquisadores Júlio Garavello, Mariangeles Arce H. e Mark Peréz, descreveu uma nova espécie de peixe do gênero &lt;em&gt;Platydoras&lt;/em&gt;. A nova espécie foi encontrada nas bacias hidrográficas do Pindaré e Parnaíba, localizadas no nordeste do Brasil. As características que lhe diferencia das demais espécies cogenéricas são: faixa amarelo-pálida a branco iniciando acima das órbitas, continuando médio-lateralmente sobre o corpo e atingindo os raios medianos da nadadeira caudal; pele das axilas dos espinhos médio-laterais sem concentração de pequenas pintas negras; escudos médio-laterais baixos (altura do décimo escudo 8.8-11.9% do comprimento padrão) e os escudos médio-laterais do pedúnculo caudal distintamente separados das placas médio-dorsais e médio-ventrais da mesma região por uma faixa de pele. O artigo que documenta a descoberta da nova espécie de peixe, &lt;em&gt;P. brachylecis&lt;/em&gt;, no Maranhão e também traz a validação de três espécies de &lt;em&gt;Platydoras &lt;/em&gt;(P&lt;em&gt;. armatulus, P. costatus e P. hancockii&lt;/em&gt;) foi publicado recentemente na revista Neotropical Ichthyology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais: acesse o artigo no site da revista Neotropical Ichthyology  &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/ni/v6n3/a21v6n3.pdf"&gt;http://www.scielo.br/pdf/ni/v6n3/a21v6n3.pdf&lt;/a&gt; ou no próprio Peixes do Maranhão na seção outros artigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3761381320100091765?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3761381320100091765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3761381320100091765' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3761381320100091765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3761381320100091765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/11/nova-espcie-de-peixe-platydoras.html' title='Nova espécie de peixe, Platydoras brachylecis, é descrita para o Brasil.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SQxBguiRK8I/AAAAAAAAANA/KL5RE2TH51M/s72-c/Novo+Patydoras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2667925764133243535</id><published>2008-09-16T07:10:00.000-07:00</published><updated>2008-09-16T07:19:43.858-07:00</updated><title type='text'>Você sabe o que é um Sítio Ramsar?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SM_AOba90RI/AAAAAAAAAM4/Yr4yQZ_EJ7s/s1600-h/Ramsar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246623445021479186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SM_AOba90RI/AAAAAAAAAM4/Yr4yQZ_EJ7s/s320/Ramsar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De acordo com a Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional sediada em Ramsar – Irã, em 1971, esta convenção tem como objetivo a conservação e o uso racional de todas as zonas úmidas a fim de almejar o tão desejado desenvolvimento sustentável através de cooperações internacionais para criação dos sítios.&lt;br /&gt;O Brasil possui uma das maiores zonas úmidas do planeta, sendo que o estado do Maranhão contribui com três Sítios Ramsar: a Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense, a Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses e o Parque Estadual Marinho Parcel de Manuel Luiz.&lt;br /&gt;Alguns pontos positivos estão embutidos, além da criação das zonas úmidas, como: ações para criação de Unidades de Conservação, potencialidades para financiamentos internacional, diretrizes e obrigações nacionais para impedir transformações das características do Sítio etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Biodiversidade Costeira e Marinha Brasileira; IBAMA e Instituto Chico Mendes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2667925764133243535?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2667925764133243535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2667925764133243535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2667925764133243535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2667925764133243535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/09/voc-sabe-o-que-um-stio-ramsar.html' title='Você sabe o que é um Sítio Ramsar?'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SM_AOba90RI/AAAAAAAAAM4/Yr4yQZ_EJ7s/s72-c/Ramsar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-677250347723664594</id><published>2008-09-05T18:11:00.000-07:00</published><updated>2008-09-05T18:18:11.945-07:00</updated><title type='text'>Livro Peixes Marinhos do Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SMHaMIdssaI/AAAAAAAAAMw/RR6qYMgAQFU/s1600-h/Capa2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242711343201300898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SMHaMIdssaI/AAAAAAAAAMw/RR6qYMgAQFU/s320/Capa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SMHZriRDJ5I/AAAAAAAAAMo/Az8gzs9qvCs/s1600-h/Capa+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242710783191885714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SMHZriRDJ5I/AAAAAAAAAMo/Az8gzs9qvCs/s320/Capa+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A novidade do semestre é a volta dos esforços aplicados para elaboração do livro Peixes Marinhos do Maranhão que trará uma grande compilação de todos os trabalhos realizados no litoral maranhense em um único volume. Até o momento temos a posse de capítulos que abordam ictioplâncton, peixes recifais, peixes de intertidais, peixes estuarinos e uma breve revisão bibliográfica comentada. No entanto estamos a procura de parceiros que queiram contribuir com o projeto produzindo capítulos sobre dinâmica, pesca, sócio-economia, peixes de importância econômica e outros tópicos de interesse nesta área de estudo. O segundo passo será a busca de recursos e de entidades para parceria com intuito da publicação do livro. Qualquer dúvida enviem um e-mail para o administrador do blog: www.peixesdomaranhao.blogspot.com.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-677250347723664594?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/677250347723664594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=677250347723664594' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/677250347723664594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/677250347723664594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/09/livro-peixes-marinhos-do-maranho.html' title='Livro Peixes Marinhos do Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SMHaMIdssaI/AAAAAAAAAMw/RR6qYMgAQFU/s72-c/Capa2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2476600131484064605</id><published>2008-08-26T05:41:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T05:51:07.872-07:00</updated><title type='text'>Exposição Recifes de Coral Brasileiros será mostrada em São Luís</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SLP8GoWYn2I/AAAAAAAAAMg/56VuTMo9TFk/s1600-h/Apresenta%C3%A7%C3%A3o1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238807982402740066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SLP8GoWYn2I/AAAAAAAAAMg/56VuTMo9TFk/s320/Apresenta%C3%A7%C3%A3o1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Ministério do Meio Ambiente (MMA), com apoio do IBAMA/MA e da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Maranhão promoverá, na primeira quinzena de setembro, a exposição Recifes de Coral Brasileiros em comemoração ao Ano Internacional dos Recifes de Coral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os recifes de coral constituem-se em importantes ecossistemas, altamente diversificados, considerados o mais diverso habitat marinho do mundo. O primeiro ano Internacional dos Recifes de Corais foi comemorado em 1997 com o objetivo de chamar a atenção para o aumento das ameaças e perdas de recifes de coral e ecossistemas associados, tais como manguezais e banco de algas. Passados dez anos, continua a necessidade urgente de se aumentar o conhecimento sobre os recifes e seus valores ecológicos, econômicos, sociais e culturais, bem como, sobre as ameaças críticas a esses ambientes, além de gerar ações urgentes e efetivas de conservação e uso sustentável, no âmbito regional e local. Dessa forma, a Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral (ICRI), designou o ano de 2008 como o Ano Internacional dos Recifes de Coral. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A mostra que será exibida em São Luís foi preparada pelo Núcleo da Zona Costeira e Marinha e Projeto Corredores Ecológicos da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA, em parceria com as organizações não governamentais SOS Mata Atlântica e Conservação Internacional. Com o objetivo de divulgar a diversidade e importância dos recifes de coral do Brasil e as ações em prol da conservação deste ambiente no país, a exposição já foi apresentada em Brasília, Fortaleza, São Paulo, Salvador, Aracaju e Maceió. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Maranhão possui o maior banco de corais da América do Sul e marca o limite norte de distribuição dos corais formadores de recifes no Brasil. Para proteger essa riqueza foi criado, em 1991, o Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís, localizado no litoral ocidental do Estado, correspondente ao município de Cururupu, a cerca de 100 milhas náuticas (ou 180 km) da capital, São Luís. Com extraordinária importância biológica, histórica (devido aos quase 200 navios que naufragaram na região), científica e econômica (pois os recifes são berçários de inúmeras espécies de peixes de importância econômica), o Parque foi reconhecido em 2000 como Zona Úmida de Importância Internacional (Sítio Ramsar), sendo a única região de corais brasileiros a receber este título.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A exposição estará aberta ao público, do dia 04 ao dia 12 de setembro, das 09 às 17:30 horas, no Núcleo de Educação Ambiental do Parque do Bom Menino, localizado à Av. Alexandre Moura, s/n, Centro. Uma equipe de monitores estará presente para acompanhar os visitantes e fornecer maiores informações sobre as características e a conservação dos recifes de coral.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além da mostra sobre recifes de coral, os visitantes do Parque do Bom Menino poderão conhecer mais sobre a fauna maranhense na recém-inaugurada base do Centro de Mamíferos Aquáticos, que mantém a exposição “Protegendo os Mamíferos Aquáticos no Maranhão”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2476600131484064605?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2476600131484064605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2476600131484064605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2476600131484064605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2476600131484064605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/08/exposio-recifes-de-coral-brasileiros.html' title='Exposição Recifes de Coral Brasileiros será mostrada em São Luís'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SLP8GoWYn2I/AAAAAAAAAMg/56VuTMo9TFk/s72-c/Apresenta%C3%A7%C3%A3o1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-953052391235390191</id><published>2008-06-12T05:50:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:36.646-08:00</updated><title type='text'>Phylogenetic and ecological inference of three Halichoeres</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEdvjkC9uI/AAAAAAAAAMY/f8oldYSAi_4/s1600-h/Jer%C3%B4nimo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210978946681861858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEdvjkC9uI/AAAAAAAAAMY/f8oldYSAi_4/s320/Jer%C3%B4nimo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEc3GN__SI/AAAAAAAAAMQ/BVydvPzY48U/s1600-h/080612_093745.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Brevemente sairá publicado na revista Cybium da Sociedade Francesa de Ictiologia o artigo acima intitulado de Phylogenetic and ecological inference of three &lt;em&gt;Halichoeres&lt;/em&gt; (Perciformes: Labridae) species through geometric morphometrics de autoria dos pesquisadores Jorge Luiz Silva Nunes, Nivaldo Magalhães Piorski &amp;amp; Maria Elisabeth de Araújo. Por enquanto fiquem com o resumo do artigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A study of geometric morphometrics was carried out based on 109 specimens of four Labridae species captured in north-eastern Brazil. The canonical variable analysis applied on the W Matrix discriminated the species, and the partial warps analysis located the morphological variations. According to analysis, the &lt;em&gt;Halichoeres&lt;/em&gt; species constitute a monophyletic group, with &lt;em&gt;H. poeyi&lt;/em&gt; as the sister-group of the clade &lt;em&gt;H. brasiliensis&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;H. dimidiatus&lt;/em&gt;. The cladogram of these species was estimated using &lt;em&gt;Bodianus rufus&lt;/em&gt; as outgroup. The &lt;em&gt;Halichoeres&lt;/em&gt; species share shorter head lengths and deeper heads in relation to the outgroup. Within &lt;em&gt;Halichoeres&lt;/em&gt;, the more basal taxon (&lt;em&gt;H. poeyi&lt;/em&gt;) can be characterized by autapomorphies such as short snout and deeper head. In the clade &lt;em&gt;H. brasiliensis&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;H. dimidiatus&lt;/em&gt;, the snout is longer and the caudal peduncle is deeper than in &lt;em&gt;H. poeyi&lt;/em&gt;. The results obtained from the geometric morphometry are consistent with works of functional morphology and their applications for the testing of phylogenetic hypotheses are equally satisfactory. However, caution is necessary because the similarities in morphometric data can reflect non-homologous and convergent features due to ecological roles, without representing kinships.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Key words. - Labridae - &lt;em&gt;Halichoeres&lt;/em&gt; - Geometric morphometrics - Phylogeny - Ecology.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-953052391235390191?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/953052391235390191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=953052391235390191' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/953052391235390191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/953052391235390191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/06/phylogenetic-and-ecological-inference.html' title='Phylogenetic and ecological inference of three Halichoeres'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEdvjkC9uI/AAAAAAAAAMY/f8oldYSAi_4/s72-c/Jer%C3%B4nimo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7377380334792424198</id><published>2008-06-12T05:42:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:36.813-08:00</updated><title type='text'>Atividades do Ano Internacional dos Recifes de Coral 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEbU_5L0zI/AAAAAAAAAMI/l9XYiKcM7_0/s1600-h/IYOR.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210976291406992178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEbU_5L0zI/AAAAAAAAAMI/l9XYiKcM7_0/s320/IYOR.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral designou 2008 como o Ano Internacional dos Recifes com o objetivo de se aumentar o conhecimento sobre a importância dos recifes de coral, bem como de se conservar e manejar esses valiosos ambientes e seus ecossistemas relacionados como manguezais e bancos de algas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Ministério do Meio Ambiente, contando com a parceria do IBAMA, Instituto Chico Mendes, instituições de pesquisa e ONGs, vem desenvolvendo uma série de ações e eventos visando divulgar a importância dos ambientes recifais brasileiros e o Ano Internacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Coral Vivo, localizado em Arraial d’Ajuda, Porto Seguro tem como objetivo contribuir para a conservação dos recifes de coral e propiciar a formação de agentes multiplicadores dos conhecimentos básicos sobre o ambiente recifal e despertar para a necessidade de ações que caminhem favoravelmente na busca da conservação e uso sustentável desses ambientes. No período de 17 a 22 de junho de 2008 será oferecido pelo Projeto o Curso de Educação Ambiental para Professores das Redes Pública Estadual e Municipais de Educação dos municípios costeiros do Extremo Sul da Bahia – BA (Santa Cruz de Cabrália, Porto Seguro, Prado, Alcobaça, Caravelas, Nova Viçosa e Mucuri - e seus Distritos) com a duração de 16 (dezesseis) horas, no Distrito de Arraial d’Ajuda – Porto Seguro-BA. Mais Informações: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.coralvivo.org.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.coralvivo.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dando também continuidade as ações da Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais , desenvolvida pelo Núcleo da Zona Costeira e Marinha, será realizado no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha no dia 24 de junho de 2008 mais um Curso de Multiplicadores da Campanha. O objetivo é levar aos agentes ambientais, de turismo e de educação princípios de conduta de mínimo impacto a serem repassadas aos turistas quando em visita aos ambientes recifais. O curso terá a duração de um dia e contará com a parceria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Instituto Recifes Costeiros, responsável pelo Projeto de Monitoramento dos Recifes de Coral Brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7377380334792424198?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7377380334792424198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7377380334792424198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7377380334792424198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7377380334792424198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/06/atividades-do-ano-internacional-dos.html' title='Atividades do Ano Internacional dos Recifes de Coral 2008'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEbU_5L0zI/AAAAAAAAAMI/l9XYiKcM7_0/s72-c/IYOR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8309523924878247865</id><published>2008-06-12T05:16:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:36.954-08:00</updated><title type='text'>11th International Coral Reef Symposium</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEYkrTXvUI/AAAAAAAAAMA/Gc4gN_80u9A/s1600-h/11+ICRS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210973262222703938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEYkrTXvUI/AAAAAAAAAMA/Gc4gN_80u9A/s320/11+ICRS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Arrume suas bagagens que o 11º Simpósio Internacional de Recifes de Coral está muito próximo. O ICRS acontecerá na cidade de Fort Lauderdale na Flórida e contará com as principais referências da área de recifes de corais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entre em contato com seu agente de turismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Maiores informações pelo site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nova.edu/ncri/11icrs/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.nova.edu/ncri/11icrs/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8309523924878247865?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8309523924878247865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8309523924878247865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8309523924878247865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8309523924878247865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/06/11th-international-coral-reef-symposium.html' title='11th International Coral Reef Symposium'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFEYkrTXvUI/AAAAAAAAAMA/Gc4gN_80u9A/s72-c/11+ICRS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-4085441670715623616</id><published>2008-06-12T05:00:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:37.066-08:00</updated><title type='text'>7th International Flatfish Symposium: The impact of environmental changes on flatfish productivity</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFETNh7ubEI/AAAAAAAAAL4/602NN0CnPOI/s1600-h/Flatfish+symposium.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210967367012478018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFETNh7ubEI/AAAAAAAAAL4/602NN0CnPOI/s320/Flatfish+symposium.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Agende-se. Vem aí o Simpósio Internacional de linguados: Impactos das alterações ambientais na produtividade dos linguados. O evento será realizado na cidade de Sesimbra, Portugal entre os dias 2 e 7 de novembro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;7th International Flatfish Symposium: The impact of environmental changes on flatfish productivity&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Sesimbra, Portugal 2nd - 7th November 2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Thematic sessions and keynote speakers&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Impacts of climate change on flatfish populations&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;a) Patterns of change - David Sims (UK)&lt;br /&gt;b) Processes - Nils Christian Stenseth (Norway)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Impacts of habitat modifications on flatfishes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jan Geert Hiddink (UK)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Fisheries and aquaculture related impacts on flatfish stocks&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jeffrey Hutchings (Canada)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Biodiversity and ecosystem functioning&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;J. Emmet Duffy (USA)&lt;br /&gt;Henrik Gislason (Denmark)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Ecosystem management&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Timothy Essington (USA)&lt;br /&gt;Workshops (optional)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;• Flatfish systematics and ecology&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Thomas Munroe (USA) &amp;amp; Juan Diaz de Astarloa (Argentina)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;• Habitat mapping of flatfish populations&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Olivier Le Pape (France)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;• Modelling ecophysiology: fitting Ecophys.Fish to your species of interest&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bill Neill (USA) &amp;amp; John Miller (USA)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Abstract submission&lt;br /&gt;Open until 31st May&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;http://www.flatfish2008.fc.ul.pt&lt;br /&gt;7th IFS Secretariat&lt;br /&gt;E-mail ff2008@fc.ul.pt&lt;br /&gt;Webpage http://www.flatfish2008.fc.ul.pt&lt;br /&gt;Phone + 351 21 750 08 26&lt;br /&gt;Fax + 351 21 750 02 07&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Steering Committee&lt;br /&gt;Henrique Cabral &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Adriaan Rijnsdorp&lt;br /&gt;Josianne Støttrup &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Henk van der Veer&lt;br /&gt;Richard Nash &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Yoh Yamashita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-4085441670715623616?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/4085441670715623616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=4085441670715623616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4085441670715623616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4085441670715623616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/06/7th-international-flatfish-symposium.html' title='7th International Flatfish Symposium: The impact of environmental changes on flatfish productivity'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SFETNh7ubEI/AAAAAAAAAL4/602NN0CnPOI/s72-c/Flatfish+symposium.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3025517970179364182</id><published>2008-05-05T18:36:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:37.256-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Mustelus higmani (Springer &amp; Lowe 1963).</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SB-5cy9HtoI/AAAAAAAAALw/sBnUr09JvDY/s1600-h/Mustelus+higmani.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197076399374448258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SB-5cy9HtoI/AAAAAAAAALw/sBnUr09JvDY/s320/Mustelus+higmani.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie&lt;em&gt; M. higmani&lt;/em&gt; é caracterizada pelo focinho muito alongado; dentes deprimidos e pavimentosos, sem bordas cortantes; olhos grandes; espiráculos presentes; dentículos dérmicos com três pontas; a primeira nadadeira dorsal pouco maior que a segunda; dorsal; e a porção distal das nadadeiras peitoral e pélvica notoriamente côncava (Springer &amp;amp; Lowe 1963, Figueiredo 1977, Heemstra 1997, Leopold 2004). O padrão de colorido é marrom a cinza no dorso, enquanto seu ventre é claro (Figueiredo 1977, Leopold 2004), no entanto, alguns exemplares são amarelos em vida (Springer &amp;amp; Lowe 1963).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mustelus higmani&lt;/em&gt; é uma espécie endêmica da América do Sul, ocorrendo desde o Golfo da Venezuela, passando por Curaçao e Trinidad, até a cidade de Santos, no Brasil (Figueiredo 1977, Heemsta 1997, Froese &amp;amp; Pauly 2005). De acordo com Cervigón (1966), as espécies &lt;em&gt;M. higmani&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;M. norrisi&lt;/em&gt;, e provavelmente &lt;em&gt;M. canis&lt;/em&gt; são simpátricas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ler mais:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cervigón, F. 1966. Los peces marinos de Venezuela. Vol.1. Estación de Investigación Marina. Fundación La Salle Ciencia Nat. Monografia, Margarita, 436p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figueiredo. J.L. 1977. Manual dos peixes marinhos do sudoeste do Brasil. Introdução: Cações, Raias e Quimeras. Museu de Zoologia da USP, São Paulo, 104p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Froese, R. &amp;amp; Pauly, D. 2005. FishBase. World Electronic Database. Disponível em: http//www.fishbase.org. Acesso em 18/01/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heemstra, P.C. 1997. A review of the sooth-hound sharks (Genus Mustelus, Family Triakidae) of the Western Atlantic Ocean, with descriptions of two new species a new subspecie. Bulletin of Marine Science. 60 (3): 894-928.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léopold, M. 2004. Guide des poisons de mer de Guyane. Ed. Ifremer, Cayena, 216p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Springer, S. &amp;amp; Lowe, R. 1963. A new smooth dogshark, Mustelus higmani, from the Equatorial Atlantic coast of South America. Copeia. 1963: 245-251.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3025517970179364182?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3025517970179364182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3025517970179364182' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3025517970179364182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3025517970179364182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/05/conhea-espcie-mustelus-higmani-springer.html' title='Conheça a espécie Mustelus higmani (Springer &amp; Lowe 1963).'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/SB-5cy9HtoI/AAAAAAAAALw/sBnUr09JvDY/s72-c/Mustelus+higmani.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-407161879526184151</id><published>2008-02-29T11:20:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:37.475-08:00</updated><title type='text'>Nova espécie de raia pré-histórica é encontrada no Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R8hc-_8KfwI/AAAAAAAAALk/Ps3SUT8Hqys/s1600-h/raia_espadarte+pre+hist%C3%B3rico.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172486409420439298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R8hc-_8KfwI/AAAAAAAAALk/Ps3SUT8Hqys/s320/raia_espadarte+pre+hist%C3%B3rico.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Dois anos após a descoberta dos fósseis, pesquisadores do Maranhão confirmam o reconhecimento de uma nova espécie de animal pré-histórico. Uma forma de raia espadarte, animal marinho com cerca de dois metros de comprimento e alimentação provavelmente baseada em pequenos peixes, habitou o litoral do Maranhão há 95 milhões de anos. "Dentro de dois anos deveremos publicar o nome da nova espécie em artigo científico. O periódico ainda não está definido", explica Manuel Alfredo Araújo Medeiros, do departamento de biologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador e a paleontóloga do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão (CPHNAM), Agostinha Araújo Pereira, estudaram um conjunto de dentes encontrados na Ilha do Cajual, em Alcântara. À semelhança dos tubarões espadarte, a raia espadarte, grupo que existe até hoje, também possui um prolongamento frontal repleto de dentes, chamado rostrum, utilizado para vasculhar o fundo do mar à procura de alimento ou golpear e empalar pequenos peixes usados em sua dieta. Esta nova espécie de raia possui farpas nos dois lados dos dentes, o que é uma característica nova para as formas extintas. Essa diferença levantou a possibilidade, hoje confirmada, de se tratar de uma nova espécie. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O sítio fossilífero Laje do Coringa, na Ilha do Cajual (MA), é considerado um leito de ossos (bone-bed) de dinossauros e outros animais, com aproximadamente 95 milhões de anos. Ele foi localizado pelo geólogo Francisco Corrêa Martins, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1994, e desde então, mais de 6 mil exemplares fósseis já foram coletados. Hoje, a Ilha do Cajual possui um dos maiores conjuntos de fósseis identificados do país, entre dinossauros, crocodilos, peixes, quelônios e plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essas características, a Laje do Coringa é um depósito de fósseis que documentam a fauna de uma época pouco conhecida no Brasil. "A fauna da época, registrada no Maranhão, é muito parecida com a do norte africano da mesma época, o que corrobora a teoria de Deriva Continental, já aceita desde os anos 60", afirma Medeiros. "De acordo com esta teoria, os continentes sul-americano e africano estiveram unidos até meados da Era Mesozóica, sendo que estruturas geológicas e evidências fósseis são alguns dos elementos que explicam essa conformação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época registrada nos depósitos fossilíferos da Ilha do Cajual corresponde a um período em que os dois continentes já estavam separados, mas ainda muito próximos. No momento, os pesquisadores estão investigando a relação das diferentes espécies, gêneros e famílias no contexto geográfico da época - Período Cretáceo (Última etapa da Era Mesozóica). "Queremos relacionar a fauna cretácea do nordeste brasileiro com a de outras regiões do planeta da mesma época", explica ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do Maranhão ser um dos estados brasileiros com maior número de fósseis encontrados, segundo Medeiros, ainda há muitas espécies a serem identificadas e poucas pesquisas sendo realizadas. O pesquisador reclama da falta de apoio à pesquisa. "Burocracia e baixos investimentos são os principais problemas", diz ele. Atualmente, as pesquisas são realizadas em especial com recursos da Petrobras e da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), que concede bolsas de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na Ilha do Cajual, foram encontrados dentes e vértebras que podem pertencer a uma nova espécie de serpente. "O material foi recém-identificado e ainda faltam pelo menos uns três anos de pesquisa para se saber com mais certeza qual tipo de serpente seria", explica Medeiros. O material foi encontrado por Ronny Anderson Barros, bolsista da equipe de Medeiros, e deve ser tema da sua dissertação de mestrado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Por: Por Marina Mezzacappa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Com Ciência - SBPC/Labjor: &lt;a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;amp;noticia=404"&gt;http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;amp;noticia=404&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-407161879526184151?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/407161879526184151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=407161879526184151' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/407161879526184151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/407161879526184151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/02/nova-espcie-de-raia-pr-histrica.html' title='Nova espécie de raia pré-histórica é encontrada no Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R8hc-_8KfwI/AAAAAAAAALk/Ps3SUT8Hqys/s72-c/raia_espadarte+pre+hist%C3%B3rico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8330991951972698892</id><published>2008-02-18T14:15:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:37.726-08:00</updated><title type='text'>Boas conversas geram sempre  bons trabalhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R7oFmG9Z1fI/AAAAAAAAALc/djDoeqsum8s/s1600-h/Cfaber.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168449674622391794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R7oFmG9Z1fI/AAAAAAAAALc/djDoeqsum8s/s320/Cfaber.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A observação e a vivência de campo são indispensáveis para o biólogo compreender o ambiente. A minha área de trabalho é a praia, portanto algumas  situações interessantes sempre são notadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente conversando com outros amigos que compartilham a admiração e a área de trabalho falávamos sobre o comportameto sazonal de algumas espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro a fazer parte da lista de fatos interessantes foi o paru branco, ou peixe enxada, &lt;em&gt;Chaetodipterus faber&lt;/em&gt;. Em nossas experiências esta espécie recruta nas poças de marés, sendo muito comum encontrá-los muito diminutos. Além das poças, podem ser encontradas em pequenos canais adjacentes que se formam durante a maré enchente. Seu aspecto escuro é uma bela forma de camuflagem, parecidos a folhas marrons do manguezal. Sua posição de natação é bastante curiosa, na maioria das vezes ficam de ponta cabeça também sendo confundidos com outros materiais lavados pela maré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro personagem é a espécie &lt;em&gt;Anableps anableps&lt;/em&gt;, o vulgo tralhoto. Me lembro muito bem quando era garoto, quando frequentava à praia gostava de correr atrás deles na zona de espraiamento onde geralmente apareciam em grandes cardumes. Na praia do Araçagy, no mínimo fazem dois anos que se tornaram uma raridade. Pescadores corroboram esta observação. Contudo, tenho observado tralhotos em mediações da praia de São Marcos, e assim quando garoto arisco uma corrida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um visitante ilustre que se manteve ausente em todo estudo nas poças de marés e resolveu aparecer, foi o sargentinho &lt;em&gt;Abudefduf saxatilis&lt;/em&gt;. Peixe típico de ambientes recifais já postado em edições anteriores do blog peixes do maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, é sempre bom estar com o olho na sardinha e no gato, para que sempre possamos entender nosso ambiente e seus sinais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8330991951972698892?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8330991951972698892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8330991951972698892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8330991951972698892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8330991951972698892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/02/boas-conversas-geram-sempre-bons.html' title='Boas conversas geram sempre  bons trabalhos'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R7oFmG9Z1fI/AAAAAAAAALc/djDoeqsum8s/s72-c/Cfaber.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7670394685373027952</id><published>2008-01-18T05:05:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:37.881-08:00</updated><title type='text'>Vem aí o carnaval dos caranguejos, como também é conhecida a "andada" dos caranguejos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R5CmTgiWUHI/AAAAAAAAALI/URzABngb1CQ/s1600-h/U.cordatus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156804427420946546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R5CmTgiWUHI/AAAAAAAAALI/URzABngb1CQ/s320/U.cordatus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Defeso do caranguejo no Maranhão começa na próxima terça-feira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Núcleo de Recursos Pesqueiros da Superintendência do Ibama no Maranhão informa que começa na próxima semana o defeso da “andada” do caranguejo-uçá em todo o Estado, de acordo com a determinação da Portaria n° 17, publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de janeiro de 2008. Nos períodos de 22 a 31 de janeiro, 20 a 29 de fevereiro e 22 a 31 de março de 2008, estão proibidos a captura, manutenção em cativeiro, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização da espécie de caranguejo Ucides cordatus, popularmente conhecida como caranguejo-uçá. O objetivo da medida é proteger a reprodução desses animais, que nessa época deixam suas galerias para se deslocar pelos manguezais para acasalamento e liberação de ovos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O IBAMA/MA avisa que pessoas físicas ou jurídicas envolvidas com o extrativismo do caranguejo no estado do Maranhão devem fornecer ao órgão, até o último dia que antecede cada período de defeso de “andada”, a relação detalhada dos seus estoques de animais vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes. O transporte e a comercialização de caranguejos deverão estar acompanhados, desde a sua origem até seu destino final, de Guia de Autorização de Transporte e Comércio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Feita a declaração de estoque, os animais vivos só poderão ser comercializados até o segundo dia de início de cada período de “andada”. O produto oriundo da captura que for apreendido pela fiscalização, quando vivo, deverá ser devolvido preferencialmente ao seu habitat natural. Se mortos, serão doados a entidades assistenciais. Aos infratores serão aplicadas penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998), e no Decreto nº 3.179, de 21 de setembro de 1999. A multa mínima é de R$ 700 com acréscimo de R$ 10 por quilo, a máxima chega a R$ 100 mil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Durante as três semanas do defeso em 2007, a última grande apreensão de caranguejos feita no estado do Maranhão foi próxima ao município de Peritoró, a Polícia Rodoviária Federal apanhou 20 mil caranguejos em um caminhão vindo do município de São João Batista e acionou o Ibama. Constatou-se que o veículo era de Aracaju (SE) e havia quinze anos repetia o ato de retirar caranguejos do estado. Durante os períodos de defeso, as equipes de fiscalização do Ibama/MA percorrem os diversos pontos onde tradicionalmente se pratica a venda do caranguejo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Característica da espécie - O &lt;em&gt;Ucides cordatus&lt;/em&gt; vive em manguezais. Durante a maré alta, estes animais permanecem na toca e, quando a maré baixa, saem em busca de alimento. Eles realizam uma "andada" para reprodução que geralmente ocorre nos meses de dezembro a março, e uma para muda, entre setembro e novembro. Os machos desta espécie podem alcançar cerca de 70 e 89 mm de comprimento e largura da carapaça, respectivamente, e as fêmeas 54,5 e 65 mm . &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O caranguejo-uçá fica adulto entre o 3º e 4º ano de vida e se alimenta principalmente de fungos que crescem nas folhas de mangue, após estas serem transportadas para o interior das tocas. Os caranguejos são importantes para a cadeia alimentar do manguezal. Ao se alimentarem, eles picam e trituram as folhas maduras caídas, permitindo que animais menores se alimentem também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;IBAMA&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7670394685373027952?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7670394685373027952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7670394685373027952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7670394685373027952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7670394685373027952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/01/vem-o-carnaval-dos-caranguejos-como.html' title='Vem aí o carnaval dos caranguejos, como também é conhecida a &quot;andada&quot; dos caranguejos'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R5CmTgiWUHI/AAAAAAAAALI/URzABngb1CQ/s72-c/U.cordatus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6392997434999815038</id><published>2008-01-03T06:42:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:39.341-08:00</updated><title type='text'>Todos cantam a sua Terra, eu também vou cantar a minha...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z-RgiWUGI/AAAAAAAAALA/8D-I8i56hq8/s1600-h/Santa+Quit%C3%A9ria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151271650550239330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z-RgiWUGI/AAAAAAAAALA/8D-I8i56hq8/s320/Santa+Quit%C3%A9ria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z9nwiWUFI/AAAAAAAAAK4/pYqM93vELo8/s1600-h/rio+Sucupira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151270933290700882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z9nwiWUFI/AAAAAAAAAK4/pYqM93vELo8/s320/rio+Sucupira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z5-AiWUEI/AAAAAAAAAKw/4c4L-Y1oApw/s1600-h/rio+Santana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151266917496279106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z5-AiWUEI/AAAAAAAAAKw/4c4L-Y1oApw/s320/rio+Santana.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z48QiWUDI/AAAAAAAAAKo/EH3OGe0ea-Y/s1600-h/Lago+de+Nova+Iorque.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151265787919880242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z48QiWUDI/AAAAAAAAAKo/EH3OGe0ea-Y/s320/Lago+de+Nova+Iorque.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z4VgiWUCI/AAAAAAAAAKg/6u_IwBW_Z-o/s1600-h/Ilha+do+Cajual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151265122199949346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z4VgiWUCI/AAAAAAAAAKg/6u_IwBW_Z-o/s320/Ilha+do+Cajual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z3ZgiWUBI/AAAAAAAAAKY/auDdTQmoRpM/s1600-h/Encontro+dos+rios+Alparcatas+e+Itapecuru+em+Colinas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151264091407798290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z3ZgiWUBI/AAAAAAAAAKY/auDdTQmoRpM/s320/Encontro+dos+rios+Alparcatas+e+Itapecuru+em+Colinas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z1xgiWUAI/AAAAAAAAAKQ/UGUMRBHHtd4/s1600-h/Cachoeira+do+rio+Itaueiras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151262304701403138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z1xgiWUAI/AAAAAAAAAKQ/UGUMRBHHtd4/s320/Cachoeira+do+rio+Itaueiras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O estado do Maranhão pode ser considerado um Brasil de diversidades naturais, onde encontramos dunas, restingas, recifes, floresta tropical, campos, cerrados, caatingas, manguezais entre outros biomas. Em 2007 muitos lugares magníficos foram visitados e torço que em 2008 continue assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em homenagem as belezas do Maranhão postaremos a letra da música de João do Vale e Julinho eternizada bela voz marcante de Alcione: Todos cantam sua Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos Cantam Sua Terra&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Composição: João do Vale / Julinho&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Todo mundo canta sua terra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu também vou cantar a minha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Modéstia à parte seu moço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Minha terra é uma belezinha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A praia de olho d’água&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lençóis e Aracagi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Praias bonitas assim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu juro que nunca vi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Minha terra tem beleza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que em versos não sei dizer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mesmo porque não tem graça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Só se vendo pode crer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Acho bonito até&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O jornaleiro a gritar imparcial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Diário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Olha o Globo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Jornal do povo descobriu outro roubo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E os meninos que vendem derrê sol a cantar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Derrê sol derrê ê ê ê ê ê ê sol&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E fruta lá tem: juçaraAbricó e buriti&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tem tanja, mangaba e manga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E a gostosa sapoti&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E o caboclo da maioba&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Vendendo bacuri&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tinha tanta coisa pra falar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando estava fazendo esse baião&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que quase me esqueço de dizer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que essa terra é tão linda é o Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ô Maranha, ô Maranhão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6392997434999815038?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6392997434999815038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6392997434999815038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6392997434999815038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6392997434999815038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2008/01/todos-cantam-sua-terra-eu-tambm-vou.html' title='Todos cantam a sua Terra, eu também vou cantar a minha...'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R3z-RgiWUGI/AAAAAAAAALA/8D-I8i56hq8/s72-c/Santa+Quit%C3%A9ria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7968662612060848366</id><published>2007-12-24T04:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:39.503-08:00</updated><title type='text'>Diagnóstico da composição de peixes comercializados em Chapadinha, Maranhão – Brasil.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-oqUmGciI/AAAAAAAAAKI/27jbpLM8ooE/s1600-h/Peixes+do+mercado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147518344144253474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-oqUmGciI/AAAAAAAAAKI/27jbpLM8ooE/s320/Peixes+do+mercado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Francilda da Costa Moraes &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Orientador: Jorge Luiz Silva Nunes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Curso de Ciências Biológicas - UFMA/CCAA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Iniciação Científica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Conhecimento sobre peixes de água doce do Maranhão é ainda incipiente, apesar de existir várias bacias hidrográficas, com uma grande diversidade de peixes derivada da ictiofauna Amazônica. A falta de estudos taxonômicos nos sistemas hidrológicos maranhenses é grave, evidenciando o desconhecimento das espécies ícticas e suas correspondentes distribuições geográficas. As alterações ambientais no espaço e no tempo são acompanhadas pelas comunidades biológicas dos rios. Suas faunas de peixes estão estruturadas em forma de série ao longo do espaço, gerado por processos aleatórios. Devido a estes fatores os peixes na região de Chapadinha são utilizados apenas para a subsistência, apresentando a comercialização de peixes em uma notória atividade econômica com o mercado público sendo o principal centro de abastecimento da cidade. A composição do pescado comercializado apresenta um número pequeno na diversidade razoável de espécies, e sua grande maioria com procedência de diferentes cidades do estado do Maranhão, além do Amazonas, Bahia, Pará e Tocantins. O objetivo deste estudo é realizar o primeiro levantamento da composição de peixes comercializada no mercado público de Chapadinha a partir da aplicação de entrevistas estruturadas e semi-estruturadas. Os resultados preliminares apontam que o Piau (Schizodon spp)é a espécie mais procurada pelos consumidores no mercado, seguidas de Mandi, Tambaqui e Pacu; a aplicação de gelo no pescado é a forma mais comum de conservação; os peixes não vendidos têm como destino a doação e, a composição de peixes comercializados chega ao número de 26 espécies comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chave: Peixes comercializados, mercado de Chapadinha, composição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7968662612060848366?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7968662612060848366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7968662612060848366' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7968662612060848366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7968662612060848366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/12/diagnstico-da-composio-de-peixes.html' title='Diagnóstico da composição de peixes comercializados em Chapadinha, Maranhão – Brasil.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-oqUmGciI/AAAAAAAAAKI/27jbpLM8ooE/s72-c/Peixes+do+mercado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-14735817334339931</id><published>2007-12-24T04:15:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:39.669-08:00</updated><title type='text'>Desejo Feliz Natal a todos os leitores que acompanham o blog.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-jN0mGchI/AAAAAAAAAKA/RyJZoa39eII/s1600-h/Cart%C3%A3o+de+Natal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147512356959842834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-jN0mGchI/AAAAAAAAAKA/RyJZoa39eII/s320/Cart%C3%A3o+de+Natal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que nesse período de reflexão muitos bons pensamentos possam fluir a fim de criar uma conexão de forças positivas para muitas realizações...&lt;br /&gt;Um forte abraço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That reflection period many good thoughts can flow in order to create a connection of positive forces for a lot of accomplishments...&lt;br /&gt;Best wishes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que en ese periodo de la reflexión muchos pensamientos buenos pueden fluir para crear una conexión de fuerzas positivas para muchos logros...&lt;br /&gt;¡Un abrazo fuerte!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-14735817334339931?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/14735817334339931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=14735817334339931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/14735817334339931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/14735817334339931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/12/desejo-feliz-natal-todos-os-leitores.html' title='Desejo Feliz Natal a todos os leitores que acompanham o blog.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2-jN0mGchI/AAAAAAAAAKA/RyJZoa39eII/s72-c/Cart%C3%A3o+de+Natal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5313564401832004183</id><published>2007-12-12T09:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:40.063-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Pristis perotteti Müler &amp; Henle, 1841</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2An9J0YjiI/AAAAAAAAAJw/6oJltAcpavc/s1600-h/Pristis+1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143154706018242082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2An9J0YjiI/AAAAAAAAAJw/6oJltAcpavc/s320/Pristis+1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2AnvJ0YjhI/AAAAAAAAAJo/ZZ03N1EggAg/s1600-h/Pristis+2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143154465500073490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2AnvJ0YjhI/AAAAAAAAAJo/ZZ03N1EggAg/s320/Pristis+2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2AngJ0YjgI/AAAAAAAAAJg/mAHOBme4-n4/s1600-h/Pristis+3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143154207802035714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2AngJ0YjgI/AAAAAAAAAJg/mAHOBme4-n4/s320/Pristis+3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Conhecido por espadarte no Maranhão, a espécie P. perotteti é bastante temida pelos pescadores devido ao prejuízo que podem causar estragando as redes de pesca. Possuem um rostro muito desenvolvido margeado por dentes tranversais em cada lado, normalmente cerca de 16-20 dentes que os diferenciam da espécie cogenérica e simpátrica P. pectinata. O rostro pode corresponder percentualmente em torno de 20-22% do seu comprimento total. Como curiosidade, o rostro é utilizado para golpear peixes em cardumes a fim da sua captura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua primeira nadadeira dorsal se localiza notoriamente em frente da nadadeira pélvica, com muito pouca depressão côncava na margem posterior; nadadeira caudal heterocerca com o lobo bem definido; nadadeiras peitorais bem demarcadas na margem interna; não há contorno da nadadeira peitoral para a formação do disco. Porção cranial bem larga e tende a estreitar-se em direção da cauda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão de colorido apresenta a superfície dorsal com tonalidades que variam do marrom claro ao verde oliva, flancos amarelados e ventre claro. A distribuição geográfica da espécie ocorre em águas tropicais do oceano Atlântico, Pacífico e Índico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, as fotos 1 e 2 correspondem à um indivíduo de 7m de comprimento total e 800kg capturado nas proximidades do litoral da praia da Raposa na Ilha do Maranhão (antiga Ilha de São Luís).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para ler mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Carvalho-Filho, A. 1999. Peixes da costa brasileira. (3ª ed). 320P. São Paulo: Editora Melro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Froese, R. &amp;amp; Pauly, D. (Editors). 2004. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;McEachran, J.D. &amp;amp; Carvalho, M.R. de. 2002. Batoid Fishes. pp. 507-589. In: The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae), sea turtles and marine mammals. FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes and American Society of Ichthyologists and Herpetologists Special Publication. Nº 5. Rome, FAO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nunes, J. L. S. ; Almeida, Zafira da Silva de ; Piorski, Nivaldo Magalhães . Raias capturadas pela pesca artesanal em águas rasas do Maranhão-Brasil. Arquivos de Ciências do Mar, Fortaleza, v. 38, p. 49-54, 2005&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5313564401832004183?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5313564401832004183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5313564401832004183' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5313564401832004183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5313564401832004183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/12/conhea-espcie-pristis-perotteti-mler.html' title='Conheça a espécie Pristis perotteti Müler &amp; Henle, 1841'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R2An9J0YjiI/AAAAAAAAAJw/6oJltAcpavc/s72-c/Pristis+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1321942238348421615</id><published>2007-11-22T04:08:00.000-08:00</published><updated>2007-11-22T04:32:06.771-08:00</updated><title type='text'>Participe do I Encuentro Colombiano sobre Condríctes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A fundação Squalus, com o apoio do Comitê Técnico Nacional para a formulação de um plano de ação nacional de tubarões anunciam a realização do I Encuentro Colombiano sobre Condrictios, que será realizado entre os dias 25 e 27 de fevereiro de 2008 na cidade de Bogotá DC. O evento acontecerá no auditório Jaime Hoyo Vasquez nas instalações da Univesidad Javeriana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Outras informações podem ser encontradas no site h&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.squalus.org/congreso/index.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ttp://www.squalus.org/congreso/index.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1321942238348421615?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1321942238348421615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1321942238348421615' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1321942238348421615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1321942238348421615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/participe-do-i-encuentro-colombiano.html' title='Participe do I Encuentro Colombiano sobre Condríctes'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2633271768062093290</id><published>2007-11-22T04:00:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:40.258-08:00</updated><title type='text'>Vem aí o III Congresso Brasileiro de Oceanografia e Congresso Ibero-Americano de Oceanografia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R0VwusHmU0I/AAAAAAAAAJY/gJttZ-Z2b4w/s1600-h/III+CBO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135634897505243970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R0VwusHmU0I/AAAAAAAAAJY/gJttZ-Z2b4w/s320/III+CBO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Associação Brasileira de Oceanografia – AOCEANO e o Instituto de Ciências do Mar – LABOMAR da Universidade Federal do Ceará – UFC anunciam a realização da terceira edição do Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO’2008), a ser realizado entre os dias &lt;strong&gt;20 e 24 de maio de 2008&lt;/strong&gt;, no Centro de Convenções do Ceará, na cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Anunciam também a realização da primeira edição do Congresso Ibero-Americano de Oceanografia, evento que pretende reunir a comunidade científica da América Latina e da Península Ibérica (Portugal e Espanha) para discutir os avanços nessa área do conhecimento, assim como viabilizar a integração entre os diversos setores vinculados à área.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para maiores inofrmações sobre taxa de inscrição, prazo de envio de resumos e suas normas, programação entre outras acesse o site &lt;a href="http://www.cbo2008.com/"&gt;http://www.cbo2008.com/&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2633271768062093290?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2633271768062093290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2633271768062093290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2633271768062093290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2633271768062093290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/vem-o-iii-congresso-brasileiro-de.html' title='Vem aí o III Congresso Brasileiro de Oceanografia e Congresso Ibero-Americano de Oceanografia'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/R0VwusHmU0I/AAAAAAAAAJY/gJttZ-Z2b4w/s72-c/III+CBO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6703220465114261487</id><published>2007-11-14T10:32:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T10:40:03.654-08:00</updated><title type='text'>Maranhão pode ter 1ª representação Sistema de Bases da Amazônia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Durante a reunião que comemora os 10 anos do Sistema de Bases Compartilhadas de Dados sobre a Amazônia, o coordenador do Comitê do BCDAM, José Laurindo Campos dos Santos, apresentou nesta terça-feira (13/11) a proposta de implementação no estado do Maranhão de umarepresentação estadual piloto do sistema, que promove o intercâmbio dedados e informações estatísticas e georreferenciadas sobre a Região Amazônica entre instituições, técnicos e pesquisadores envolvidos comas políticas públicas e ações estratégicas voltados para odesenvolvimento sustentável da maior floresta do mundo. Essa rede já tem 93 instituições colaboradoras, vinculadas à Presidência da República, aos ministérios, aos governos dos nove estados da Amazônia Legal, além de ONGs. A 13ª Reunião do Comitê de Coordenação do BCDAM foi aberta na segunda-feira (12/11) no Pestana São Luís Resort Hotel e vai até quarta-feira (14/11), quando serão apresentadas as propostas dos cinco grupos de trabalho temáticos eserá realizada a eleição do coordenador e vice do novo comitê gestorpara o biênio 2007/2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Leia mais no link: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://10.1.14.28/ma/index.php?id_menu=24&amp;amp;id_arq=21" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://10.1.14.28/ma/index.php?id_menu=24&amp;amp;id_arq=21&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6703220465114261487?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6703220465114261487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6703220465114261487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6703220465114261487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6703220465114261487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/maranho-pode-ter-1-representao-sistema.html' title='Maranhão pode ter 1ª representação Sistema de Bases da Amazônia'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6689841476374997415</id><published>2007-11-13T03:49:00.000-08:00</published><updated>2007-11-13T03:52:01.975-08:00</updated><title type='text'>Barbarismo com os tubarões no Brasil.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por Marcelo Szpilman&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As cenas mostradas no noticiário local da RBS Notícias de Florianópolis nesse fim-de-semana, em que a barbaria dos pescadores contra um indefeso animal é acompanhada pelo público, me faz lembrar mais uma vez dos tempos da "escuridão", na Idade Média e na Inquisição, onde as execuções dos grandes vilões e pecadores eram expostos em praça pública para "deleite" da platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chamada da notícia é a seguinte: "Ação cruel na praia da Capital. Uma fêmea grávida de tubarão martelo, espécie em extinção, é capturada e morta a facadas enquanto estava em trabalho de parto."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem pode ser vista na íntegra através do link abaixo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&amp;amp;contentID=3549&amp;amp;channel=41" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&amp;amp;contentID=3549&amp;amp;channel=41&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Mas por que os pescadores empregam tamanha crueldade contra um animal e a população em geral pouco protesta? Simplesmente porque o animal em questão é um tubarão, e um tubarão está sempre acompanhado pelo falso estigma de "comedor de homens". E é essa fama irreal de "assassino dos mares" que faz com que o pescador se auto-invista como o macho-herói-protetor que mata a grande fera e a população apoie tal insanidade. Será que se fossem cadelas ou gatas grávidas haveria mais repúdio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses momentos, costuma-se discutir inutilmente se são ou não tubarões agressivos. Mas será que já não está na hora de percebermos que todos os animais, independente de seu potencial de ameaça aos seres humanos, merecem respeito e devem ser protegidos da ação predatória e inconseqüente do homem? E olha que o litoral de Santa Catarina está praticamente livre de ameaças de ataque de tubarão (nos últimos 86 anos somente 01 ataque foi registrado em todo o Estado, e não foi de tubarão-martelo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante é perceber o que estamos fazendo com os tubarões em nossa costa e identificar o grau de ameaça a que eles sim estão expostos. No caso do tubarão-martelo, seu declínio é de 90% nos últimos 20 anos. Ou seja, só temos hoje 10% do estoque de tubarões-martelos que existiam há duas décadas. O agravante nesse caso é que se tratava de uma fêmea grávida que abortou seus filhotes (atitude comum em caso de forte estresse). Acrescente-se a isso o fato de que essa fêmea, que só se reproduz uma vez a cada dois anos, levou cerca de 12 anos para atingir sua maturidade sexual. Como são espécies ameaçadas de extinção, uma fêmea grávida representa uma grande perda para sua fragilizada população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já está na hora de juntar esforços que assegurem a sustentabilidade da pesca dos tubarões. Necessitamos de uma verdadeira legislação de proteção que efetivamente venha a cercear a pesca predatória e a sobrepesca das espécies de tubarões, de modo a reprimir os atos conseqüentes e inconseqüentes dos pescadores comerciais, artesanais ou industriais. Precisamos de limites (ou cotas) para a quantidade de tubarões pescados, proteção de áreas de berçario e épocas de defeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, temos no máximo 70 ataques de tubarão por ano no mundo todo. Estatísticas da FAO (órgão das Nações Unidas) estimam que 100 a 150 milhões de tubarões são capturados e mortos anualmente em todos os oceanos. Quem são os verdadeiros assassinos dos mares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite o site e conheça o trabalho do Protuba -  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.institutoaqualung.com.br/protuba.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.institutoaqualung.com.br/protuba.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6689841476374997415?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6689841476374997415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6689841476374997415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6689841476374997415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6689841476374997415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/barbarismo-com-os-tubares-no-brasil.html' title='Barbarismo com os tubarões no Brasil.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1162342153076043712</id><published>2007-11-07T17:12:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T17:29:31.714-08:00</updated><title type='text'>Resumo: PESCA E ICTIOFAUNA NA ÁREA ADJACENTE AO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alexsandra Câmara Paz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Orientadora: Flávia Lucena Frédou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mestrado em Ciência Animal - UFPA/EMBRAPA/UFRPA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ano de defesa: 2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O município de Barcarena – PA está localizado ao sul da Baía de Marajó. Esta região é um importante pólo industrial e apesar da importância da pesca e do perigo de um impacto ambiental, não há nenhum estudo aprofundado sobre a pesca e ictiofauna na região. Com o objetivo de descrever a atividade pesqueira e a ictiofauna na região de Barcarena, os desembarques foram acompanhados no mercado municipal de Barcarena e na Praia do Conde de dezembro de 2005 a novembro de 2006. Adicionalmente foram realizados cadastros das embarcações pesqueiras utilizando-se fichas especializadas e coletores treinados da própria comunidade. O índice de abundância relativa CPUE (kg/viagem) foi utilizado para identificação da concentração das espécies mais importantes e seu período de safra, sazonalidade de ocorrência das embarcações, artes de pesca e principais pesqueiros. Foram cadastradas 74 embarcações pesqueiras, sendo dominantes os barcos de pequeno porte Observaram-se diferenças tecnológicas entre as embarcações dos dois locais de desembarque, exceto quando considerado o comprimento entre as categorias. As embarcações do mercado possuíram maior número de tripulantes, dias pescando e produção média de pescado por mês. As embarcações de Vila do Conde utilizam principalmente espinhel, enquanto que as do mercado utilizam principalmente rede de emalhar. Durante todo o ano de 2006, as embarcações de Vila do Conde atuaram da Ilha do Capim até o furo do Arrozal, enquanto que as embarcações do mercado atuaram de Cutaju a Cotijuba. As embarcações seguiram o padrão de safra das espécies comerciais que foram a dourada (&lt;em&gt;Brachyplatystoma rousseauxii&lt;/em&gt;), pescada branca (&lt;em&gt;Plagioscion squamosissimus&lt;/em&gt;), filhote (&lt;em&gt;Brachyplatystoma filamentosum&lt;/em&gt;) e sarda (&lt;em&gt;Pellona flavipinnis&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;P. castelnaeana&lt;/em&gt;). A CPUE das embarcações do mercado foi de 19 kg/viagem e para as de Vila do Conde foi de 11 kg/viagem. O período de safra vai de outubro a maio na área adjacente ao terminal de Vila do Conde com pico no primeiro trimestre. A rede de emalhar possui CPUE maior que o espinhel. A principal espécie capturada pela rede de emalhar é a pescada branca e pelo espinhel é a dourada. A CPUE das embarcações não motorizadas é menor que das motorizadas. A dourada foi regular e abundante durante todo o ano para toda a área de estudo não apresentando diferença entre as artes de pesca, trimestres e pesqueiros. O filhote ocorreu com abundância de outubro a março com pico em janeiro, capturada principalmente com espinhel e o seu principal pesqueiro foi Cutaju com 55 kg/viagem. A pescada branca foi regular e abundante durante todo o ano. Esta espécie foi capturada principalmente com rede de emalhar, sendo que o pesqueiro com maior CPUE foi Carnapijó. A sarda ocorreu de outubro a maio com pico em outubro, capturada principalmente pelas embarcações de Vila do Conde com rede de emalhar, sendo o principal pesqueiro Estacamento. Estimou-se uma produção de mais de 200 toneladas de peixes capturados em Barcarena gerando R$ 724.431,00 de renda para o município. A dourada participou com 31% da produção total e 46% da renda. O mês de outubro foi o mais produtivo com 23% da produção e 15% da renda e o Barco de Pequeno Porte participou com 37% da produção e 41% da renda.&lt;br /&gt;Palavras-chave: pesca, ictiofauna, Vila do Conde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1162342153076043712?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1162342153076043712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1162342153076043712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1162342153076043712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1162342153076043712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/resumo-pesca-e-ictiofauna-na-rea.html' title='Resumo: PESCA E ICTIOFAUNA NA ÁREA ADJACENTE AO'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7382154009327707144</id><published>2007-11-07T04:49:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T07:00:40.550-08:00</updated><title type='text'>Enfim, o lançamento do livro do Grupo de Estudos de Elasmobrânquios do Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG5lXlPoyI/AAAAAAAAAJQ/LiAN5WDJ13Q/s1600-h/Lan%C3%A7amento+do+livro+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130085502188233506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG5lXlPoyI/AAAAAAAAAJQ/LiAN5WDJ13Q/s320/Lan%C3%A7amento+do+livro+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG5JnlPoxI/AAAAAAAAAJI/xk2dZF_w8Uc/s1600-h/Elasmobranquios.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130085025446863634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG5JnlPoxI/AAAAAAAAAJI/xk2dZF_w8Uc/s320/Elasmobranquios.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG433lPowI/AAAAAAAAAJA/ZehQ9ZsaTTs/s1600-h/Biologia+e+quimica.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130084720504185602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG433lPowI/AAAAAAAAAJA/ZehQ9ZsaTTs/s320/Biologia+e+quimica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; No dia 27 de outubro de 2007 aconteceu o lançamento dos livros Elasmobrânquios da costa maranhense e Projeto e ações em biologia e química, respectivamente organizados pelos professores da Universidade Estadual do Maranhão Zafira Almeida &amp;amp; Raimunda Fortes e Alessandro Costa da Silva &amp;amp; José Magno Bringel (in memoriam). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O primeiro livro consta da compilação de 20 anos de pesquisas sobre elasmobrânquios nas águas do estado do Maranhão adaptada a um linguagem acessível para todas as pessoas com interesse nesse grupo de fascinantes, onde podem ser encontrados algumas fotografias, ilustações, jogos e muitas outras curiosidades sobre a nossa condrofauna. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O segundo livro é organizado em vários capítulos resultantes de pesquisas realizadas pelo Departamento de Biologia e Química da UEMA, assim os dois primeiros capítulos tratam de: Alimentação de peixes teleostei de valor comercial capturados na área de proteção ambiental das Reentrâncias Maranhenses e Elasmobrânquios no Maranhão: biologia, pesca e ocorrência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os livros encontram-se à venda e os pedidos podem ser feitos direto para a professora Zafira Almeida através do e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:zafiraalmeida@hotmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;zafiraalmeida@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. A renda da venda dos livros será convertida em beneficiamento do laboratório de peixes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7382154009327707144?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7382154009327707144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7382154009327707144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7382154009327707144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7382154009327707144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/11/enfim-o-lanamento-do-livro-do-grupo-de.html' title='Enfim, o lançamento do livro do Grupo de Estudos de Elasmobrânquios do Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RzG5lXlPoyI/AAAAAAAAAJQ/LiAN5WDJ13Q/s72-c/Lan%C3%A7amento+do+livro+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2812110327423255762</id><published>2007-10-16T11:48:00.000-07:00</published><updated>2007-10-16T11:56:13.858-07:00</updated><title type='text'>DINÂMICA POPULACIONAL DO BAGRE GURIBU (Hexanematichthys herzbergii) (TELEOSTEI, ARIIDAE) do estuário do Rio Anil (Maranhão-Brasil)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por:Evaristo Silva Araújo Júnior, Antonio Carlos Leal de Castro, Milton Gonçalves da Silva Júnior&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O presente estudo aborda a avaliação de estoque do &lt;em&gt;Hexanematichthys herzbergii&lt;/em&gt; no estuário do rio Anil, com relação às estimativas de crescimento, mortalidade e taxa de explotação da espécie. Foram realizadas capturas bimestrais nos períodos de maio de 2000 a janeiro de 2003, utilizando redes de emalhar em quatro pontos de coleta no estuário. Foram capturados 9.828 indivíduos, com comprimentos variando entre as classes de 10,0 e 49,2 cm, sendo mais freqüentes entre as classes de 14,8 e 22,8 cm. As análises foram efetuadas a partir de dados de frequência de comprimento, através das rotinas incluídas no pacote FISAT (FAO/ ICLARM Stock Assessment Tools). Os parâmetros de crescimento da equação de von Bertalanffy foram estimados para todo o período, sendo L8= 51,05 cm, K= 0,15 ano-1, C= 0,2 e Wp= 0,6. A taxa de mortalidade total (Z), calculada pela curva de captura e por métodos baseados no comprimento médio dos indivíduos capturados, foi de 0,89 ano-1. A taxa de mortalidade natural (M), estimada pela equação empírica de Pauly, foi de 0,43 ano-1, e a taxa de mortalidade por pesca (F) foi de 0,46 ano-1. A taxa de explotação foi de E=0,52 ano”1, mostrando que o estoque está sendo capturado com um certo grau de intensidade. De acordo com a curva de probabilidade de captura foi estimado o comprimento médio de primeira captura (L-50) de 13,88 cm.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nota: &lt;em&gt;Hexanematichthys herzbergii = Sciades herzbergii&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2812110327423255762?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2812110327423255762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2812110327423255762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2812110327423255762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2812110327423255762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/dinmica-populacional-do-bagre-guribu.html' title='DINÂMICA POPULACIONAL DO BAGRE GURIBU (Hexanematichthys herzbergii) (TELEOSTEI, ARIIDAE) do estuário do Rio Anil (Maranhão-Brasil)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3140173243821086046</id><published>2007-10-16T11:41:00.000-07:00</published><updated>2007-10-16T11:47:39.056-07:00</updated><title type='text'>CARACTERÍSTICAS, OPERACIONALIDADE E PRODUÇÃO DA FROTA SERREIRA NO MUNICÍPIO DA RAPOSA - MA</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por: Elizabeth Galvão Soares, Antonio Carlos Leal de Castro, Milton Gonçalves da Silva Júnior&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Este trabalho aborda as características, operacionalidade e produção pesqueira da frota serreira, no município da Raposa, no período de março a dezembro de 2003, com desembarques nos portos da Praia da Raposa e Braga. Os dados utilizados são provenientes da Capitania dos Portos do Maranhão, Programa Revizee (Recursos Vivos da Zona Econômica exclusiva) e da comunidade de pescadores do município. Os barcos foram agrupados em duas categorias: pequenos - com comprimento total máximo em torno de 10m; grandes - com comprimento total superior a 10m. Barcos pequenos e grandes operam com autonomia de até 15 dias de mar/mês. Esta frota está composta por 354 embarcações. Definiram-se em função do tamanho, forma e modo de operação 5 tipos de embarcações da frota que são: 1 - biana aberta; 2 - biana fechada; 3 - bote; 4 - casco; 5 - barcos de fibra. Os últimos controles de desembarques no município efetuados nos anos de 1999 e 2000, registraram uma produção média da frota de 9.718,51 ton/ano e 6.549,9 ton/ano, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3140173243821086046?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3140173243821086046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3140173243821086046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3140173243821086046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3140173243821086046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/caractersticas-operacionalidade-e.html' title='CARACTERÍSTICAS, OPERACIONALIDADE E PRODUÇÃO DA FROTA SERREIRA NO MUNICÍPIO DA RAPOSA - MA'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1585407712681043976</id><published>2007-10-15T07:17:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:40.698-08:00</updated><title type='text'>VII Congressso Venezuelano de Ecologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxN5deiftVI/AAAAAAAAAI0/SL9-kYta-IE/s1600-h/CVE2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121570748571301202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxN5deiftVI/AAAAAAAAAI0/SL9-kYta-IE/s320/CVE2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxN4eOiftUI/AAAAAAAAAIs/QQPqjDnRBqg/s1600-h/CVE.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De 5 a 9 de novembro de 2007, acontecerá na cidade de Gayana o VII Congressso Venezuelano de Ecologia. Com o tema central: “A sociedade é parte do ecossistema”, o comitê organizador do evento convida pesquisadores para quatro dias de discussão e reflexão sobre o papel do ser humano como integrante dos ecossistemas e a necessidade de trabalhos que possam gerar conhecimentos básicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Maiores informações no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cvecologia.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.cvecologia.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1585407712681043976?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1585407712681043976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1585407712681043976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1585407712681043976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1585407712681043976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/vii-congressso-venezuelano-de-ecologia.html' title='VII Congressso Venezuelano de Ecologia'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxN5deiftVI/AAAAAAAAAI0/SL9-kYta-IE/s72-c/CVE2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-4738720298063376744</id><published>2007-10-15T06:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:41.104-08:00</updated><title type='text'>Boas novas sobre Urotrygon microphthalmum Delsman, 1941</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxNx9-iftTI/AAAAAAAAAIk/j2sj0YRtbxw/s1600-h/071012_093101.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121562510824027442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxNx9-iftTI/AAAAAAAAAIk/j2sj0YRtbxw/s320/071012_093101.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxNxtOiftSI/AAAAAAAAAIc/AK-wxfs9c9U/s1600-h/071012_090742.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121562223061218594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxNxtOiftSI/AAAAAAAAAIc/AK-wxfs9c9U/s320/071012_090742.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em julho postei um artigo sobre a raia de fogo aqui no blog, onde comentava sobre seu desaparecimento em João Pesssoa na Paraíba e na Raposa, município localizado na Ilha do Maranhão. Neste mesmo artigo planejava uma nova viajem a fim de confirmar sua presença em Tutóia, outro município maranhense. Aproveitando este último feriado bastante prolongado visitei o belo litoral de Tutóia, onde fui recarregar minhas baterias, colocar minha vida em ordem e claro entrevistar os pescadores...Para minha felicidade as raias de fogo ainda estão muito presentes e abundantes no litoral, podendo ser encontradas em maior quantidade no período das chuvas, próximo a costa, de fácil acesso, onde podem ser capturadas na pesca costeira de camarões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-4738720298063376744?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/4738720298063376744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=4738720298063376744' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4738720298063376744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4738720298063376744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/boas-novas-sobre-urotrygon.html' title='Boas novas sobre Urotrygon microphthalmum Delsman, 1941'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RxNx9-iftTI/AAAAAAAAAIk/j2sj0YRtbxw/s72-c/071012_093101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1354500595204889328</id><published>2007-10-04T07:39:00.000-07:00</published><updated>2007-10-04T07:42:27.608-07:00</updated><title type='text'>ELASMOBRÂNQUIOS NO MARANHÃO: BIOLOGIA, PESCA E OCORRÊNCIA.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por: Zafira da Silva de Almeida, Jorge Luiz Silva Nunes e Alexsandra Paz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A frota pesqueira do Maranhão é bastante heterogênea quanto as formas e tipos de embarcações, sendo tradicionalmente artesanal, as exceções são as COPAMAs embarcações de fibra de vidro com 12m de comprimento, normalmente com motor de 75Hp, sofisticada instrumentação de navegação e autonomia de 14 dias no mar. Apesar de existir uma diversificada condrofauna, com 16 espécies de raias distribuídas em 8 famílias e 19 espécies de tubarões pertencentes a 3 famílias, a pesca n litoral maranhense, na sua maioria é acidental e seus subprodutos são pouco aproveitados. A nadadeira (barbatana) é o produto mais explorado nos elasmobrânquios, principalmente em tubarões, existindo um grande comércio de exportação para o Japão e a China. A prática proibida do finning, que consiste na retirada das barbatanas e devolução do animal para o mar, é muito comum na pescarias locais, assim como em outros Estados brasileiros; assim fica evidenciado a necessidade de leis que possam proteger estes recursos e de uma fiscalização rigorosa no litoral maranhense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1354500595204889328?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1354500595204889328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1354500595204889328' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1354500595204889328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1354500595204889328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/elasmobrnquios-no-maranho-biologia.html' title='ELASMOBRÂNQUIOS NO MARANHÃO: BIOLOGIA, PESCA E OCORRÊNCIA.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6076432084807647463</id><published>2007-10-04T07:34:00.000-07:00</published><updated>2007-10-04T07:35:53.825-07:00</updated><title type='text'>ASPECTOS ALIMENTARES DE Dasyatis guttata (ELASMOBRANCHII, DASYATIDAE) NA COSTA MARANHENSE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por: Raimunda Nonata Fortes Carvalho Neta e Zafira da Silva de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O presente estudo descreve o hábito alimentar da raia Dasyatis guttata, encontrada no litoral do Maranhão, no período de setembro de 1997 a fevereiro de 1999. A arte de pesca utilizada foi  a rede de emalhar de deriva com tamanho médio de 2.500 m e altura de 2,5 m e malha de grilon com abertura de 50 mm, sendo que a profundidade do mar nos locais de captura variou de 2 a 5 metros. Verificou-se os aspectos quali-quantitativos do regime alimentar de Dasyatis guttata, visando determinar os ítens preferidos pela espécie. Tanto machos quanto fêmeas alimentaram-se principalmente de  braquiúros, seguidos de poliquetas, peixes e larvas de decápodos. O item priapulida, encontrado apenas em fêmeas, ainda não tinha sido relatado na alimentação da espécie estudada, mas devido ao baixo percentual de ocorrência (1%), pode-se inferir que é um alimento ocasional e não faz parte da sua dieta normal. Em relação à idade, constatou-se um padrão idêntico para a alimentação de indivíduos jovens e adultos. Com base nestes resultados, consideramos Dasyatis guttata um predador com comportamento alimentar oportunista, não sendo constatadas variações ontogenética e sexual nos exemplares analisados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;The study it describes the alimentary habit of the Dasyatis guttata ray, found in the coast of the Maranhão, in the period of september of 1997 the february of 1999.  The practice of fishing used was the threshing net left adrift with average size of 2.500 meters and 2,5 meters height of and mesh of grilon with aperture of 50 mm, being that depth of the sea in the capture places the 5 meters had varied of 2 meters. One verified the quali-quantitative aspects of the alimentary regimen of Dasyatis guttata, aiming at to determine the item preferred for the species. In such a way male as female they had been fed mainly of brachyurans, followed of poliychaets, fish and larvae of decápodos. The priapulida, found only in females, had still not been told in the feed of the studied species, but had to the low percentage of occurrence (1%), it can be inferred that it is an occasional food and is not part of its normal diet. In relation to the age, an identical standard for the feed of young individuals and was evidenced adult individuals. With base in these results, we consider Dasyatis guttata a predator with opportunist alimentary behavior, not being evidenced variations how much the age and how much to the sex in the analyzed units. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6076432084807647463?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6076432084807647463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6076432084807647463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6076432084807647463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6076432084807647463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/aspectos-alimentares-de-dasyatis.html' title='ASPECTOS ALIMENTARES DE Dasyatis guttata (ELASMOBRANCHII, DASYATIDAE) NA COSTA MARANHENSE'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5834920917824646718</id><published>2007-10-04T07:22:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:41.173-08:00</updated><title type='text'>ALIMENTAÇÃO DE Carcharhinus acronotus (ELASMOBRANCHII: CARCHARHINIDAE) DA COSTA DO MARANHÃO, BRASIL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwT44OiftRI/AAAAAAAAAIU/1umQvjAKhEE/s1600-h/Cacronotus.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por: Clara Maria Lima da Silva e Zafira da silva de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie &lt;em&gt;Carcharhinus acronotus&lt;/em&gt; Poey, 1861 é um tubarão de médio porte, pertencente à família Carcharhinidae, comumente capturado no litoral maranhense, através da pesca artesanal que utiliza rede de emalhar de deriva. Realizou-se o estudo da dieta de 34 exemplares de &lt;em&gt;C. acronotus&lt;/em&gt; capturados no período de setembro/97 a janeiro/2000 na costa do Maranhão. Os exemplares foram dissecados no Laboratório de Hidrobiologia da Universidade Federal do Maranhão, onde seus estômagos foram retirados, e fixados em solução de formalina a 10%, para posterior análise. &lt;em&gt;Carcharhinus acronotus&lt;/em&gt; apresentou 73% de seus estômagos com alimento e 27% encontraram-se vazios. De acordo com o Índice de Importância Relativa (I.I.R.), peixes são os principais itens da dieta desse tubarão pertencentes às famílias: Soleidae, Trichiuridae, Ariidae, Sciaenidae, Engraulidae, e Gerreidae. O tubarão &lt;em&gt;C. acronotus&lt;/em&gt; possui hábito alimentar piscívoro, podendo ser considerado um predador seletivo nos ecossistemas aquáticos maranhense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;The species Carcharhinus acronotus Poey, 1961 is a medium sized shark belonging to the family Carcharhinidae, usually captured in Maranhào coast by artesian fishery using a fish net of stitch. It was made a study about the diet of 34 specimens of Carcharhinus acronotus captured between Sptember/97 and January/2000 in the Maranhão coast. The specimens were taken and processed in the Hidrobiology Laboratory of the Federal University of Maranhão, where their stomachs were removed and fixed in solution of formaldehyde at 10% for analysis. Carcharhinus acronotus showed 73% of their stomach with feed and 27% were empty. According to the Index of Relative Importance (I.R.I.), the main item of this shark diet is fishes belonging to the families Soleidae, Trichiuridae, Ariidae, Sciaenidae, Engraulidae, e Gerreidae. The shark Carcharhinus acronotus has a piscivorus habit, and is considered a predador of the marine ecossistems of Maranhão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5834920917824646718?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5834920917824646718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5834920917824646718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5834920917824646718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5834920917824646718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/alimentao-de-carcharhinus-acronotus.html' title='ALIMENTAÇÃO DE Carcharhinus acronotus (ELASMOBRANCHII: CARCHARHINIDAE) DA COSTA DO MARANHÃO, BRASIL'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1902957716085367872</id><published>2007-10-02T07:27:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:41.463-08:00</updated><title type='text'>Diretas de Santa Marta: o caribe colombiano.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJX9-iftQI/AAAAAAAAAIM/CLhbzTc5Ias/s1600-h/Santa+Marta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116748848917624066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJX9-iftQI/AAAAAAAAAIM/CLhbzTc5Ias/s320/Santa+Marta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJWTOiftPI/AAAAAAAAAIE/qDBNvSmzffo/s1600-h/Foto+antol%C3%B3gica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116747014966588658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJWTOiftPI/AAAAAAAAAIE/qDBNvSmzffo/s320/Foto+antol%C3%B3gica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Analisando minha participação no IX Simposio Colombiano de ictiología y I Encuentro Colombo-venezolano de ictiólogos, o evento apresentou como resultado um gigantesco saldo positivos em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, para quem chegou em outro país sem nenhuma credencial e completamente anônimo, de repente passa ser badalado em termos de troca de experiências diante da eloquência dos seus próprios trabalhos não é para qualquer um. Isto foi a primeira experiência inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda grande experiência pegou carona na primeira, onde trocas de informações geraram contatos tão imediatos que alguns trabalhos surgiram imediatamente de conversas informais para renderem bons frutos, quem sabe ótimas parcerias com cooperações institucionais no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra experiência que não vou nem classificar reuniu nada menos que momentos de longas conversas com os principais pesquisadores da Colombia e Venezuela, respectivamente Arturo Acero e Fernando Cervigón. Conhecia as duas pessoas somente através de suas obras e ultimamente tinha feito muitos contatos por e-mail, mas eles são muito mais que pessoas lendárias são grandes personalidades íntegras e extremamente gentis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, uma grande descoberta! O Maranhão também é caribe!!!! Não só apenas pela similaridade da composição da sua ictiofauna. Mas pela alegria e hospitalidade do seu povo, encontrei até rítmos semelhantes ao Tambor de Crioula e Cacuriá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que possa visitar este lugar mais vezes e estreitar cada vez mais os laços entre estes povos e nações com muitas coisas em comum. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na foto: sentados da esquerda para direita: Alfredo Gómes (Ven), Fernando Cervigón (Ven) e Arturo Acero (Col). Em pé da esquerda para direita: Oscar Lasso-Alcala (Ven), Armando Ortega-Lara (Col), Jorge L.S. Nunes (Bra) e Luz Marina Mejía-Ladino (Col).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1902957716085367872?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1902957716085367872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1902957716085367872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1902957716085367872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1902957716085367872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/diretas-de-santa-marta-o-caribe.html' title='Diretas de Santa Marta: o caribe colombiano.'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJX9-iftQI/AAAAAAAAAIM/CLhbzTc5Ias/s72-c/Santa+Marta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-770124645495207727</id><published>2007-10-02T06:47:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:41.737-08:00</updated><title type='text'>Durante Operação Lagosta Legal, Ibama apreende 29 quilos de pargo e 12,2 de mero em São Luís</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJQhOiftOI/AAAAAAAAAH8/SX0wOfUzEsA/s1600-h/mero2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116740658414990562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJQhOiftOI/AAAAAAAAAH8/SX0wOfUzEsA/s320/mero2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJPRuiftNI/AAAAAAAAAH0/Wtcz2-2vWmc/s1600-h/mero.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJNeeiftMI/AAAAAAAAAHs/J8i9g6hsIFU/s1600-h/Lagosta.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Operação Lagosta Legal, fiscalização realizada nesta semana de maneira simultânea em 12 estados do litoral brasileiro (do Amapá ao Espírito Santo), teve um saldo positivo no Maranhão no que se refere a outras espécies ameaçadas pela pesca ilegal. Na quarta-feira (26/9), os fiscais apreenderam no Mercado do Peixe no Portinho, em São Luís , 29 quilos de pargo abaixo do tamanho permitido (41cm de comprimento) e 12,2 quilos de mero, grande peixe ósseo cuja captura é proibida em águas nacionais. O dono do box que comercializava o mero na Praia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Grande foi multado em R$ 700 e os 41,2kg de pescado apreendido foram doados para a Sociedade Eunice Weaver, educandário que trabalha com crianças carentes no bairro do Anil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na reunião técnica promovida pela Diretoria de Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama nos dias 14 e 15 de agosto, foi decidida a extensão por mais cinco anos da aplicação da Portaria Nº 121, de 20 de setembro de 2002, que proíbe a captura do mero (&lt;em&gt;Epinephelus itajara&lt;/em&gt;). A portaria foi prorrogada devido à aproximação do vencimento do prazo e por se tratar de um peixe com crescimento lento e de alta longevidade, podendo viver mais de 40 anos. A medida também proíbe o transporte, a comercialização, o beneficiamento e a industrialização do mero proveniente da pesca proibida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mero é o maior peixe ósseo do Oceano Atlântico Sul, pode alcançar três metros de comprimento e mais de 400 quilos. É uma espécie criticamente ameaçada de extinção e pouco estudada. Por ser dócil e habitar áreas de manguezais e corais, é uma presa fácil para os infratores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De segunda a quinta-feira, as equipes formadas por agentes da Superintendência Estadual do IBAMA em São Luís , do Batalhão de Policiamento Ambiental e da Capitania dos Portos vistoriaram um total de 29 embarcações pesqueiras nos portos do Braga (município de Raposa), Vieira e Barbosa (São José de Ribamar), Portinho (São Luís) e da Vovó (na Barragem do Bacanga, também na capital maranhense), sendo que 15 delas foram notificadas a apresentar em 10 dias a licença emitida pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, caso contrário poderão ser autuadas. Mas a operação não encontrou aportado nenhum dos três barcos lagosteiros licenciados pela SEAP no Maranhão, a informação é de que estes se encontram em alto-mar e devem desembarcar em Bragança, no Pará. Por isso a segunda etapa de execução do Plano Emergencial de Fiscalização da Pesca da Lagosta deve continuar no mês de outubro, desta vez no mar com equipes de fiscais embarcadas com apoio da Marinha, cumprindo uma programação que deve ir até o fim do ano. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora a lagosta esteja fora do período de defeso (proteção da lei à reprodução da espécie), que vai anualmente de 1º de janeiro a 30 de abril (neste ano houve uma prorrogação da proibição até 15 de junho), a pesca só pode ser realizada por embarcações autorizadas pelo Governo Federal, desde que o façam além do limite de quatro milhas marítimas da costa. Devem ser respeitados os tamanhos mínimos (13cm de comprimento de cauda e 7,5cm de cefalotórax para a espécie vermelha, 11cm de cauda e 6,5 de cefalotórax para a espécie cabo verde) e a proibição de petrechos de pesca considerados predatórios como as redes de caçoeira, as marambaias, aparelhos de mergulho e o uso do compressor. A captura só é permitida com o emprego de armadilhas do tipo covo ou manzuá, cuja malha deve ser quadrada e ter no mínimo 5cm de espaço entre nós consecutivos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira fase nacional da Operação Lagosta, entre os meses de abril e julho, resultou em 17 autos de infração totalizando R$ 73 mil reais em multas no estado do Maranhão, além da apreensão de 73 quilos de lagosta no comércio durante o defeso, período no qual foram vistoriadas 319 unidades de produção de pescado. No pós-defeso (de 16 de junho a 31 de julho) foram vistoriadas 120 UPPs, incluindo restaurantes, supermercados, mercados do peixe, frigoríficos, peixarias, carros transportando pescado, fábricas de gelo e embarcações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, 12 embarcações lagosteiras que tiveram seus pedidos de permissão de pesca negados entraram com recursos que no momento estão sendo analisados. De acordo com dados do Estatpesca (2005), a produção anual de lagostas desembarcada no Maranhão é de 10,8 toneladas, sendo 10,2t no município de São José de Ribamar e 600 quilos/ano em Tutóia. Mas a produção total do crustáceo na costa maranhense é estimada em 205,4 toneladas, cerca de 95% do volume pescado aqui é levado para outros estados, principalmente o Ceará, maior produtor nacional (3.102,6 toneladas desembarcadas, segundo dados de 2004). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O vizinho Piauí, apesar de ter um litoral curto com apenas 66km de extensão, tem o desembarque de 23,9 toneladas/ano, mais do dobro do volume beneficiado no Maranhão com seus 640km de costa. Inclusive sete das 12 embarcações que estão pleiteando com recurso para obtenção de licença na Seap/MA são do município de Luís Corrêa (PI). Os fiscais que visitaram os portos de Raposa e Ribamar nesta semana receberam informações sobre a saída de diversos barcos para pescar lagosta em alto-mar na região do Parcel de Manoel Luís (importante banco de corais no litoral noroeste do Maranhão). Outras importantes regiões pesqueiras do crustáceo no estado são o entorno do Farol de Santana em Humberto de Campos e as ilhas da Reserva Extrativista Marinha de Cururupu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Considerando o alto valor agregado do produto que acaba não sendo revertido em benefícios econômicos para o estado, o combate à pesca predatória da lagosta no litoral maranhense começou a ganhar na mídia e entre os pescadores locais uma conotação de proteção dos recursos naturais do estado no estilo "a lagosta é nossa" (slogan usado em duas rádios da capital), embora as embarcações devidamente licenciadas pela Seap e cadastradas no Ibama tenham autorização para atuar em todo o litoral Norte-Nordeste. Durante a primeira fase da fiscalização no Maranhão, entre os 17 autos de infrações registrados, houve casos de barcos de pesca sem licença, uso de petrechos proibidos (redes de caçoeira e uso de compressor), comercialização sem declaração de estoque durante o defeso e desrespeito aos tamanhos mínimos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Operação Lagosta Legal, realizada em conjunto com a Marinha do Brasil, contou também com a participação das Polícias Federal, Rodoviária, Civil e Militar. A idéia é realizar uma ação de caráter preventivo ao impedir a captura e o desembarque ilegal de lagostas das espécies verde e vermelha. Também são alvos da fiscalização pelo Ibama outras fases da cadeia produtiva como a comercialização e a exportação do crustáceo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Somando os 12 estados envolvidos na operação, duzentos agentes de fiscalização distribuídos em 50 equipes fizeram uma varredura em embarcações pesqueiras, portos, indústrias, frigoríficos, peixarias, restaurantes, bares, hotéis, feiras e mercados nos nove estados do Nordeste, e no Amapá, Pará e Espírito Santo. No mar, a bordo de embarcações da Marinha do Brasil, os fiscais do Ibama verificam a permissão e os equipamentos de pesca. Os agentes da Marinha checam a documentação dos barcos e instrumentos de salvamento obrigatórios. Só podem exercer a atividade de pesca os barcos devidamente permissionados pela Secretaria Especial de Pesca e Aqüicultura. O uso de manzuá ou covo, um tipo de armadilha de pesca, é o único petrecho permitido para captura das lagostas. Já as redes caçoeira, considerada por especialistas em meio ambiente como altamente predatória, e os compressores são apreendidos pelos fiscais do Ibama. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Operação Lagosta Legal inaugurou a segunda etapa do Plano Emergencial de Fiscalização da Pesca da Lagosta, uma ação do Governo Federal coordenada pelo Ibama, Ministério do Meio Ambiente e Seap e desenvolvida a partir deste ano. Desde o começo de 2007, durante e após o período de defeso da espécie, foram vistoriadas no Brasil inteiro mais de 6 mil unidades de produção e comercialização de lagosta e aplicadas 426 multas que somadas ultrapassam R$ 1,7 milhão.Ao todo, os fiscais do Ibama apreenderam no país mais de 9 toneladas de lagosta, 88 barcos e 167 mil metros de rede caçoeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Por: Paulo Roberto Araújo Filho (Assessoria de Comunicação do Ibama/MA)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-770124645495207727?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/770124645495207727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=770124645495207727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/770124645495207727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/770124645495207727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/10/durante-operao-lagosta-legal-ibama.html' title='Durante Operação Lagosta Legal, Ibama apreende 29 quilos de pargo e 12,2 de mero em São Luís'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RwJQhOiftOI/AAAAAAAAAH8/SX0wOfUzEsA/s72-c/mero2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6722661615568994698</id><published>2007-09-18T19:38:00.000-07:00</published><updated>2007-10-01T17:39:52.569-07:00</updated><title type='text'>Análise da ecomorfologia de duas espécies de bagres (Teleostei: Siluriformes: Ariidae) do rio Paciência, Maranhão-Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gildevan Nolasco Lopes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Orientador: Nivaldo Magalhães Piorski&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Graduação em Ciências Biológicas – Universidade Federal do Maranhão&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ano de defesa: 2007&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As espécies &lt;em&gt;Ariopsis bonillai&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sciades herzbergii&lt;/em&gt; estão entre as espécies de peixes da família Ariidae de maior freqüência nos estuários maranhenses, porém estudos biológicos de qualquer natureza, utilizando amostras de populações desta região, são escassos. Diante disso, o presente estudo analisa as relações entre a dieta e as características morfológicas destas duas espécies, comparando a eficiência de duas técnicas morfométricas para obtenção e descrição de dados ecomorfológicos. As técnicas utilizadas (índices morfológicos e redes de treliça) foram aplicadas sobre uma amostra de 35 exemplares de cada espécie. As matrizes de dados geradas forma submetidas separadamente à Análise de Componentes Principais. Ambas as técnicas de descrição morfológica identificaram diferenças morfológicas entre os grupos. Os índices ecomorfológicos com maior peso para &lt;em&gt;A. bonillai&lt;/em&gt; foram o índice de compressão, a altura relativa do corpo e a configuração da boca. Em &lt;em&gt;S. herzbergii&lt;/em&gt; foram maiores os índices da configuração da nadadeira caudal, comprimento relativo do pedúnculo caudal e posição relativa do olho. A rede de treliça atribuiu um maior alongamento horizontal do meio do corpo para &lt;em&gt;S. herzbergii&lt;/em&gt; e maior nadadeira anal, maior altura do pedúnculo caudal, e altura do corpo para &lt;em&gt;A. bonillai&lt;/em&gt;. A análise da dieta, realizada em uma amostra de 65 indivíduos de &lt;em&gt;S. herzbergii&lt;/em&gt; e 55 de &lt;em&gt;A. bonillai&lt;/em&gt;, indicaram que as espécies são generalistas apresentando preferência alimentar por determinados ítens. Material vegetal e poliquetas foram os ítens mais consumidos por &lt;em&gt;A. bonillai&lt;/em&gt;, sendo que decápodes e peixes por &lt;em&gt;S. herzbergii&lt;/em&gt;. A análise combinada dos dados da dieta e da morfologia indicaram que &lt;em&gt;S. herzbergii&lt;/em&gt; é uma espécie que ocupa a porção inferior da coluna d’água, relacioando-se ao consumo de ítens bentônicos como decápodas e ítens grandes como peixes. Em &lt;em&gt;A. bonillai&lt;/em&gt; as estruturas evidenciam o consumo de ítens em diferentes profundidades na coluna d’água e através da sucção, tais como poliquetas e ítens pequenos (microcrustáceos, insetos e larvas). As duas técnicas permitiram relacionar a dieta à morfologia, sendo os índice mais informativos. Entretanto, recomenda-se o uso de ambas as técnicas, pois a rede de treliça pode identificar estruturas importantes para ecologia das espécies que não poderiam ser observadas pelos índices morfológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chaves: Ecomorfologia, Ariidae, dieta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6722661615568994698?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6722661615568994698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6722661615568994698' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6722661615568994698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6722661615568994698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/09/anlise-da-ecomorfologia-de-duas-espcies.html' title='Análise da ecomorfologia de duas espécies de bagres (Teleostei: Siluriformes: Ariidae) do rio Paciência, Maranhão-Brasil'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6144374841155781395</id><published>2007-09-18T12:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:42.066-08:00</updated><title type='text'>Mobula hypostoma (Bancroft, 1831)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RvAuFwRH45I/AAAAAAAAAHk/QGrCBYpnNvI/s1600-h/Mhyp.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5111636253456458642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RvAuFwRH45I/AAAAAAAAAHk/QGrCBYpnNvI/s320/Mhyp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A raia gaveta, como é conhecida no Maranhão, possui um prolongamento da nadadeira peitoral ou nadadeira cefálica localizada na porção anterior da boca que lhe ajuda direcionar o fluxo d’água contendo alimento até sua boca. A sua morfologia é muito semelhante a outras espécies que ocorrem no litoral maranhense, como as espécies &lt;em&gt;Aetobatus narinari&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Rhinoptera bonasus&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As raias desta família são de grande porte, podendo atingir algo cerca de 7,0 metros de envergadura e seu peso ultrapassar 1 tonelada. Apesar do seu tamanho colossal a dieta de &lt;em&gt;M. hypostoma&lt;/em&gt; é composta por organismos zooplanctônicos. Seus dentes são muitíssimo pequenos formando uma placa áspera. A sua configuração geral apresenta uma cauda distinta e longa que afina gradualmente; uma nadadeira dorsal; e ferrão ausente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição geográfica corresponde ao Atlântico ocidental e o seu padrão de colorido varia do azul escuro ao azul violáceo na porção dorsal, enquanto que seu ventre é branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carvalho-Filho, A. 1999. &lt;strong&gt;Peixes da costa brasileira&lt;/strong&gt;. (3ª ed). 320P. São Paulo: Editora Melro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Froese, R. &amp;amp; Pauly, D. (Editors). 2004. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;McEachran, J.D. &amp;amp; Carvalho, M.R. de. 2002. &lt;strong&gt;Batoid Fishes&lt;/strong&gt;. pp. 507-589. In: The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae), sea turtles and marine mammals. FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes and American Society of Ichthyologists and Herpetologists Special Publication. Nº 5. Rome, FAO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes, J. L. S. ; Almeida, Zafira da Silva de ; Piorski, Nivaldo Magalhães . Raias capturadas pela pesca artesanal em águas rasas do Maranhão-Brasil. &lt;strong&gt;Arquivos de Ciências do Mar&lt;/strong&gt;, Fortaleza, v. 38, p. 49-54, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6144374841155781395?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6144374841155781395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6144374841155781395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6144374841155781395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6144374841155781395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/09/mobula-hypostoma-bancroft-1831.html' title='Mobula hypostoma (Bancroft, 1831)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RvAuFwRH45I/AAAAAAAAAHk/QGrCBYpnNvI/s72-c/Mhyp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8709355739757685594</id><published>2007-09-13T00:53:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:42.470-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Bathygobius soporator (Valenciennes, 1837)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujztwRH44I/AAAAAAAAAHc/jONEzMV5VqE/s1600-h/Bsop3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109601744628212610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujztwRH44I/AAAAAAAAAHc/jONEzMV5VqE/s320/Bsop3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujzigRH43I/AAAAAAAAAHU/cEdQxMNSnhU/s1600-h/Bsop2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109601551354684274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujzigRH43I/AAAAAAAAAHU/cEdQxMNSnhU/s320/Bsop2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujzVwRH42I/AAAAAAAAAHM/6A43fw0EY_8/s1600-h/Bsop1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109601332311352162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujzVwRH42I/AAAAAAAAAHM/6A43fw0EY_8/s320/Bsop1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Conhecidos regionalmente como muré, a espécie &lt;em&gt;B. soporator&lt;/em&gt; que pertence à família Gobiidae é encontrada frequentemente em poças de marés da Ilha do Maranhão (antiga Ilha de São Luís). Sua morfologia é considerada uma adaptação a este tipo de ambiente, pois toleram grande variação de salinidade, temperatura, oxigênio dissolvido e turbidez. Uma grande surpresa que presenciei em campo foi ter encontrado um exemplar debaixo de uma pedra em condições quase sem lâmina d’água na Ilha do Medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à morfologia, apresentam o corpo deprimido, suas nadadeiras pélvicas são modificadas em uma ventosa que se adere ao substrato para evitar que o indivíduo seja arrastado pelo batimento das ondas e, por possuir pequeno porte podem se abrigar em pequenas fendas nas rochas. As poças de marés da Ilha do Maranhão são completamente dominadas por esta espécie, além das características anatômicas, morfológicas e fisiológicas o seu comportamento territorialista lhe ajuda bastante para manter este status.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão de colorido é completamente versátil, costumam ficar imóveis usando sua camuflagem. Nas fotos você pode observar um pouco da sua camuflagem junto ao fundo da poça, note que as fotografias dos peixes maiores (2ª e 3ª) correspondem ao mesmo indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua distribuição geográfica corresponde aos dois lados tropicais do Oceano Atlântico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. &lt;strong&gt;Peixes da costa brasileira&lt;/strong&gt;. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;320p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2004. &lt;strong&gt;FishBase&lt;/strong&gt;. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8709355739757685594?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8709355739757685594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8709355739757685594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8709355739757685594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8709355739757685594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/09/conhea-espcie-bathygobius-soporator.html' title='Conheça a espécie Bathygobius soporator (Valenciennes, 1837)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RujztwRH44I/AAAAAAAAAHc/jONEzMV5VqE/s72-c/Bsop3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6268757093173620227</id><published>2007-09-12T13:51:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:43.040-08:00</updated><title type='text'>Novidade no blog Peixes do Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhTZwRH41I/AAAAAAAAAHE/kdLU4PajQ9Y/s1600-h/Carpenter.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109425479170384722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhTZwRH41I/AAAAAAAAAHE/kdLU4PajQ9Y/s320/Carpenter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhS9QRH40I/AAAAAAAAAG8/04nBJtWIH88/s1600-h/Compagno.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109424989544112962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhS9QRH40I/AAAAAAAAAG8/04nBJtWIH88/s320/Compagno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhSqgRH4zI/AAAAAAAAAG0/_P-h-ktNt6g/s1600-h/Cervig%C3%B3n.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109424667421565746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhSqgRH4zI/AAAAAAAAAG0/_P-h-ktNt6g/s320/Cervig%C3%B3n.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Você que é ictiólogo ou interessado no assunto pode encontrar na biblioteca virtual livros da FAO editados por pesquisadores de renome internacional. Estas publicações estão disponíveis para download grátis direto pelo link da FAO, sendo que as obras listadas neste blog contemplam somente aquelas que tratam de espécies do Oceano Atlântico. Se você se interessar por outras áreas é só navegar pelo site da FAO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6268757093173620227?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6268757093173620227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6268757093173620227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6268757093173620227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6268757093173620227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/09/novidade-no-blog-peixes-do-maranho.html' title='Novidade no blog Peixes do Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RuhTZwRH41I/AAAAAAAAAHE/kdLU4PajQ9Y/s72-c/Carpenter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-8196820508734907397</id><published>2007-08-30T05:09:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:43.985-08:00</updated><title type='text'>Expedição pelo Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta-w2fLX_I/AAAAAAAAAGs/0HnkdTcML1Y/s1600-h/Piau+baiano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104476974140317682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta-w2fLX_I/AAAAAAAAAGs/0HnkdTcML1Y/s320/Piau+baiano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta-O2fLX-I/AAAAAAAAAGk/xdwcGGlm7sc/s1600-h/Mercado+Publico.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta92GfLX9I/AAAAAAAAAGc/Hixtaj4m_7w/s1600-h/Lago+da+Boa+Esperan%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104475964823003090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta92GfLX9I/AAAAAAAAAGc/Hixtaj4m_7w/s320/Lago+da+Boa+Esperan%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta9hmfLX8I/AAAAAAAAAGU/s1wmwKvFzcs/s1600-h/Rio+Itapecuru+em+Cod%C3%B3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104475612635684802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta9hmfLX8I/AAAAAAAAAGU/s1wmwKvFzcs/s320/Rio+Itapecuru+em+Cod%C3%B3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em uma viagem recente tive a oportunidade de conhecer vários lugares interessantes do nosso Brasil no Maranhão. Com intuito científico eu e o Professor Nivaldo Piorski tínhamos como objetivo coletar amostras de tecido de alguma espécies de peixe para sua tese de doutorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, logo fomos contrariados pela nossa idéia, que, se o estado do Maranhão que é muito rico em bacias hidrográficas, logo será rico em recursos pesqueiros também! Estávamos redondamente enganados, e nos decepcionamos com a realidade nua e crua destes lugares. Por outro lado, é claro que encontramos fartura e isso nos deixou mais tranquilos. Mas até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, agora vamos falar no bom português. É certo que esta época do ano os peixes ficam mais escassos, segundo os pescadores os rios ficam com as águas mais claras e os ventos sopram mais fortes, desta forma os peixes tendem a se esconderem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros problemas também são notórios, primeiro visitando os mercados públicos encontramos muitos peixes provenientes de outras regiões distantes, como é caso da Bahia, Santarém e até mesmo de outras regiões do Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Lago Açu é o principal produtor e distribuidor de pescado para todo o estado, mas até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível que rios tão caudalosos como Itapecuru, Parnaíba e Balsas sejam tão pobres em peixes. Os problemas são apontados constantemente, é só visitar para comprovar. Desmatamento nas encostas, projetos agropastoris, extração de areia e se seixo, assoreamento e por último encontram-se muitas espécies invasoras. Tilápia já é comum, mas ainda existem Tucunarés, Pacus e agora a nova sensação, o Piauzão da Bahia. Nada de novidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra observação muito interessante foi que em certas regiões existem escassez de peixes nos rios, mas não nos lagos. Alguns lagos possuem fartura de peixes, sendo encontrados de tamanhos bem grandes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Isto impressiona positivamente as expectativas e nos faz pensar em uma política de recursos pesqueiros mais séria e responsável para manutenção dos estoques para aquelas pessoas que dispõem apenas disso para sobreviver e futuras gerações. Aliás, são eles que menos agridem o ambiente, menos são aparados pelas políticas e inexplicavelmente são os principais alvos nas fiscalizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora de unir as bases a fim de criar estratégias, programas, planos... enfim descruzar os braços para esta realidade degenerativa e incluir segmentos que tenham vontade e capacidade para resolvê-los. Dar um verdadeiro pontapé nos coleguicismos incompetentes como apenas idéias de marketing pessoal e aqueles miram seus próprios umbigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-8196820508734907397?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/8196820508734907397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=8196820508734907397' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8196820508734907397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/8196820508734907397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/expedio-pelo-maranho.html' title='Expedição pelo Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rta-w2fLX_I/AAAAAAAAAGs/0HnkdTcML1Y/s72-c/Piau+baiano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3612614077050115582</id><published>2007-08-30T04:55:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:44.290-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Abudefduf saxatilis (Linnaeus, 1758)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RtazNWfLX7I/AAAAAAAAAGM/OqgYVISFGAo/s1600-h/Abudefduf.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104464269627056050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RtazNWfLX7I/AAAAAAAAAGM/OqgYVISFGAo/s320/Abudefduf.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bastante conhecida de mergulhadores, o sargentinho é um peixe muito comum em ambientes recifais pertencente a família Pomacentridae, principalmente daqueles que gostam de alimentar peixes em flutuantes, pois neste local são muito abundantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua distribuição geográfica corresponde a faixa desde o Estados Unidos até o Uruguai, também ocorrendo nas Antilhas e Ilhas oceânicas do Atântico. Ocorrem também na porção oriental do Atlântico, da Angola à África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas principais características morfológicas são o seu formato ovalado; cinco faixas verticais negras visíveis sobre os flancos que variam de amarelo ao laranja e uma faixa negra quase imperceptível no pedúnculo caudal, sua coloração muda para tonalidades azuis-esverdeadas em períodos de maturação. Podem medir até 20cm de comprimento total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juvenis são encontrados em poças de marés, topo de recifes rasos. Podem se comportar como peixes limpadores em estações de limpeza. Entre seus clientes estão a tartaruga verde e os golfinhos. Os adultos formam grandes cardumes de forrageamento, se alimentando de vários itens que incluem algas, poliquetos, pequenos crustáceos e inclusive regurjito de golfinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. Peixes da costa brasileira. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2004. FishBase. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3612614077050115582?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3612614077050115582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3612614077050115582' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3612614077050115582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3612614077050115582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/conhea-espcie-abudefduf-saxatilis.html' title='Conheça a espécie Abudefduf saxatilis (Linnaeus, 1758)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RtazNWfLX7I/AAAAAAAAAGM/OqgYVISFGAo/s72-c/Abudefduf.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6088215142295527685</id><published>2007-08-11T14:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:44.496-08:00</updated><title type='text'>Participe do IV Workshop de Chondrichthyes do NUPEC</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4uU9v_7HI/AAAAAAAAAGE/X5-lBtSknuA/s1600-h/Logo1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097562765938125938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4uU9v_7HI/AAAAAAAAAGE/X5-lBtSknuA/s320/Logo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se você é fissurado por tubarões e raias, vem aí o IV Workshop de Chondrichthyes do NUPEC. O tema deste ano está centrado no “Comportamento dos Elasmobrânquios” que objetiva as discussões sobre as perspectivas de pesquisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O evento reunirá os maiores nomes de especialistas nacionais e internacionais, como: Dr. Ricardo de Souza Rosa, Dr. Samuel Gruber, Dra. Patricia Charvet-Almeida, Dr. Alberto Ferreira de Amorim, Dr. Carlos Arfelli, Dr. Venâncio Guedes de Azevedo, Dr. Otto B. F. Gadig, Dr. Manoel Gonzalez, MSc. Mauricio Pinto Almeida e Dr. Fábio Motta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Peça informações via e-mail: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="mailto:workshop@nupec.com.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;workshop@nupec.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; ou então acessar a página do Núcleo de Pesquisa e Estudo em Chondrichthyes, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nupec.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.nupec.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6088215142295527685?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6088215142295527685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6088215142295527685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6088215142295527685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6088215142295527685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/participe-do-iv-workshop-de.html' title='Participe do IV Workshop de Chondrichthyes do NUPEC'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4uU9v_7HI/AAAAAAAAAGE/X5-lBtSknuA/s72-c/Logo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1683308709263648228</id><published>2007-08-11T14:41:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:44.616-08:00</updated><title type='text'>Participe do IX Simpósio Colombiano de Ictiólogos e I Encontro de Colombo-venezuelano de ictiólogos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4tg9v_7GI/AAAAAAAAAF8/wwEoZ7KbOoM/s1600-h/simpocolicti.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097561872584928354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4tg9v_7GI/AAAAAAAAAF8/wwEoZ7KbOoM/s320/simpocolicti.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em setembro haverá o IX Simpósio Colombiano de Ictiólogos e I Encontro de Colombo-venezuelano de ictiólogos. Este evento homenageará Germán Galvis, ictiólogo colombiano, e será destinado a pesquisadores, professores, técnicos, alunos de Biologia, Biologia Marinha, Ecologia, Zootecnia, Engenharia de Pesca, Oceanografia Biológica e áreas afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações acesse o site:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;http://simposioictiologia.unimagdalena.edu.co&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1683308709263648228?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1683308709263648228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1683308709263648228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1683308709263648228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1683308709263648228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/participe-do-ix-simpsio-colombiano-de.html' title='Participe do IX Simpósio Colombiano de Ictiólogos e I Encontro de Colombo-venezuelano de ictiólogos'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rr4tg9v_7GI/AAAAAAAAAF8/wwEoZ7KbOoM/s72-c/simpocolicti.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5766630257564900939</id><published>2007-08-10T13:01:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:44.695-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Narcine brasiliensis (Olfers, 1831)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrzFONv_7FI/AAAAAAAAAF0/O-P45_XoCP0/s1600-h/Nacine+brasiliensis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097165726276381778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrzFONv_7FI/AAAAAAAAAF0/O-P45_XoCP0/s320/Nacine+brasiliensis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A raia&lt;em&gt; Narcine brasiliensis&lt;/em&gt; apresenta uma característica muito incomum, a presença de órgãos elétricos que produzem corrente elétrica. Também conhecida como treme-treme esta raia elétrica pode dar uma descarga entre 14-37 volts, que é utilizada para defesa. São predadores noturnos e alimentam-de vermes, enguias juvenis, anemonas e pequenos crustáceos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua configuração morfológica apresenta um disco com formato semi-circular variando moderadamente ao ovóide; margens da nadadeira peitoral que formam o disco levemente arredondadas. A cauda afinando a medida que se aproxima da sua extremidade posterior, apresentando-se dorsalmente arredondada e aplanada na porção ventral. A nadadeira caudal tem o formato de um triangulo isósceles; a primeira nadadeira dorsal situada sobre o dorso da cauda seguida pela segunda nadadeira dorsal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão de colorido do dorso varia do cinza ao marrom com manchas escuras, mas podem variar para o cinza homogêneo e a superfície ventral branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua distribuição é restrita ao oceano Atlântico, mas podem ser encontradas em águas temperadas e tropicais. Podem ser encontradas em todo o litoral brasileiro em profundidades de até 20m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. &lt;strong&gt;Peixes da costa brasileira&lt;/strong&gt;. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FIGUEIREDO. J. L. 1977. &lt;strong&gt;Manual dos peixes marinhos do sudoeste do Brasil. Introdução: Cações, Raias e Quimeras&lt;/strong&gt;. São Paulo: Museu de Zoologia. USP, 104p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2004. &lt;strong&gt;FishBase&lt;/strong&gt;. World Wide Web electronic publication.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5766630257564900939?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5766630257564900939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5766630257564900939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5766630257564900939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5766630257564900939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/conhea-espcie-narcine-brasiliensis.html' title='Conheça a espécie Narcine brasiliensis (Olfers, 1831)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrzFONv_7FI/AAAAAAAAAF0/O-P45_XoCP0/s72-c/Nacine+brasiliensis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-4944706287273855781</id><published>2007-08-09T14:29:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:44.943-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Balistes vetula Linnaeus, 1758</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RruLFdv_7EI/AAAAAAAAAFs/kb4-0av1Nto/s1600-h/Balistes+vetula.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5096820329301404738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RruLFdv_7EI/AAAAAAAAAFs/kb4-0av1Nto/s320/Balistes+vetula.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie &lt;em&gt;Baliste vetula&lt;/em&gt; também é conhecida por cangulo. É um peixe dmersal, cujo seu aparelho bucal é formado por oito dentes incisivos superiores e oito dentes incisivos inferiores, em formato de cunha, que permite capturar alimentos bentônicos, além destes, podem ser observados duas séries de dentes faringianos inferiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentam diferenças na dieta ao longo do ciclo de vida, sendo que os jovens se alimentam preferencialmente de invertebrados bentônicos (invertívoros), enquanto os adultos alimentam-se principalmente de peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morfologicamente caracterizam-se pela presença de três espinhos visíveis na nadadeira dorsal; nadadeiras pélvicas fundidas e um espinho rugoso anterior; escamas ctenóides marcadamente unidas; evidentes manchas azuis radiais cercando os olhos e duas faixas azuis na face, partindo da boca até a base da nadadeira peitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distribuem-se nos oceanos Atlântico e Índico, podem ser encontrados em ambientes de fundo consolidado. Comumente encontrados em áreas de fundo rochoso e coralino, com profundidade até aproximadamente 100m, mas também ocorrem normalmente em profundidades menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. Peixes da costa brasileira. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FROESE, R. &amp;amp; PAULY, D. (Editors). 2004. FishBase. World Wide Web electronic publication. www.fishbase.org.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-4944706287273855781?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/4944706287273855781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=4944706287273855781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4944706287273855781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4944706287273855781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/conhea-espcie-balistes-vetula-linnaeus.html' title='Conheça a espécie Balistes vetula Linnaeus, 1758'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RruLFdv_7EI/AAAAAAAAAFs/kb4-0av1Nto/s72-c/Balistes+vetula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7440334784160853869</id><published>2007-08-02T22:57:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:45.200-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Gymnura micrura (Bloch &amp; Scheneider, 1801)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrKHEtv_7CI/AAAAAAAAAFY/o5s6xmRz64M/s1600-h/gmic.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094282643579595810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrKHEtv_7CI/AAAAAAAAAFY/o5s6xmRz64M/s320/gmic.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A raia baté é mais conhecida por raia borboleta ao longo do litoral brasileiro. O seu nome científico é &lt;em&gt;Gymnura micrura&lt;/em&gt; e pertence a família Gymnuridae que possui 14 espécies, a maioria se distribui na zona costeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil ocorrem duas espécies: &lt;em&gt;G. altavela&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;G. micrura&lt;/em&gt;, as duas com um ampla distribuição em áreas litorâneas do Oceano Atlântico. Estas duas espécies são bentônicas de águas rasas que habitam fundos arenosos e barrentos em estuários e bocas de rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão de coloração da raia baté é muito variado desde o cinza, passando pelo verde oliva, cor-de-rosa até marrom escuro na região dorsal, com ou sem manchas espalhadas; e com a cor do ventre branco para amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morfologicamente apresentam a largura do disco maior que o seu comprimento, cauda curta e desprovida de ferrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente faz parte da fauna acompanhante da pesca de camarões e às vezes são capturadas de forma incidental pela pesca artesanal na costa do Maranhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para ler mais: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ESCHMEYER, W.N. (ed) (2004). Catalog of fishes. California Academy of Sciences. Online version. Updated November 7.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FROESE, R. &amp; PAULY, D. (Eds). 2007. FishBase. World Wide Web electronic publication. Disponível em: http//www.fishbase.org. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;LÉOPOLD, M. 2004. Guide des poisons de mer de Guyane. Ed. Ifremer. 216p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;NUNES, J.L.S., ALMEIDA, Z. S. &amp;amp; PIORSKI, N. M. 2005. Raias capturadas pela pesca artesanal em águas rasas do Maranhão - Brasil. Arquivos de Ciências do Mar, 38: 49-54.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7440334784160853869?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7440334784160853869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7440334784160853869' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7440334784160853869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7440334784160853869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/conhea-espcie-gymnura-micrura-bloch.html' title='Conheça a espécie Gymnura micrura (Bloch &amp; Scheneider, 1801)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrKHEtv_7CI/AAAAAAAAAFY/o5s6xmRz64M/s72-c/gmic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1285424745900261223</id><published>2007-08-02T15:17:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:45.392-08:00</updated><title type='text'>Participe do VII - BIOINC, Congresso de Bioincrustação, Ecologia bêntica e Biocorrosão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrJbttv_7BI/AAAAAAAAAFQ/-bbMAggHTpE/s1600-h/Bioinc.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrJbttv_7BI/AAAAAAAAAFQ/-bbMAggHTpE/s1600-h/Bioinc.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094234969442610194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrJbttv_7BI/AAAAAAAAAFQ/-bbMAggHTpE/s320/Bioinc.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O VII Bioinc acontecerá no período de 27 a 30 de novembro de 2007 no Hotel Ressugência localizado na praia do Anjos em Arraial do Cabo-RJ. O evento é patrocinado pela Marinha do Brasil e pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e contará com cientistas do Brasil e de outros países ícones na área.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Então, estais esperando o quê? Faça logo contato com seu agente de viajem e vá arrumando suas malas, além das informações atualizadas podes cutir o visual magnífico de Arraial do Cabo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ieapm.mar.mil.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.ieapm.mar.mil.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;a href="http://us.f381.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=bioinc2007@hotmail.com" target="_blank" rel="nofollow" ymailto="mailto:bioinc2007@hotmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;bioinc2007@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Telefones (22) 2622 9018 e (22) 2622 9016&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1285424745900261223?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1285424745900261223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1285424745900261223' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1285424745900261223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1285424745900261223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/08/participe-do-vii-congresso-de.html' title='Participe do VII - BIOINC, Congresso de Bioincrustação, Ecologia bêntica e Biocorrosão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RrJbttv_7BI/AAAAAAAAAFQ/-bbMAggHTpE/s72-c/Bioinc.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-7389766039438832517</id><published>2007-07-24T06:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:45.954-08:00</updated><title type='text'>Visite o Projeto Orla Viva</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYJD9v_7AI/AAAAAAAAAFI/XYFw8kA10G8/s1600-h/logomarca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090766392509066242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYJD9v_7AI/AAAAAAAAAFI/XYFw8kA10G8/s320/logomarca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYIpNv_6_I/AAAAAAAAAFA/Oe7F1VDgt6Q/s1600-h/escolaorlaviva.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090765932947565554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYIpNv_6_I/AAAAAAAAAFA/Oe7F1VDgt6Q/s320/escolaorlaviva.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYGC9v_6-I/AAAAAAAAAE4/7Yf06j_PF90/s1600-h/Zeca+orlaviva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090763076794313698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYGC9v_6-I/AAAAAAAAAE4/7Yf06j_PF90/s320/Zeca+orlaviva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nascida da idéia de divulgar as belezas e mistérios do litoral maranhense surge o Projeto Orla Viva. Encabeçada pelos professores biólogos Maurício Araújo Mendonça e José Maria Maia Filho, o projeto traz em seu slogan um ótimo conceito de educação e conservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto possui uma exposição permanente na sede localizada na praia do Araçagy (São Luís, Maranhão) que consta de um acervo de materiais biológicos representantes da biota local, palestras com vários especialistas e visitas de campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro de atividades incluem atividades internas na sede com exposição dos aspectos teóricos, materiais fixados, fotografias e aquários marinhos com vários representantes faunísticos. Há atividade externa com aplicação de conceitos sobre oceanografia e observação de fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público alvo das visitas assistidas são os curiosos de plantão, assim como estudantes universitários, do ensino médio e fundamental de escolas públicas e privadas. Se você se interessa por esse tema é muito fácil agendar sua visita ou de seus alunos através de contato por correio eletrônico: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:orlaviva@ig.com.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;orlaviva@ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, &lt;a href="mailto:zeca_maia@yahoo.com.br"&gt;zeca_maia@yahoo.com.br&lt;/a&gt; e acompanhe também as fotos do flogão do projeto Orla Viva: &lt;a href="http://www.flogao.com.br/orlaviva"&gt;http://www.flogao.com.br/orlaviva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-7389766039438832517?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/7389766039438832517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=7389766039438832517' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7389766039438832517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/7389766039438832517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/visite-o-projeto-orla-viva.html' title='Visite o Projeto Orla Viva'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqYJD9v_7AI/AAAAAAAAAFI/XYFw8kA10G8/s72-c/logomarca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6296009263648232936</id><published>2007-07-20T08:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:46.067-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie  Ancistrus sp</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqDbLdLPLTI/AAAAAAAAAEw/qDtzusH65wQ/s1600-h/Bodo+do+Munim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089308568785464626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqDbLdLPLTI/AAAAAAAAAEw/qDtzusH65wQ/s320/Bodo+do+Munim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um certo dia o aluno Luís André Véras Cruz, do curso de Ciências Biológicas, me perguntou se conhecia um peixe que possuía uma expansão no seu corpo que lembrava garras ou ganchos, com espanto e curiosidade pedi que assim que ele encontrasse me trouxesse um exemplar. Dias depois lá vem o André (como é mais conhecido) de novo, agora com um tupperware. Quando abri o recipiente vi lá o tal bodozinho de garras capturado no rio Munim, como agora estou começando a enveredar para conhecer um pouco mais sobre os peixes de água doce resolvi procurar especialistas que pudessem me ajudar esclarecer sobre tal estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de internet o mundo é pequeno e tudo e todos são encontardos, então passei um e-mail para agora meu novo colega para que ele me esclarecesse as dúvidas. Sem exitar o doutorando Alexandre Rodrigues Cardoso da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que inclusive já descreveu espécies de bodó, me atendeu de imediatamente repassando sua experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Alexandre Cardoso o peixe é um &lt;em&gt;Ancistrus&lt;/em&gt; sp, visto que o material que ele analisou era uma fotografia que fora enviado para seu correio eletrônico. Desta mesma, esclarece que o bodó pertence à família Loricariidae, família de peixes bem comuns no Maranhão, que se alimentam de algas após rasparem pedras e consiste em um peixe ornamental. No Brasil há aproximadamente 19 espécies válidas pertencentes ao gênero &lt;em&gt;Ancistrus&lt;/em&gt;. A tal estrutura é denominada de odontódeos hipertrofiados do interorpérculo, também é conhecida por interorpérculo de placas móveis. Esta estrutura é orientada para frente quando o animal é capturado ou está no estado de prontidão. Contudo, a principal função pode está relacionada à defesa, havendo dimorfismo sexual, onde os mahos apresentam odontódeos maiores. Além destes odontódeos hipertrofiados do interorpérculo existem os odontóideos não hipertrofiados, que são carnosos, que constitui uma função sensorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros sistemas hidrográficos maranhenses também já foram encontrados a espécie &lt;em&gt;Ancistrus&lt;/em&gt; sp, a exemplo do rio Itapecuru, do rio Pindaré e do rio Turiaçu. Porém, pode ser levantada a hipótese que esta espécie pode ser diferente entre estes sistemas devido ao isolamento geográfico, o rio Itapecuru está mais a leste do estado do Maranhão e os outros dois estão na porção ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, agradeço ao pesquisador Alexandre Cardoso e ao aluno André por demonstrarem grande cordialidade ao compartilhar as informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Armbruster, J.W. 2004. Phylogenetic relationships of the suckermouth armoured catfishes (Loricariidae) with emphasis on the Hypostominae and the Ancistrinae. &lt;strong&gt;Zoological Journal of the Linnean Society&lt;/strong&gt;, 141: 1–80.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Veja também os links indicados à direita do blog peixes do Maranhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-6296009263648232936?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/6296009263648232936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=6296009263648232936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6296009263648232936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/6296009263648232936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/conhea-espcie-ancistrus-sp.html' title='Conheça a espécie  Ancistrus sp'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RqDbLdLPLTI/AAAAAAAAAEw/qDtzusH65wQ/s72-c/Bodo+do+Munim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5666488335262762409</id><published>2007-07-19T16:03:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:46.685-08:00</updated><title type='text'>Etnoictiologia no Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1v9LPLSI/AAAAAAAAAEo/fME7iUJWnA4/s1600-h/Isa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089056308176301346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1v9LPLSI/AAAAAAAAAEo/fME7iUJWnA4/s320/Isa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1f9LPLRI/AAAAAAAAAEg/lsXtun7sUmQ/s1600-h/rio+Munim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089056033298394386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1f9LPLRI/AAAAAAAAAEg/lsXtun7sUmQ/s320/rio+Munim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1KNLPLQI/AAAAAAAAAEY/8pvGNP9DHnQ/s1600-h/zee.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089055659636239618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1KNLPLQI/AAAAAAAAAEY/8pvGNP9DHnQ/s320/zee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Muito das informações que perfazem o conhecimento universal sobre o ambiente provém processos de aprendizagem ou experiências sobre o seu próprio manejo. Desta forma, estratégias desenvolvidas que estabelecem relações de parcerias entre pesquisadores e comunidades podem incrementar a alimentação do conhecimento entre ambos, garantindo assim conservação e preservação do recurso biológico, subsídios culturais e tecnológicos além do desenvolvimento de alternativas sustentáveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No contexto desta interação surge a etnoecologia, parte integrante do universo maior do entoconhecimento, funcionando como uma ferramenta de preservação, sensibilização, conscientização e aperfeiçoamento do manejo ambiental. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No advento desta tendência compartilhada de conhecimento alguns trabalhos têm sido realizados no estado do Maranhão com o intuito de diagnosticar algumas alterações ambientais a partir de indicadores e tensores ambientais apontados através do conhecimento popular tradicional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro estudo realizado com indígenas do Maranhão pontua as interações de atividades no campo do entoconhecimento, destacando as principais espécies de peixes de água doce capturadas, atividades de pesca, conservação e preparação. Na ocasião foram listadas 36 espécies pertencentes a seis ordens e 17 famílias. As artes de pesca que sobressaíram foram arco e flecha, anzóis e a utilização da raiz de timbó.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Futuramente estaremos levantando informações sobre a etnoictiologia no rio Munim, tributário muito importante para o estado do Maranhão que apresenta sinais notórios de comprometimento ambiental, como: desmatamento, bioinvasão, erosão, extrativismo mineral e especulação agrícola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ler mais:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Almeida, I.C.S. 2005. &lt;strong&gt;Indicadores e tensores ambientais nos ambientes aquáticos da região lacustre de Penalva, APA da baixada maranhense&lt;/strong&gt;. Monografia (Graduação em Ciências Aquáticas) UFMA, São Luís – MA. 71p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piorski, N.M.; Castro, A.C.L. &amp;amp; Pinheiro, C.U.B. 2003. A prática da pesca entre grupos indígenas das bacias dos rios Pindaré e Turiaçu, no estado do Maranhão, Nordeste do Brasil. &lt;strong&gt;Boletim do Laboratório de Hidrobiologia&lt;/strong&gt;, 16: 67-74.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5666488335262762409?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5666488335262762409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5666488335262762409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5666488335262762409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5666488335262762409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/etnoictiologia-no-maranho.html' title='Etnoictiologia no Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rp_1v9LPLSI/AAAAAAAAAEo/fME7iUJWnA4/s72-c/Isa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-373545705834770789</id><published>2007-07-08T05:41:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:46.855-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Trichiurus lepturus Linnaeus, 1758</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpDhAcd7CnI/AAAAAAAAAEQ/ZfufcMQ_N-w/s1600-h/Guaravira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084811377059236466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpDhAcd7CnI/AAAAAAAAAEQ/ZfufcMQ_N-w/s320/Guaravira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Conhecida popularmente como guaravira ou cinturão, a espécie &lt;em&gt;Trichiurus lepturus&lt;/em&gt; é um peixe de corpo alongado que afila-se em direção da cauda; nadadeira dorsal única estendida por todo o corpo, possuem de 130-135 raios e três espinhos; boca com dentes pontiagudos e proeminentes. Sua coloração é prateada. Pertencem a ordem Perciformes e a família Trichiuridae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma espécie típica de ambiente marinho, podendo ser encontrada em ambientes costeiros. Quanto sua disposição da coluna d’água, são considerados bentopelágicos, e podem habitar fundos de areia e lama. Carnívoras, mas dieta em indivíduos jovens e adultos diferem quanto aos itens alimentares, os jovens alimentam-se de peixes pequenos e invertebrados planctônicos, enquanto os adultos alimentam-se preferencialmente de peixes e raramente alimentam-se de lulas e crustáceos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Maranhão presentam importância comercial e são comumente capturados pela pesca de curral e arrasto de praia, são bastante apreciados nas praias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para ler mais:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999. &lt;strong&gt;Peixes da costa brasileira&lt;/strong&gt;. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;LÉOPOLD, M. 2004. &lt;strong&gt;Poisson de mer de Guyane&lt;/strong&gt;. Éd. Ifremer, 216p.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SERPA, S.S. 2004. &lt;strong&gt;Análise comparativa da pesca de curral em dois municípios da Ilha do Maranhão, Maranhão-Brasil&lt;/strong&gt;. Monografia (Graduação em Ciências Biológicas), Centro de Ensino Universitário do Maranhão, São Luís-MA, 45p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-373545705834770789?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/373545705834770789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=373545705834770789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/373545705834770789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/373545705834770789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/conhea-espcie-trichiurus-lepturus.html' title='Conheça a espécie Trichiurus lepturus Linnaeus, 1758'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpDhAcd7CnI/AAAAAAAAAEQ/ZfufcMQ_N-w/s72-c/Guaravira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-4447276695524484370</id><published>2007-07-07T19:59:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:47.397-08:00</updated><title type='text'>Pesca de elasmobrânquios no estado do Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpBcpsd7ClI/AAAAAAAAAEA/ZIlWgHqBLf8/s1600-h/fishman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084665850682346066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpBcpsd7ClI/AAAAAAAAAEA/ZIlWgHqBLf8/s320/fishman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpBcbsd7CkI/AAAAAAAAAD4/eY9w89gBGqM/s1600-h/pescaria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084665610164177474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpBcbsd7CkI/AAAAAAAAAD4/eY9w89gBGqM/s320/pescaria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A frota pesqueira do Maranhão é bastante heterogênea e tipicamente artesanal. As capturas de elasmobrânquios ocorrem na sua maioria de forma incidental, embora existam barcos de fibra de vidro, mais conhecidos como COPAMAS, de maior autonomia e que constituem nas embarcações mais adequadas para este tipo de pescaria. Os equipamentos de pesca que mais utilizados são redes de emalhe de deriva e espinhéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente seus sub-produtos, como mandíbula, dentes, couro não são utilizados pela prática comercial. O consumo da carne de tubarões e raias é comum na população maranhense. Por outro lado, existe a prática de exportação para países como China e Japão, onde o estado do Pará atua como atravessador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a diversidade que compõem a condrofauna capturada encontramos 16 espécies de raias e 19 de tubarões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os tubarões a espécie mais abundante é &lt;em&gt;Rhizoprionodon porosus&lt;/em&gt;, que habita normalmente águas costeiras, baías, enseadas. Podem ser encontradas até 100m de profundidade, embora sejam comuns em águas rasas. Animais adultos realizam migrações reprodutivas e/ou alimentares para ambientes mais profundos. A primeira situação ocorre principalmente no período de menor pluviosidade, enquanto que a migração trófica ocorre nas épocas de maior pluviosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre as raias, a espécie &lt;em&gt;Dasyatis guttata&lt;/em&gt; é muito comum no litoral maranhense, sendo que sua abundância lhe gabarita à primeira colocação na lista de Batoidei mais comuns no Estado. Este acontecimento ocorre devido ás características ambientais da região que oferecem condições perfeitas de tipos de habitats.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para ler mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ALMEIDA, Z. da S. de ; NUNES, J. L. S. &amp; PAZ, A.C. 2006. Elasmobrânquios no Maranhão: biologia, pesca e ocorrência. p. 35-57. &lt;em&gt;In:&lt;/em&gt; SILVA, A. C. &amp;amp; BRINGEL, J.M.M. (Org.). &lt;strong&gt;Projeto e ações em biologia e química&lt;/strong&gt;.EDUEMA.São Luís.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-4447276695524484370?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/4447276695524484370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=4447276695524484370' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4447276695524484370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/4447276695524484370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/pesca-de-elasmobrnquios-no-estado-do.html' title='Pesca de elasmobrânquios no estado do Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpBcpsd7ClI/AAAAAAAAAEA/ZIlWgHqBLf8/s72-c/fishman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-9078684659266120382</id><published>2007-07-07T16:19:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:48.093-08:00</updated><title type='text'>Ictiofauna das lagoas dos Lençóis Maranhenses</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAi1Md7CiI/AAAAAAAAADo/-Dh3fo0Moq8/s1600-h/Hopliasma.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084602276576430626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAi1Md7CiI/AAAAAAAAADo/-Dh3fo0Moq8/s320/Hopliasma.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAiN8d7ChI/AAAAAAAAADg/eb2gphf3rI8/s1600-h/Hopliasma.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAh_cd7CgI/AAAAAAAAADY/84NMGvSAY0E/s1600-h/Restinge.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084601353158461954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAh_cd7CgI/AAAAAAAAADY/84NMGvSAY0E/s320/Restinge.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAhncd7CfI/AAAAAAAAADQ/wBzT2ks8A0Q/s1600-h/Mangroove.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084600940841601522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAhncd7CfI/AAAAAAAAADQ/wBzT2ks8A0Q/s320/Mangroove.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAhYcd7CeI/AAAAAAAAADI/SoPZfSURxLU/s1600-h/lake.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084600683143563746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAhYcd7CeI/AAAAAAAAADI/SoPZfSURxLU/s320/lake.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Só em falar do Maranhão, muitos me perguntam: - Você conhece os Lençóis Maranhenses?&lt;br /&gt;Ou então: - Os Lençóis Maranhenses são realmente magníficos?&lt;br /&gt;Bem, mesmo sendo um pouco suspeito para opinar, considero sem igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma feição que caracteriza toda metade do litoral de 640km do Maranhão, correspondendo ao litoral oriental. Há predominância de extensos lençóis de areia e suas dunas que são resultantes da grande motilidade influenciada por processos eólicos e por correntes oceânicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O visual das dunas altas e brancas em conjunto com as lagoas de águas azuis cristalinas e mornas, só isso já paga a viajem. Mas não é somente isso, podemos encontrar áreas de veredas, restingas, manguezais e estuários. Existem muitos rios que também embelezam a paisagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;A ictiofauna das lagoas interdunais, como não poderíamos deixar de mencionar é representada por 13 espécies e pelas famílias Characidae, Erythrinidae, Curimatidae, Serrasalmidae, Ariidae, Cichlidae e Poeciliidae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas espécies apresentam estratégias para sobreviverem às condições de estresse no ambiente, a exemplo dos gêneros &lt;em&gt;Astyanax&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Hyphessobrycon&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Moenkhausia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Poecilia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Hoplias&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As análises comparativas entre a ictiofauna das lagoas dos lençóis são similares aquela dos rios do Maranhão, consequentemente derivada da fauna Amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GARAVELLO, J.C.; ROCHA, O.; ESPÍNDOLA, E.G.; RIETZLER &amp;amp; LEAL, A.C. 1998. Diversity of fauna in the interdunal lake of “Lençóis Maranhenses”: II – Ichthyofauna. &lt;strong&gt;Anais da Academia Brasileira de Ciências&lt;/strong&gt;, 70(4): 798-803.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-9078684659266120382?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/9078684659266120382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=9078684659266120382' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/9078684659266120382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/9078684659266120382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/ictiofauna-das-lagoas-dos-lenis.html' title='Ictiofauna das lagoas dos Lençóis Maranhenses'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RpAi1Md7CiI/AAAAAAAAADo/-Dh3fo0Moq8/s72-c/Hopliasma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-1069875602510045108</id><published>2007-07-06T06:43:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:48.246-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Macrodon ancylodon (Bloch &amp; Schneider, 1801)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Ro5LDMd7CdI/AAAAAAAAADA/zqjH-K6hqf4/s1600-h/mcro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084083547606288850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Ro5LDMd7CdI/AAAAAAAAADA/zqjH-K6hqf4/s320/mcro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie &lt;em&gt;Macrodon ancylodon&lt;/em&gt; pertence a família Sciaenidae, composta por cerca de 70 gêneros e 270 espécies. O oceano Atlântico Sul é o maior reduto da distribuição desta família com 57 espécies pertencentes a 21 gêneros. No Brasil, esta família é composta por 54 espécies pertencentes a 21 gêneros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Constituem em um dos principais recursos pesqueiros de valor comercial do Brasil, no Maranhão é conhecida por pescadinha-gó ou pescadinha boca mole. Outras espécies desta família são amplamente consumidas e também possuem grande importância comercial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É um peixe costeiro com hábito demersal, comum em ambiente com fundo de areia e lama, em profundidades que variam de 25 a 60m. Sua distribuição é restrita a parte ocidental do oceano Atlântico, ocorrendo da Venezuela até a Argentina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os resultados de um recente estudo sobre sua estratégia alimentar os autores revelam que são carnívoras generalistas com variações morfológicas associadas com a alimentação e evidências de canibalismo. Os itens mais abundantes da sua dieta foram crustáceos decápodas e peixes ósseos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMARGO, M. &amp; ISAAC, V. 2004. Food categories reconstruction and feeding consuption estimatives for the Sciaenids &lt;em&gt;Macrodon ancylodon&lt;/em&gt; (Bloch &amp;amp; Schneider), and the cogeneric fishes &lt;em&gt;Stellifer rastrifer&lt;/em&gt; (Jordan) e &lt;em&gt;Stellifer naso&lt;/em&gt; (Jordan) (Pisces, Perciformes) in the Caeté Estuary, Norhern Coast of Brazil. &lt;strong&gt;Revista Brasileira de Zoologia&lt;/strong&gt;. 21(1): 85-89.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;CARVALHO-FILHO, A. 1999.&lt;strong&gt; Peixes da costa brasileira&lt;/strong&gt;. 3ª ed. São Paulo: Editora Melro. 320p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASTRO, L.A.B. &amp; PETRERE-JÚNIOR, M. 2001. Estrutura populacional e mortalidade de &lt;em&gt;Micropogonias furnieri&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Macrodon ancylodon&lt;/em&gt;, e &lt;em&gt;Cynoscion jamaicensis&lt;/em&gt;, no sudeste do Brasil, de 1982 A 1996. &lt;strong&gt;Boletim do Instituto de Pesca&lt;/strong&gt;. 27 (1) 61-76.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉOPOLD, M. 2004. &lt;strong&gt;Poisson de mer de Guyane&lt;/strong&gt;. Éd. Ifremer, 216p.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;PIORSKI, N.M.; MARANHÃO, F.R.C.L.; ROCHA, R.M.V. &amp; NUNES, J.L.S. 2004. Análise da estratégia de &lt;em&gt;Macrodon ancylodon&lt;/em&gt; (Bloch &amp;amp; Schneider, 1801) – (Perciformes: Sciaenidae) de um estuário do litoral ocidental do Maranhão-Brasil. &lt;strong&gt;Boletim do Laboratório de Hidrobiologia&lt;/strong&gt;, 17: 49-52.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, S.; SCHNEIDER, H. &amp;amp; SAMPAIO, I.. 2003. Genetic differentiation of &lt;em&gt;Macrodon ancylodon&lt;/em&gt; (Sciaenidae, Perciformes) populations in Atlantic coastal waters of South America as revealed by mtDNA analysis. &lt;strong&gt;Genetics and Molecular Biology&lt;/strong&gt;, 26 (2): 151-161.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-1069875602510045108?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/1069875602510045108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=1069875602510045108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1069875602510045108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/1069875602510045108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/espcie-macrodon-ancylodon-bloch.html' title='Conheça a espécie Macrodon ancylodon (Bloch &amp; Schneider, 1801)'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Ro5LDMd7CdI/AAAAAAAAADA/zqjH-K6hqf4/s72-c/mcro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5299808398054372936</id><published>2007-07-02T20:25:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:48.617-08:00</updated><title type='text'>Conheça a espécie Urotrygon microphthalmum Delsman, 1941</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RonDwcd7CcI/AAAAAAAAAC4/draoyxSypeE/s1600-h/Uro+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082808891507149250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RonDwcd7CcI/AAAAAAAAAC4/draoyxSypeE/s320/Uro+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RonDjsd7CbI/AAAAAAAAACw/SOzYkDuXQRs/s1600-h/Uro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082808672463817138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RonDjsd7CbI/AAAAAAAAACw/SOzYkDuXQRs/s320/Uro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A espécie &lt;em&gt;Urotrygon microphthalmum&lt;/em&gt; é uma raia da família Urolophidae. Caracteriza-se pela superfície do disco lisa, desprovida de tuberosidades e espinhos no dorso e no ventre. Sua coloração varia nas tonalidades verde oliva ao marrom escuro no dorso, enquanto que no ventre a porção central é clara com a borda escura. A cauda deprimida possui um ferrão serrilhado nas margens laterais, nadadeira caudal inserida na sua parte terminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São encontradas em uma grande quantidade de ambientes marinhos, incluindo foz de rios, baías, estuários, zona de arrebentação, plataformas rasas, ilhas e parcéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua distribuição geográfica é restrita no norte da América do Sul, do Golfo da Venezuela até o estado da Paraíba. No Maranhão são conhecidas como raia foguinho devido aos comuns acidentes sofridos pelos pescadores, que relatam essa experiência como nada agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudos realizados há alguns poucos anos atrás, os resultados apontaram a sua alta abundância relativa, porém ultimamente informações sobre sua captura tem sido uma grande icógnita, corroborado por muitos pescadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A captura desta espécie que era muito comum em arrastos costeiros nas praias está rara tanto para o Maranhão quanto para a Paraíba. Espero que esta dúvida seja tirada à limpo neste mês durante uma viagem investigatória que constará de entrevistas informais com os pescadores do litoral oriental do estado do Maranhão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para ler mais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;NUNES, J. L. S.; ALMEIDA, Zafira da Silva de; PIORSKI, Nivaldo Magalhães. 2005. RAIAS CAPTURADAS PELA PESCA ARTESANAL EM ÁGUAS RASAS DO MARANHÃO - BRASIL. &lt;strong&gt;Arquivos de Ciências do Mar&lt;/strong&gt;, Fortaleza, 38: 49-54.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ALMEIDA, Zafira da Silva de; NUNES, J. L. S.; COSTA, Clarissa Lobato. 2000. PRESENCIA DE &lt;em&gt;Urotrygon microphthalmum&lt;/em&gt; (ELASMOBRANCHII, UROLOPHIDAE) EN AGUAS BAJAS DE MARANHÃO (BRASIL) Y NOTAS SOBRE SU BIOLOGÍA. &lt;strong&gt;Boletin de Investigaciones Marinas y Costeras&lt;/strong&gt;, Santa Marta, 29: 67-72.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5299808398054372936?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5299808398054372936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5299808398054372936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5299808398054372936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5299808398054372936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/07/conhea-espcie-urotrygon-microphthalmum.html' title='Conheça a espécie Urotrygon microphthalmum Delsman, 1941'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RonDwcd7CcI/AAAAAAAAAC4/draoyxSypeE/s72-c/Uro+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5720439722518381843</id><published>2007-06-23T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:49.092-08:00</updated><title type='text'>Marcada eleição para nova coordenação da Reserva</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rn1hNHofSNI/AAAAAAAAACo/9b6jXzKrRfk/s1600-h/bandeira.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079322832758851794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rn1hNHofSNI/AAAAAAAAACo/9b6jXzKrRfk/s320/bandeira.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rn1g-3ofSMI/AAAAAAAAACg/uGdrlAltbqs/s1600-h/Crurupu.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079322587945715906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rn1g-3ofSMI/AAAAAAAAACg/uGdrlAltbqs/s320/Crurupu.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Centro Nacional de Populações Tradicionais (CNPT) do Ibama noMaranhão marcou para o próximo dia 7 de julho o processo de escolha da nova coordenação da Associação de Moradores da Reserva Extrativista Marinha de Cururupu. Numa reunião realizada na semana passada naquele município do litoral ocidental maranhense, ficou definido que realizada a eleição terá chapa única e será feita na sede do Sindicato de Pescadores, local escolhido pela facilidade de acesso em relação às diversas ilhas da região. São onze os cargos disponíveis, entre coordenadores, conselheiros, secretários e tesoureiros. O processo eletivo é realizado a cada dois anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Ibama esteve representado na reunião pela chefe da Resex, Mary Jane Costa, e pelo analista ambiental Fabiano Ribeiro. Estiveram presentes membros das diversas comunidades que compõem aquela unidade de conservação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Caberá aos novos coordenadores da Associação a gestão da Reserva Extrativista de Cururupu, juntamente com o IBAMA e com o Conselho Deliberativo – este ainda não criado. Segundo Mary Jane Costa, até agora foram realizadas assembléias nas comunidades, em que cada uma escolheu dois membros para participar do futuro Conselho, tendo sido convidados também representantes da Prefeitura Municipal, da Câmara de Vereadores, da Secretaria de Meio Ambiente, de sindicatos e da Agenda 21. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo o analista ambiental Alexandre Brito, é interessante observaro grau de organização das comunidades que, antes mesmo da criação daquela unidade de conservação, naturalmente já tinham um código de ética e de conduta interno, citando o caso de São Lucas, em que os moradores definiram uma multa para pequenos delitos ambientais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Eles foram forçados a se organizar, até pela dificuldade de morar em uma ilha, que muitas vezes torna difícil o acesso do poder público instituído. A criação da Reserva melhorou esse aspecto, pois abriu as portas da região para outras entidades trabalharem, garantindo recursos de bancos, a questão da comunicação e do acesso à energia elétrica, por exemplo", citou Brito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Reserva Extrativista de Cururupu foi criada por um decreto presidencial em junho de 2004, abrangendo os municípios de Cururupu e Serrano do Maranhão, com área totalizando cerca de 185 mil hectares – dos quais 107 mil são de ecossistemas de manguezais. Ali vivem aproximadamente seis mil moradores, boa parte pescadores artesanais, distribuídos ao longo de quinze ilhas, em um cenário com muitas reentrâncias, rios e baías. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O objetivo da Reserva é proteger os meios de vida e a culturadas populações tradicionais, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais da área.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Fábio Sousa e Paulo Roberto Araújo Filho/ IBAMA-MA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Conheça um pouco sobre Cururupu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cururupu é um município do estado do Maranhão, fundado em 3 de outubro de 1841, tendo como locativo - Cururupuense. Sua população estimada em 2004 era de 38.108 habitantes. Rodovia de Acesso: MA-006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Wikipédia, 2007 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5720439722518381843?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5720439722518381843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5720439722518381843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5720439722518381843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5720439722518381843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/06/marcada-eleio-para-nova-coordenao-da.html' title='Marcada eleição para nova coordenação da Reserva'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rn1hNHofSNI/AAAAAAAAACo/9b6jXzKrRfk/s72-c/bandeira.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-3586539386414080611</id><published>2007-06-13T12:16:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:49.107-08:00</updated><title type='text'>Peixes do Mearim</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RnAJAnofSLI/AAAAAAAAACY/d-zoQNFnqqc/s1600-h/peixes+do+mearim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075566686290004146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RnAJAnofSLI/AAAAAAAAACY/d-zoQNFnqqc/s320/peixes+do+mearim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O rio Mearim, um dos principais corpos de água do estado do Maranhão, recebe homenagem em forma de um livro que revela sua exuberância através da composição da sua ictiofauna. Além das belas fotografias e informações preciosas sobre os peixes nativos, reúne elementos básicos sobre anatomia, morfologia, fisiologia, sistemática e nomenclatura zoológica o que realmente leva o leitor leigo ao universo íctico. Até mesmo para os ictiólogos o livro não deixa dúvidas sobre sua qualidade por ter recebido a consultoria de nomes conhecidos, como: Horácio Higuchi e Patrícia Charvet de Almeida. Contudo, o livro não aborda apenas peixes, traz à tona terminologias vernaculares que definem seus diferentes tipos de ambientes. De um modo geral seu layout, sua capa dura, fotografias, texto bilingue, páginas em papel gloss configuram em uma obra audaciosa de qualidade que estava faltando no Maranhão. Ao autor Éden do Carmo Soares, minhas singelas congratulações.&lt;br /&gt;Como adquirir o livro: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.poeme-se.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.poeme-se.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; ou por e-mail: poemesse@elo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-3586539386414080611?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/3586539386414080611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=3586539386414080611' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3586539386414080611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/3586539386414080611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/06/peixes-do-mearim.html' title='Peixes do Mearim'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RnAJAnofSLI/AAAAAAAAACY/d-zoQNFnqqc/s72-c/peixes+do+mearim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-5764773788700962019</id><published>2007-06-13T06:29:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:49.279-08:00</updated><title type='text'>Peixes intertidais da Ilha do Maranhão-Maranhão, Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_xwHofSKI/AAAAAAAAACM/z8aqwlcHdpw/s1600-h/Panaquatira.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_xwHofSKI/AAAAAAAAACM/z8aqwlcHdpw/s1600-h/Panaquatira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075541114054723746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_xwHofSKI/AAAAAAAAACM/z8aqwlcHdpw/s320/Panaquatira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nataly Guerra de Azevedo Pascoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientador: Jorge Luiz Silva Nunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Co-orientadora: Betty Rose Luz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graduação em Ciências Biológicas-Faculdade Franssinetti do Recife&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano de defesa: 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poças de marés consistem em um ambiente que mantém trocas de massa de água periodicamente durante a preamar e baixamar. Estes ambientes tornam-se habitats perfeitos para diversos organismos. Os peixes utilizam este habitat como sítios de reprodução, berçário, refúgio e moradia temporária ou permanente. O estudo foi realizado entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006 em duas praias, Araçagy e Panaquatira, ambas no estado do Maranhão. Para capturar os indivíduos utilizou-se solução de mentol e puçás. Um total de 408 indivíduos foi capturado, pertencentes a 13 ordens, 22 famílias e 34 espécies. As famílias Mugilidae, Lutjanidae e Gobiidae foram as mais especiosas seguidas das famílias Batrachoididae, Carangidae e Blenniidae. &lt;em&gt;Bathygobius soporator&lt;/em&gt; foi a espécie mais abundante nas praias do Araçagy (31,63%) e Panaquatira (53,98%). Foram catalogadas nove novas espécies para o estado do Maranhão, considerando uma delas, &lt;em&gt;Omobranchus punctatus&lt;/em&gt;, como espécie invasora. Muitos exemplares juvenis foram encontrados, indicando a importância deste ambiente de poça como área de berçário. Quanto à residência, predominaram as espécies consideradas raras e visitantes, tanto em Araçagy quanto em Panaquatira respectivamente. A maior biodiversidade foi observada nas poças da praia do Araçagy. Alguns estudos com poças de marés já foram feitos em outros estados do Brasil como: Paraíba, Ceará, Bahia e Santa Catarina. Em uma análise de similaridade baseada na presença e ausência das famílias de peixes pode-se observar a diferença entre o estado de Maranhão em relação aos outros estados, considerando que há uma forte influência estuarina nestas poças de marés.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-5764773788700962019?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/5764773788700962019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=5764773788700962019' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5764773788700962019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/5764773788700962019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/06/peixes-intertidais-da-ilha-do-maranho_13.html' title='Peixes intertidais da Ilha do Maranhão-Maranhão, Brasil'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_xwHofSKI/AAAAAAAAACM/z8aqwlcHdpw/s72-c/Panaquatira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2412765744934299786</id><published>2007-06-13T05:57:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:49.507-08:00</updated><title type='text'>Cerrado Norte do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_rrXofSJI/AAAAAAAAACE/FL5nw7-Ayls/s1600-h/LarissaUSEB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075534435380578450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_rrXofSJI/AAAAAAAAACE/FL5nw7-Ayls/s320/LarissaUSEB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Encontra-se disponível nas melhores livrarias o livro Cerrado Norte do Brasil editado pela USEB, obra organizada pela professora da Universidade Federal do Maranhão, a doutora Larissa Barreto. Entre os capítulos vários especialistas se revezam realizando uma avaliação panorâmica dos principais elementos da biodiversidade, geologia e geoindicadores, hidrografia e uso do solo dos cerrados na região do rio Balsas no sul do Maranhão. Resultante de inventários detalhados de campo, ainda especula a criação de uma área protegida na Serra do Gado Bravo. O livro traz os capítulos estruturados em: Introdução geral (Larissa Barreto e Elienê Pontes de Araújo); 2. Geologia e geoindicadores (Cândido Bordeaux Rego Neto e Hélio de Oliveira Costa); 3. Aspectos geomorfológicos do sul do Maranhão (Jodé Edgar Freitas Tarouco e Jorge Hamilton de Sousa Santos); 4. Estudo da evolução do uso do solo e características hidrográficas da Bacia do rio Balsas (Jucivan Ribeiro Lopes, Mércia Linhares Teles, Willinielsen Santos Lago e Larissa Barreto); 5. Limnologia dos rios do Cerrado do sul do Maranhão (Paulo Roberto Saraiva Cavalcante, Maria do Socorro Rodrigues, Ricardo Barbieri e Maria Raimunda Chagas da Silva); 6. Comunidade fitoplanctônica do rio Balsas / Phytoplankton community of the river Balsas (Maria Marlúcia Ferreira Correia); 7. Comunidade zooplanctônica / Zooplankton community (Lisiane Honaiser e Luciana Galvão); 8. Macroinvertebrados bentônicos / Benthic macroinvertebrates (Maria Júlia Martins Silva, Fábio Miranda da Rocha, Carlos Frederico de Albuquerque Melo e Guilherme Abbad Silveira); 9. Estrutura e composição florística da vegetação de um Cerradão (Nivaldo Figueiredo e Gilda Vasconcellos Andrade); 10. Abelhas do Cerrado s. l. dos “Gerais de Balsas” (Márcia Maria Corrêa Rego, Patrícia Maia Correia de Albuquerque, Marina Ramos e Fernanda Mendes); &lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Peixes do Cerrado da região sul Maranhense (Nivaldo Magalhães Piorski, Antônio Carlos Leal de Castro e Aprígio Marques de Sousa Neto)&lt;/strong&gt;; 12. Herpetofauna da região de Balsas (Larissa Barreto, Cristina Arzabe e Yuri Cláudio Cordeiro de Lima); 13. Caracterização da avifauna da região de Balsas (Adriani Hass, Willian Sousa de Paula e Larissa Barreto); 14. Mamíferos do Cerrado Norte do Brasil / (Tadeu Gomes de Oliveira, Paulo Adriano Dias, Odgley Quixaba Vieira, Davi Marques Ibanes, Jean Pierre Santos e Rogério Cunha de Paula); Referências / Anexo Índice Remissivo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Como adquirir o livro: &lt;a href="http://www.useb.com.br/"&gt;http://www.useb.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2412765744934299786?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2412765744934299786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2412765744934299786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2412765744934299786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2412765744934299786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/06/cerrado-norte-do-brasil.html' title='Cerrado Norte do Brasil'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm_rrXofSJI/AAAAAAAAACE/FL5nw7-Ayls/s72-c/LarissaUSEB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-2980236254481710020</id><published>2007-06-12T17:26:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:49.631-08:00</updated><title type='text'>Análise comparativa da pesca de curral em dois municípios da Ilha do Maranhão-Maranhão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm89AnofSHI/AAAAAAAAAB0/tEQOoZoYuAs/s1600-h/Curral.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075342385917937778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm89AnofSHI/AAAAAAAAAB0/tEQOoZoYuAs/s320/Curral.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sheilla Silva e Serpa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Orientador: Nivaldo Magalhães Piorski&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Graduação em Ciências Biológicas-Centro Universitário do Maranhão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ano de defesa: 2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Currais são armadilhas fixas com varas e arames, estrategicamente implantados no solo. Nestas armadilhas, os peixes são aprisionados dentro de um cercado e removidos na maré vazante. Os objetivos do trabalho foram: caracterizar as espécies capturadas (comerciais e não comerciais) e avaliar sazonalmente a freqüência, a abundância, a diversidade e a equitabilidade das espécies capturadas. As coletas foram realizadas durante cinco meses. Os espécimes capturados eram identificados até espécie e quantificados. Espécies que cuja identificação não foi possível em campo foram levadas ao laboratório para posterior identificação. Dois tipos de currais foram identificados: o curral de &lt;em&gt;Boca para riba &lt;/em&gt;que apresentava espia e chiqueiro localizado no município de São José de Ribamar e o curral &lt;em&gt;Atravessado&lt;/em&gt; no município da Raposa que, além destes elementos possuem sala e salinha. No total foram identificadas 22 espécies, distribuídas em 13 ordens e 16 famílias em São José de Ribamar, enquanto que na Raposa foram identificadas 35 espécies pertencentes a 9 ordens e 21 famílias. No município da Raposa 63% das espécies capturadas são comercializadas, enquanto que em São José de Ribamar apenas 36% das espécies são comerciais. A análise da participação relativa das espécies no total capturado indicou uma variação em relação às estações chuvosas e secas. As espécies mais comuns foram &lt;em&gt;Centengraulis edentulus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Trichiurus lepturus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Caranx crysos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Oligoplites saurus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Peprilus paru&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Macrodon ancylodon,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Notarius grandicassis&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Pellona harroweri&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Genyatremus luteus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Chloroscombrus chrysurus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Selene vomer&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Colomessus psittacus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Cyanoscion acoupa&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Bagre bagre&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Aspitor quadriscutis&lt;/em&gt;. Em São José de Ribamar as espécies frequentemente encontradas foram &lt;em&gt;Selene vomer&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Trichiurus lepturus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Centengraulis edentulus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Chloroscombrus chrysurus&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Chaetodipterus faber&lt;/em&gt;. O índice de diversidade apresentou valores maiores para o curral &lt;em&gt;Atravessado&lt;/em&gt; do que para o de &lt;em&gt;Boca para riba&lt;/em&gt;, exceto em abril. Com exceção dos meses de abril e agosto a equitabilidade apresentou valores próximos para os dois tipos de currais estudados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8663393996876654612-2980236254481710020?l=peixesdomaranhao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/feeds/2980236254481710020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8663393996876654612&amp;postID=2980236254481710020' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2980236254481710020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8663393996876654612/posts/default/2980236254481710020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peixesdomaranhao.blogspot.com/2007/06/anlise-comparativa-da-pesca-de-curral.html' title='Análise comparativa da pesca de curral em dois municípios da Ilha do Maranhão-Maranhão'/><author><name>Jorge Luiz Silva Nunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14350614713988101578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/Rm89AnofSHI/AAAAAAAAAB0/tEQOoZoYuAs/s72-c/Curral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8663393996876654612.post-6822139883854666884</id><published>2007-06-02T19:43:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T07:00:50.020-08:00</updated><title type='text'>Aqui começa o caribe brasileiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RmIrtNA6hoI/AAAAAAAAABs/ft-ETergMkU/s1600-h/alf.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071664185960203906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pqexNLWF2tI/RmIrtNA6hoI/AAAAAAAAABs/ft-ETergMkU/s320/alf.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luiz (Lat. 0°46’12’’S e Long. 43°58’28’’W), localiza-se sobre a plataforma continental do estado do Maranhão. Sua distância da linha de costa é 86,3km, enquanto a distância para a borda da plataforma continental é cerca de 51,4km. Sua formação é composta por rochas de formatos irregulares e a configuração lembra um grande “Y”, compreendendo uma área de 40km2, cobertas por várias algas calcárias, esponjas, corais duros, ascídias entre outros organismos incrustantes. Sua profundidade varia entre 10 e 30m, e durante a baixamar topos das pilastras podem ficar expostos acima da superfície da lâmina d’água em até 0,6m. As águas do Parcel são muito claras durante todo o ano e a Corrente Norte do Brasil atua intensamente com velocidades de até 2,5 nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estudos apontam uma grande diversidade para o PEMPML, onde a ictiofauna é representada por 132 espécies pertencentes a 52 famílias. Já a fauna de corais possui 16 espécies de Hidrocorais além das quatro espécies de Hexacorallia.~&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sua posição geográfica apresenta uma grande importância ecológica e genética, pois propicia alta conectividade e alto fluxo gênico entre as populações caribenhas e brasileiras. Desta forma, encontram-se peixes que ocorrem somente no Caribe assim como aqueles que são endêmicos do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A fauna de corais presentes no PEMPML representa 15% de semelhança com a fauna de todo o oceano Atlântico Ocidental e 45% das espécies endêmicas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Muitas vezes somente o PEMPML é considerado como o detentor da diversidade, mas existem áreas adjacentes que se destacam pela seme
